Ontem

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O barro que foi feito para se moldar....
Para esculpir... para fazer arte....
Ontem e a 3 anos atrás ceifaram vidas...
A mesma mão do homem que constroi.. esculpe.. faz arte....
Essas mesmas mãos destroem....
O Barro é vida... hoje é morte..
Culpa da ganância... culpa da desordem...
Culpa da irresponsabilidade... culpa da falta de respeito com as pessoas...
Ontem fui luto.. a 3 anos atras fui luto..
E enquanto a vida for tratada com desprezo..com descaso... continuarei sendo luto...
Fecham os olhos... fingem que se importam...
Mas a vida é um sopro... até quando? Até quando? Até morrer mais inocentes nas mãos dos sem carater..
Será mesmo que a vida VALE alguma coisa?
Pra esses poderosos que se acham donos de tudo... a vida não vale nada..
Hoje sò meu silêncio...
#Luto Mariana
#luto brumadinho....

Diferente de antes


Quadradinho...
Tudo bem certinho.
Ontem, hoje, amanhã,
Vive tudo igualzinho.
Previsível, calculado
Sequer olha pro outro lado.
E eu!? Bem, eu
“prefiro ser esta metamorfose ambulante”.
Agora... já estou beeemmm diferente
... de antes 

⁠A cada dia, corrija o erro de ontem. Para que o hoje seja melhor. E amanhã talvez assertivo.

⁠Ontem foi passado
hoje já é presente
o amanhã futuro
junto com o absoluto tempo.
Mas, a história quem constrói somos nós que estamos passando pelo magnífico espaço tempo... Mas,logo deixaremos de existir e o tempo continuará levando nossa história, então viva a vida.

Por: Edilma Azevedo

Paz de Viver


Paz de viver é acordar
e não dever nada ao ontem.
É tomar um café devagar
e ouvir o silêncio sem pressa.


É ter o coração leve,
mesmo quando o mundo grita.
É escolher o que soma,
e soltar o que tira a força.


Paz é casa por dentro.
É perdoar, é agradecer,
é dormir sabendo que fez
o melhor que podia hoje.


Não depende de ter tudo.
Depende de ter o essencial:
saúde, gente boa, fé,
e a certeza de que Deus cuida.


Paz de viver é isso:
viver simples, viver inteiro,
plantar calma onde passar
e colher serenidade.Paz de Viver


Paz de viver é acordar
e não dever nada ao ontem.
É tomar um café devagar
e ouvir o silêncio sem pressa.


É ter o coração leve,
mesmo quando o mundo grita.
É escolher o que soma,
e soltar o que tira a força.


Paz é casa por dentro.
É perdoar, é agradecer,
é dormir sabendo que fez
o melhor que podia hoje.


Não depende de ter tudo.
Depende de ter o essencial:
saúde, gente boa, fé,
e a certeza de que Deus cuida.


Paz de viver é isso:
viver simples, viver inteiro,
plantar calma onde passar
e colher serenidade.

Não se compare com os outros, supere quem você foi ontem. Errar faz parte do processo, mas permanecer no chão é aceitar a derrota. Levante a cabeça, assuma a responsabilidade pela sua vida e faça o que precisa ser feito, com ou sem vontade. A sua vitória não será um acidente, será o resultado direto da sua disciplina. *Bora pra cima*
*Erico Rocha 😊*

O ontem, o hoje e o amanhã, as veses se mistura em minha mente . O ontem tão distante ainda me parece tão presente. O hoje passando tão voraz . Não sei se estarei aqui para receber o amanhã. Nesse mundo indecifrável vivemos uma ilusão. Agora já não me importo com o ontem, pois tudo encontra-se perto do fim. A dor e a tristeza de ontem estara na passado. Sigo aqui gargalhando, se meu amanhã chegar pode ser que se esqueça de trazer de volta o que me fez ontem chorar. Boa noite .

PENSAMENTOS

Ontem eu disse para o meu presente que o futuro agora vira o instante que deixamos pra trás!
Hoje eu digo que o passado sirva de reflexão das escolhas do presente e que o futuro a cada momento vindouro não tenhamos nenhum arrependimento!

ORAÇÃO PARA UM HERÓI

Papai do céu!
Quero falar que não gosto de heróis!
Ontem acordei com beijos do meu pai
Estava fardado pra ir pro serviço...
Ele falou baixinho no meu ouvido
Que me amava muito, muito mesmo !
Encheu-me de beijos e foi trabalhar.
Minha mãe veio me contar mais tarde
Do assalto que houve num banco
Que para defender uma mulher
E seu filho que chorava muito
Meu pai fora baleado e tinha morrido .
No enterro do meu pai
Haviam muitos policiais
Fizeram muitas homenagens
Disseram que meu pai era um herói.
Papai do céu !
Por que herói tem que morrer?
Queria ter meu pai aqui comigo
Não queria que ele se tornasse um herói.
Agora não terei mais seus beijos
Nem seus abraços e seus carinhos .
Jesus , cuida do meu pai aí no céu !
Diga que eu nunca vou esquecer dele
Que sempre vou amar e lembrar
De tudo que ele falou pra mim.
Papai do céu!
Eu não gosto de heróis
Mas eu gosto muito do meu pai !
Agora vou dormir pra sonhar com ele
Quem sabe ele possa assim me beijar
E falar de novo que me ama
Porque eu amo muito meu pai !
Boa noite Jesus!
Amém!

