Orgulho

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O dobro do orgulho, o dobro da queda!

Star Wars
Episódio 3 - A Vingança dos Sith

Nota: Conde Dookan

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Nunca me encho de orgulho ou penso que sou melhor que o vizinho. Ser amado é uma coisa maravilhosa. É a razão principal por eu fazer o que eu faço. Eu me sinto compromissado com isso, a dar às pessoas um senso de escapismo, um presente para os olhos e os ouvidos. Eu acho que é a razão para eu estar aqui.

Você prefere perder o orgulho ou a pessoa que gosta? Quebrar orgulho não é sinal de fraqueza ou humilhação, e sim, uma demostração de amor...

O orgulho é um sentimento de superioridade que inferioriza sua capacidade, enquanto que se você for humilde, você aprende o tempo todo e nada te humilha

⁠O orgulho lhe custará tudo e o deixará sem nada. Não permita que isso aconteça com você.

Eu sou aquele que ocupa o topo dos clãs, dos sete pecados capitais, o pecado do orgulho do leão, Lord Escanor!

Os verdadeiros caráteres da ignorância são a vaidade, o orgulho e a arrogância.

A felicidade é o equilíbrio entre a vergonha e o orgulho... e a supremacia da audácia face ao medo.

E por trás desse orgulho todo, tem uma pessoa morrendo de vontade de te dizer o quanto sentiu saudades o dia inteiro...

Cruel orgulho que tortura os corações feridos. Feridos de mágoas, tristes corações aqueles que conheceram a felicidade e a perderam por simples vaidade.

O orgulho não é o oposto de vergonha, mas sua fonte, humildade pura é o único antídoto para a vergonha

Desculpa, mas o que você chama de orgulho eu chamo de amor-próprio; e nesse momento você está me cobrando um lugar que não cabe mais ninguém.

Sou independente
Sou forte
Sou firme
Sou segura
Sou mulher.
E tenho um orgulho imenso por tudo isso.
Mas sou gente.
Um ser humano também.
Às vezes sou dependente, frágil, assustada, insegura.
Quero tanto que nestes momentos minha sensibilidade seja respeitada
e bem cuidada,
e acalentada
e entendida.

Você tem pena dos pobres... eu tenho orgulho, porque eles ainda sorriem pra você!

Não é orgulho, é medo de ser rejeitado
Amor quando não é recíproco
Não deve ser esmolado

- Aqui jaz o amor platônico...
- Morreu de coração partido?
- Não
- De orgulho ferido?
- Não
- Afogado em lágrimas?
- Olha, são coisas da esperança, morreu foi de alegria
- Mas de alegria ninguém morre!
- Morre sim, morreu o amor platônico porque agora é correspondido!

Tenho orgulho de mim. Nunca precisei ferrar com a vida de ninguém pra me sentir melhor.

O orgulho, a soberba, o egoísmo, o poder, a ganância e a ignorância fazem com que nós não vejamos e nos afastemos do próximo.

OS PECADOS MORTAIS

I
SOBERBA
Soberba, orgulho, vaidade,
(chamam-lhe alguns presunção)
é cheia de magestade,
vazia de coração.

Soberba tem grande pança,
cara carrancuda e torta,
Soberba, cheia de chança,
de si apenas se importa.

II
AVAREZA
Avareza tudo quer,
se tem muito mais quer ter;

Com a vista arregalada,
Avareza não vê nada;
Põe-se a ouvir, a escutar,
e só ouve blasfemar;

Arrecada noite e dia
e acha sempre a arca vazia.

III
LUXÚRIA
Luxúria desvergonhada,
em impudica atitude,
maneira a língua acerada
a difamar a Virtude.

Com rastejada paciência,
e o seu fito principal
é cativar a inocência,
conduzi-la para o mal.

Luxúria, filha infecunda
da Mentira e do Pecado,
saboreia a nódoa imunda,
ama o chão enlameado.

Pelas vielas impuras
a Luxúria se conduz,
mas sempre a horas escuras,
sempre a escapar-se da luz.

IV
IRA
Ira é atolada,
tem um focinho ferino,
grita por tudo e por nada,
fala sem jeito e sem tino.

O senso dela é um vime,
a sua agulha um punhal
afiado para o crime;
tem cadastro criminal.

V
GULA
Gula come, come, come,
mas por vício, não por fome;

de mastigar não descansa,
nem que tenha cheia a pança;

quando trata de entornar,
então bebe até tombar;

a mastigar e beber
é que ela sabe viver;

os seus dentes são os malhos
e as digestões seus trabalhos;

de seus feitos alardeia
se se senta à mesa alheia;

para comer do que gosta,
sempre a comer vence a aposta;

da Gula (cano de esgoto)
é a palavra o arroto.

VI
INVEJA
A Inveja é maldizente,
a todos chama canalha;
sua língua impenitente
é verdadeira navalha;

como nasceu torta e feia,
tem rancor à Formosura,
mas toda se pavoneia
e sobrepô-la procura;

até o próprio Talento
ela despreza e odeia,
porque todo o seu tormento
é não achar uma ideia.

VII
PREGUIÇA
Doença gera indolência
e a indolência a doença;
são da mesma parecença
e são a mesma na essência.

A preguiça não se lava,
na porcaria vegeta;
como o tempo a envergonhava,
espatifou a ampulheta;

é a viscosa minhoca,
que se arrasta e mal caminha,
para meter-se na toca
ou no papo da galinha.

Um dia, diz-lhe alma forte:
- «Preguiça, qual o teu mal?»
e ela, trágica e fatal,
responde-lhe: - «pouca sorte».

Quem vive de orgulho morre de saudade.

Matheus e Kauan

Nota: Trecho da música O amor não tira férias.