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Ordem

Cerca de 1871 frases e pensamentos: Ordem

⁠Enquanto a sugestão de outra pessoa for uma ordem ao teu subconsciente será como um verdadeiro escravo no tempo da pessoa e nos desejos dela.

⁠Compreensão e Amor, exatamente nessa ordem,são maneiras inseparáveis de manter uma relação equilibrada é saudável.
A compreensão é um processo psicológico pela o qual se consegue entender os várias fases que envolver aconstrução de um verdadeiro Amor.
O Amor é resultado desse amadurecimento.

Lembra-te de que nada do que te acontece está fora da ordem da natureza.
Se o obstáculo surgiu no caminho, então o caminho agora inclui superá-lo.
A aceitação não é fraqueza: é força que se coloca a serviço da razão.

Onde há muito subjetivismo, a ordem vira aparência: cumpre-se o ritual da norma, mas o resultado depende do humor, da interpretação e de quem decide, abrindo espaço para o favorecimento em detrimento da regra.

A palavra de ordem hoje é perseverança. Esqueça o será que vai acontecer? Em cez disso, acredite que já está acontecendo, os sonhos nada mais são que uma seta te direcionando qual rumo tomar para a realidade. A única verdade é que sonhos podem sim torna-se em realidade depende apenas de você em acreditar
Feliz Natal

Fabio Alexandre
Estudante

Na ordem da Natureza,
Um estúpido não erra:
ele insiste.

"O Diabo pode usar a obra boa para derrubar o cristão, quando feita sem ordem!"

Nada te acontece fora da ordem da natureza; o erro está no seu julgamento.

A gratidão transforma o que temos em suficiente, o caos em ordem e o passado em sabedoria. Agradecer é reconhecer a beleza nos detalhes e a força nas dificuldades. Que a nossa jornada seja sempre um eterno agradecimento pela vida.

Ordem e progresso ou administração da pobreza?



Há, de fato, algum candidato genuinamente preocupado com a situação estrutural do Brasil?
O debate político nacional tornou-se raso e emocional. Em vez de analisar propostas, dados e consequências, grande parte da população passa a idolatrar ou odiar figuras políticas, escolhendo lados como se estivesse torcendo por pessoas, e não avaliando projetos de país. Políticos deveriam ser instrumentos de desenvolvimento, não objetos de devoção ou repulsa.


A discussão central deveria ser outra: quais são os problemas reais da sociedade brasileira?
O Brasil possui uma das maiores cargas tributárias do mundo e bate recordes constantes de arrecadação. Ainda assim, o retorno desses impostos é incoerente e ineficiente. O Estado adota políticas públicas essencialmente amenizadoras, que aliviam sintomas momentâneos, mas ignoram a raiz do problema. Reduzir o “gelo visível” não impede que o iceberg, muito maior e submerso, continue crescendo.


Auxílios sociais, da forma como são estruturados hoje, não resolvem o problema e, em muitos casos, agravam-no. Programas de acesso fácil, sem incentivo real ao trabalho, à capacitação ou à autonomia, tornam a conta insustentável. Os dados são claros: a projeção é de piora, não de melhora.


Enquanto isso, a população pouco se preocupa com seu próprio desenvolvimento de longo prazo. Não há revolta porque o Estado entrega um benefício imediato, um “pirulito”. Porém, alguém sempre paga por ele. O problema é que o custo é coletivo, enquanto o retorno não é proporcional nem estruturante.
Centenas de milhões de reais são direcionados a uma parcela da população sem critérios que estimulem evolução pessoal ou produtividade. Ganhos que deveriam estar associados a mérito, capacitação ou transição para autonomia acabam se tornando permanentes. Isso não gera desenvolvimento, apenas dependência.
A pergunta central é: as pessoas não enxergam esse problema ou não querem enxergar?
A lógica política ajuda a explicar. São milhões de eleitores, e nenhum político, em sã consciência eleitoral, quer perder apoio ao enfrentar o problema de forma responsável. O medo de ser criticado ou rejeitado pesa mais do que o compromisso com soluções reais.
Nesse cenário, até os chamados “direitos constitucionais” perdem efetividade prática. Vive-se uma espécie de distopia institucional, em que a frase “Ordem e Progresso”, estampada na bandeira, está cada vez mais distante da realidade. O que resta à população produtiva é pagar mais impostos e sustentar outra parcela do país. A conta simplesmente não fecha.


Esse modelo desestimula empresários, desvaloriza quem produz e transmite a mensagem de que trabalhar e gerar riqueza é penalizado, enquanto a inatividade é recompensada. Isso não é igualdade. Quem recebe não se desenvolve; quem paga é limitado. Onde está a racionalidade desse sistema? Que rumo estamos tomando?
O problema não é a existência de ajuda social, mas para onde e como ela é direcionada.
A prioridade deveria ser o jovem que quer estudar, ingressar em uma faculdade, se qualificar e construir algo, mas não consegue porque precisa sustentar a própria casa, pagar mensalidades, ajudar a família. Muitos abandonam os estudos não por falta de vontade, mas por falta de oportunidade real.
Esse jovem, paradoxalmente, não é visto como prioridade pelo poder público, justamente porque trabalha. Já quem possui renda mínima extremamente baixa recebe auxílio sem qualquer ponte concreta para sair dessa condição.


Essa crítica não é direcionada a um candidato específico. É uma crítica a toda a máquina política, ao modelo estrutural que se perpetua há décadas sem mudanças significativas.
Enquanto isso não for enfrentado com seriedade, o Brasil continuará administrando pobreza em vez de combatê-la, distribuindo recursos sem gerar progresso e adiando, eleição após eleição, as decisões que realmente importam.

⁠Segundo o novo estudo da noética nenhuma associação, ordem ou fraternidade, que tem como princípios básicos o livre pensamento e a prática da tolerância e da moralidade, persistirá no mundo contemporâneo se não tiver, uma forte e solida fundamentação e prática com a espiritualidade espacial e multidimensional.

Te desejo amor... Te desejo paz na alma... Que as palavras de ordem na sua vida, sejam alegria e contentamento...

Pela ordem! Por uma igualdade, paridade e democracia! Todos, tão somente, com o mínimo.


Ruína da abundância pelo trabalho,. Valorização da escassez, preguiça e dependência dos benefícios à compra de votos veladas.

A vida foi feita para dar certo, essa é a ordem natural do fluxo. Pare de atrapalhar.

O homem de fé não descreve o caos, recria a ordem.
Héctor Luiz Borecki Carrillo

⁠Sem Logística não à Ordem e nem Progresso!

Então, o caos é o movimentador de toda a vida e de toda a existência, e a ordem é a permanência transitória das coisas dentro deste fluxo.

O povo paga ao poder público pela ordem e pela segurança, mas, o poder público às vezes se torna um monstro e ataca o povo.

Na alta ordem oficial existe um postulado crescente, que funciona do coronelato ao generalato até o marechalato.

A ordem dos vetores não altera o conduto.