AUTOR – JOÃO BATISTA BARBOSA

Me desculpe
É que ontem eu estava cansada!
E hoje...
Estou igual a ontem.

As histórias de ontem e nossas antigas lições são importantes, mas a vida é o hoje e sempre o tempo vindouro à frente. Não precisamos caminhar com todo o peso morto dos infortúnios e dos poucos sucessos do passado. Hoje nos reinventamos e nos conquistamos, afastados de nossos medos e incertezas para a construção de um futuro bem mais inteiro, feliz e melhor.

Hoje humildemente sei que fui bem menos do que fui ontem e verdadeiramente sei que sou infinitamente menos hoje do que serei amanha.

Escrita

Ontem, escrevi um poema. Um poema cheio de palavras insignificantes que transbordavam pelas linhas de minha memória.
No primeiro momento, entreguei-me à fantasia.
Depois, rememorei o que ainda não havia acontecido.
Senti a emoção e o arrepio dos deuses com as palavras que não eram só minhas.
Troquei o ponto final pela vírgula.
E, apesar de inacabado, o publiquei.

Ambiguidade

Não confunda alhos com bugalhos!
Ontem eu encontrei você.
Estava linda,
pronta pra sorrir.
E lembrei da carta
que lhe escrevi.
Eram só palavras,
sem qualquer significado especial.
Mas você nem leu.
Nem sorriu pra mim.
Era só um sonho.

Onde o Tempo Não Existe

E se o tempo nunca tivesse existido?

Se aquilo que chamamos de ontem,
hoje
e amanhã
fosse apenas uma maneira limitada
de organizar o infinito?

Talvez exista algum lugar
onde eu ainda tenha um ano.

Onde minhas mãos ainda sejam pequenas
e eu não saiba que um dia
vou aprender o significado da palavra saudade.

Nesse mesmo lugar,
eu tenho cinco.

Corro sem saber que estou correndo
para longe de uma infância
que passarei o resto da vida tentando encontrar.

Tenho dez.

Ainda existem pessoas ao meu redor
que, em outra parte dessa linha,
já não estão mais aqui.

Eu olho para elas,
converso com elas,
e não faço ideia
do privilégio que é poder ouvir suas vozes.

Tenho quinze.

Acredito que a vida está começando.

Tenho vinte.

Acredito que tenho tempo.

Tenho trinta.

Começo a perceber
que algumas portas se fecharam
sem fazer barulho.

Tenho quarenta.

E talvez já olhe para os vinte
como quem observa uma pessoa
que um dia conheceu muito bem.

Tenho cinquenta.

Sessenta.

Setenta.

Cem.

E se todas essas versões de mim
não estiverem esperando para acontecer?

E se elas já existirem?

Agora.

Todas juntas.

Talvez em algum lugar
o menino esteja sentado ao lado do velho.

O menino pergunta:

“Quem é você?”

E o velho responde:

“Sou aquilo que aconteceu com você.”

Mas talvez o velho também pergunte:

“E você, quem é?”

E o menino sorria:

“Sou aquilo que você perdeu.”

Então os dois ficam em silêncio.

Porque nenhum deles está realmente no passado.

Nenhum deles está no futuro.

Somos nós que atravessamos a vida
acreditando que deixamos versões nossas para trás.

Mas e se ninguém tiver ficado para trás?

E se a criança ainda estiver brincando?

Se o adolescente ainda estiver sofrendo
por algo que hoje parece pequeno?

Se aquele dia perfeito
ainda estiver acontecendo em algum ponto
que nossos olhos já não conseguem enxergar?

Se as pessoas que perdemos
ainda estiverem sentadas naquela mesa?

Se aquela porta ainda estiver aberta?

Se aquela voz ainda estiver dizendo nosso nome?

Talvez o tempo seja apenas uma parede
que nos impede de ver tudo de uma vez.

Porque seria insuportável.

Imagine olhar para uma pessoa que você ama
e enxergar simultaneamente
o bebê que ela foi,
o adulto que ela é
e o último dia em que você poderá abraçá-la.

Imagine olhar para si mesmo
e ver todos os seus rostos.

O primeiro.

O de agora.

E o último.

Talvez seja por misericórdia
que enxergamos apenas um instante de cada vez.

Talvez o presente seja uma pequena janela
aberta sobre algo infinitamente maior.

Mas às vezes…

em certos sonhos,
em certos cheiros,
em certas músicas,
em certos silêncios,

parece que alguma coisa quebra.

