Opressão
A libertação do jugo de influências demoníacas é uma poderosa evidência do amor compassivo e do poder libertador de Deus em favor dos que se encontram cativos e oprimidos.
Se sentes esse vazio no peito, essa sensação de estar avulso e flutuante não entre na sintonia...leia um livro, escute uma música, aprecie a natureza, respire fundo e caminhe sem rumo e observe os detalhes que encontrares nesse caminho, podem parecer bobos e fúteis mas são canalizadores dessa energia que momentaneamente suga tua alma... pois a vida é feita de sinalizações entre percursos de nossa caminhada evolutiva, então prossiga e não desista e dobre a próxima esquina...
Quando teus olhos estiverem vendados pela escuridão oprimindo tua alma, silencie e ORE! Deus expandirá teu caminho em LUZ!
Quando sentires palpitar no peito uma angústia e dor, diga apenas: - Jesus, remova a pedra! E aguarde, que quando menos tu esperar, verás no céu um coração em formato de balão (tua alma) e segurando firme a cordinha (teu cordão umbilical) o nosso Criador. Aliás, quando nascemos, Deus resgata todos eles para que fiquem firmes em Suas Mãos, e no momento certo nos puxe pra fora da pedra.... Clame!
. Ontem o Dc Vaniere Silva expôs com muita propriedade no “ADPARAÚNEW” o “post” expondo o seguinte: “O Evangelho nos ensina a trabalhar pelo Reino de Deus” Steven Lawson, Atinente ao tema, façamos uma reflexão sobre o complexo e conturbado momento; onde as desigualdades, o ódio e a opressão têm assumido um protagonismo cada vez maior na sociedade, deixando de ser exceção e tornando-se regra. Vejamos que o Evangelho pregado por Jesus nos diz que não há construção do Reino sem a busca da sua Justiça, e não há salvação sem preocupação com a vida do povo. Para espelharmos os ditames de Cristo Jesus é fundamental não nos acomodarmos às práticas religiosas, mas, vivermos e praticarmos o que a Palavra nos ensina, acreditando que o Reino de Deus é um todo para toda criatura, especialmente colocarmo-nos ao lado do oprimido, do pobre e daqueles que a sociedade marginaliza. “Aprendei a fazer bem; procurai o que é justo; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas”. Isaías 1:17 Jesus enfatizou mais: “A religião que Deus, o nosso Pai, aceita como sincera e imaculada é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas... e, especialmente, não se deixar corromper pelas filosofias mundanas. Não fazer acepção de pessoas.” Tiago 1:27/2: 1b.
. Estimados(as) nós que cremos no nosso glorioso Senhor Cristo Jesus, nunca tratemos as pessoas de modo diferente por causa da aparência delas, pois: Aquele que não ama a seu irmão, não pode amar a Deus. (1 João 4:20). Amem.
"Talento útil para a humanidade de hoje é aquele compartilhado para aplacar a imensa dor do mundo, afinal, talento que engana, oprime e agride, já estamos cheios."
O feminismo não prega ódio a homens ou modelos de comportamento. Isso é desinformação.
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O feminismo apenas luta por justiça, igualdade, direito à liberdade e respeito. Onde isso é ruim?
Quando você ataca o movimento FEMINISTA, você ataca o direito da mulher:
- ao respeito
-à proteção contra a violência
-à justiça
- à igualdade de direitos
- à liberdade de ser quem ela é
É isso mesmo o que você quer atacar?
Quando a Educação deixa de ser um direito e se torna uma obrigação,
o sistema educacional se torna um sistema penal.
Metade do que ensinamos não é útil nem interessante, não sabemos a diferença entre educação e opressão, o direito à Educação é, na verdade, uma obrigação, não investimos na formação continuada dos professores e nem em recursos que enriqueçam a ESCOLA.
Nossa solução: retirar os celulares dos alunos.
A maternidade não é um projeto privado. É sempre, infinita e exaustivamente, pública.
Uma mulher, depois de ter um filho, renuncia a muitas coisas às quais um homem não renuncia.