Por alguns segundos,
temos cinco anos outra vez.

Dez.

Quinze.

Vinte.

E não estamos lembrando.

Estamos lá.

Talvez seja por isso que algumas lembranças doem tanto.

Porque talvez a memória
não seja exatamente olhar para trás.

Talvez seja tocar, por alguns segundos,
um lugar onde aquilo ainda está acontecendo.

Um lugar onde ninguém envelheceu.

Ninguém foi embora.

Nenhuma despedida aconteceu.

Onde todas as nossas idades
estão sentadas na mesma sala,
esperando umas pelas outras.

E talvez, quando tudo terminar,
não exista um fim.

Talvez apenas descubramos
que nunca estivemos caminhando por uma linha.

Estávamos dentro de algo eterno.

E então veremos:

o primeiro choro,
o primeiro passo,
os amores,
os erros,
as perdas,
os reencontros,
a juventude,
a velhice,

todos acontecendo
no mesmo instante.

E talvez finalmente entendamos
que o tempo nunca levou nada.

Nós é que só conseguíamos enxergar
uma parte da eternidade por vez.

Viva cada dia um novo momento,
Guarde no peito o melhor sentimento.
O ontem passou, o amanhã vai chegar,
Mas é no hoje que a vida ensina a amar.
Não tenha medo de recomeçar,
Há sempre um novo sonho para realizar.
Quem vive com fé transforma a dor em luz,
E encontra esperança nos caminhos que Deus conduz.
Helaine machado

"Ontem eu te vi"

Ontem eu te vi.


No mesmo lugar que orou pra sair.


Eu vi quando você pediu uma saída,
quando prometeu que nunca mais voltaria.


O que prometeu não conseguiu cumprir,
escolheu cair invés de me ouvir.


E mesmo sabendo onde aquilo ia te levar,
você voltou.


Ontem eu te vi
acordar pensando:
“o que foi que eu fiz?”


Eu vi o peso que você carregou em silêncio,
a vontade de voltar no tempo
e fazer diferente.


Mas me diz...


O teu coração se vende por tão pouco?


Valeu a pena?


Você sabe que não.


Eu te falo para fugir
e você não me escutou.


Eu não estava tentando tirar de você
aquilo que te fazia feliz.


Eu estava tentando te livrar
daquilo que um dia faria você chorar.


Mas você chamou de liberdade
aquilo que estava te prendendo.


Chamou de escolha
aquilo que já tinha virado hábito.


E então, no último dia,
o pecado que decidiu domar
e tratar como um bichinho de estimação
traz a conta.


Porque tudo aquilo que você alimenta
um dia cresce.


E aquilo que você achou
que conseguiria controlar,
agora controla você.


Valeu a pena?


Me diz.


Quantas vezes você disse
“é a última vez”?


Quantas vezes prometeu
que amanhã seria diferente?


Quantas vezes caiu,
levantou,
chorou,
pediu perdão...


e voltou para o mesmo lugar?


Eu estava lá.


Quando ninguém viu.


Quando você fechou a porta.


Quando fingiu que estava tudo bem.


Quando sorriu para todo mundo
e por dentro estava cansado de lutar.


Eu vi.


Eu quero te ajudar,
mas você não se ajuda.


Não porque eu não possa te levantar.


Mas porque você continua escolhendo
aquilo que te derruba.


Eu estendo a mão.


E você continua olhando para trás.


Você pede que eu mude a sua vida,
mas ainda segura aquilo
que está destruindo ela.


Você pede uma nova história,
mas insiste em voltar para o mesmo capítulo.


Então me escuta.


Eu não desisti de você.


Se eu tivesse desistido,
você não estaria lendo isso agora.


Você ainda pode voltar.


Ainda pode largar.


Ainda pode dizer não.


Ainda pode escolher diferente.


Mas não espere perder tudo
para perceber o valor daquilo
que eu estava tentando preservar.


Porque talvez o seu maior erro
não tenha sido cair.


Talvez tenha sido acreditar
que precisava continuar no chão.


Eu te vi cair.


Eu te vi chorar.


Eu te vi se arrepender.


E eu também vi
todas as vezes que você tentou esconder de mim
aquilo que eu já conhecia.


Eu não quero a sua perfeição.


Eu quero o seu coração.


Então volta.


Antes que aquilo que hoje parece pequeno
se torne aquilo que amanhã
você vai implorar para esquecer.


E quando você olhar para trás
e perguntar:


“por que eu não ouvi?”


Lembre-se...


Eu estava falando com você o tempo todo.

Foi ontem, quando começou nossa eternidade! Quando nos reconhecemos, assim o amor se fez, de uma vez para nunca mais se repetir igual e tão perfeito!

Que hoje seja diferente de ontem...
E que você possa aprender hoje o
que ontem deixou passar...
E que não passe Deus, desapercebido diante da sua presença, que seja tudo, assim como fosse um Rio no meio de um deserto!

A firma é forte!
Ontem eu chorei...
Hoje eu venci!