EU sou Palestino...a Palestina são aqueles que me antecederam, os meus antepassados.
Eu sou eles, e eles são como eu e todos nós somos Palestinos.
Somos a Resistência.
E os covardes são os invasores
Estadunidenses e Sionistas que desde 1947 atormentam quem só tem as estrelas para contemplar, pois os muros bloqueiam o belo horizonte de Gaza.
Nazi-Sionistas, que querem a terra, que impedem crianças de terem sua infância, então se tornam infantaria de resistência.
Resistimos até nosso sangue escorrer, até vocês nos matarem, mas outros nascerão, por tanto pegue seu plano Nazi-Sionista e vão embora.
Vocês que nunca se fixaram em lugar algum do mundo Árabe, saiam daqui.
Vocês que criaram um livro de mitologia pra dizer que um personagem disse que a terra é de vocês, saiam daqui.
Vocês que foram para a Europa e não se integraram com nenhum outro povo, saiam daqui.
Vocês que quando foram perseguidos na Europa por intolerância e nós os defendemos e salvamos muitos de vocês, saiam daqui.
Saiam daqui e vivam onde quiseres, de menos na nossa terra.
Tapam os ouvidos, porque o que eu digo tiram eles de um conforto velado, conseguido em detrimento do povo
Quando o Sistema percebe que você não se curva...
ele fica desconfortável, se ira e concentra forças para lhe oprimir.
A Revelação de Fia
Era uma vez, em um vasto campo verde, um formigueiro próspero onde vivia uma formiga chamada Fia. Fia era conhecida por sua lealdade e dedicação à rainha e à sua colônia. Ela acreditava firmemente que todas as suas ações, desde a coleta de folhas até a defesa do formigueiro, contribuíam para o bem-estar e prosperidade de sua comunidade.
Fia sempre foi uma guerreira valente, participando de todas as batalhas contra intrusos e ajudando a expandir o território de seu formigueiro. Ela acreditava que suas lutas garantiriam uma vida melhor para todas as formigas, com mais recursos e segurança.
No entanto, um dia, após uma intensa batalha, Fia decidiu subir ao ponto mais alto do formigueiro para observar o resultado de seus esforços. Ao chegar ao topo, ela foi tomada por uma visão chocante. O mundo ao redor era um vasto campo marrom, não de terra, mas de formigas marrons, sua própria espécie, engajadas em uma batalha feroz contra outros insetos.
Fia viu como as formigas marrons, suas irmãs, dominavam e destruíam outros seres vivos. Elas não apenas lutavam por recursos, mas também subjugavam e eliminavam outras espécies de insetos. As vítimas se debatiam desesperadamente por liberdade, engolidas pela maré imparável de formigas marrons.
Abalada, Fia permaneceu lá, observando a carnificina até o pôr do sol. Quando a noite caiu, ela olhou para o outro lado do formigueiro e viu algo ainda mais perturbador. No cume do formigueiro, a rainha estava cercada por troféus macabros – as cabeças de vários insetos, um símbolo de suas conquistas brutais.
Fia, então, percebeu que as batalhas que ela pensava serem nobres eram, na verdade, atos de agressão e opressão. O que ela considerava defesa do formigueiro era, na realidade, uma expansão imperialista que levava sofrimento a tantos outros seres.
Desolada, Fia desceu do topo do formigueiro, sua visão do mundo completamente alterada. Ela compartilhou suas descobertas com as outras formigas, provocando debates e reflexões em toda a colônia. Embora fosse difícil mudar as velhas crenças e práticas, Fia dedicou o resto de sua vida a promover a compreensão e a coexistência pacífica, em vez de conquista e domínio.
Moral da história: O que é bom e nobre para apenas um, e usa a força para reprimir sua oposição, só pode ser nobre visto de uma perspectiva. A verdadeira nobreza se revela quando consideramos o impacto de nossas ações em todos os sere
Tudo é sistema, tudo deve ser sistemático ou não funciona, o que deve ser ponderado são os benefícios ou malefícios. O excesso sempre será opressão.
