Ondas

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Quando a mente para de lutar contra as ondas, ela descobre que sempre foi o próprio mar.”

Me ame no choro no riso.
Me ame no olhar no beijo no abraço…
Me ame no infinito, nas ondas do mar…
Mas o que eu mais quero.
É que me ame e deixe eu te amar…

⁠Todo santo dia, sou eu quem desperta
Nas ondas do tempo, numa busca incerta.
Puxo o assunto, respondo histórias,
Investindo em sonhos, costurando memórias.

Mas o que estou fazendo, pergunto ao vento,
Se o eco que volta é puro tormento.
Escrevo palavras, poemas gigantes,
E o retorno é um "curtir" distante.

Se a pessoa não quer o mesmo que eu,
O esforço é vão, é caminho sem céu.
Chamei-a para um beijo, duas, três vezes,
E o silêncio responde, quebrando as leis.

Ela pode estar ocupada, não poder sair,
Mas se quisesse, faria o convite fluir.
"Não posso hoje, mas vamos amanhã?"
A chama de quem realmente se empenha.

Forçar amizade, amor ou atenção,
É plantar em terreno seco, sem coração.
O que é verdadeiro, flui sem barreiras,
Em solos férteis, brotam as primeiras.

Todo santo dia, essa lição se repete,
Na maré do tempo, a verdade reflete.
Se é preciso forçar para fazer funcionar,
Então não é real, é melhor deixar passar.

Que o amor, a amizade, o reconhecimento,
Sejam naturais, fluam no vento.
Pois o que é de verdade, vem sem esforço,
E enche a alma, trazendo conforto.

Se a Palavra de Jesus ordena ao mar da nossa vida que se aquiete e as ondas obedecem, por que cargas d'água a ansiedade ainda insiste em agitar nosso próprio coração? O mesmo Cristo que cessa a tempestade lá fora é quem nos convida a aquietar a alma e a descansar na plena certeza do Seu amor.

Variáveis infinitas viajam pelo espaço em ondas massivas, proporcionais à distância que define o próprio lapso temporal. Dessas paredes finas de uma realidade ambígua, compreendemos que a distância é apenas a expressão da expansão do universo — e atravessamos essa horda massiva sob o obstáculo da observação.
​Telescópios espaciais, com suas visões em raios-X e infravermelho, entregam parâmetros com os quais Galileu Galilei apenas pôde sonhar ao olhar pelo telescópio que hoje resplandece no passado. Na adversidade do espaço sideral profundo, encontramos um sentido contemporâneo para histórias que atravessam a eternidade da distância e para a interpretação do microcosmo.
​Antes, olhávamos perplexos para a grandeza do cosmos e para a própria ignorância humana. Hoje, a poeira de estrelas dilaceradas ganha contornos de realidade e traduz a nossa busca por vida. A cada fogueira alucinada no tempo, contamos histórias para que, um dia, sejamos parte de um momento histórico em que a vida seja tão comum que nada do que fizemos pareça extraordinário na história de uma galáxia colonizada. Afinal, somos a poeira que se atreveu a falar, que tentou, na adversidade, compreender o inexplicável e provar que só compreendemos com o passar das eras.
​O Grande Filtro, a vida em potencial em Marte, em meteoros ou nos oceanos sob o gelo de Europa — até mesmo nas nuvens densas dos gigantes gasosos —, reveals que há coisas cuja existência ainda não compreendemos, mas observamos e contemplamos.
​Nossa pequenez diante do macromundo espiritual mostra que mal saímos das paredes da caverna de pedra e já entramos na caverna digital. Mal compreendemos a nós mesmos, pois ainda não vemos o universo como um organismo vivo; vemos apenas a poeira se mover, colidir e formar novas estrelas em uma dança cósmica infinita, em magnífica e contínua construção.
​Ainda assim, vislumbramos que o emaranhamento quântico nos conecta às veias do universo — exatamente como o homem um dia sonhou em voar, impulsionado por suas maravilhosas loucuras. A aventura de olhar para a Lua de dentro da caverna nos deu o senso crítico necessário para prosseguir na jornada da descoberta e da profunda autodescoberta de nós mesmos.
​— Celso Roberto Nadilo

​A mente domina o fluxo de ideias que flutuam nas profundezas da percepção.
​As ondas massivas, proporcionais ao reino que nos cerca, destituem a atração que nutrimos pelo obscuro no sentido contemporâneo.
​O ar frio parece flutuar sobre as ações do cosmo — ainda que o ar não se propague no espaço, pois não há matéria no vácuo profundo. Contudo, a ausência aparente de gravidade não significa que ela não exista. Nem todo procedimento pretende explicar aquilo que pesquisa.
​Levamos em conta que ter consciência é transmutar a relatividade do estado de espírito para o estado físico, onde os proporcionais derivam da probabilidade oculta em uma propriedade real. De frente, o horizonte de eventos massivo parece a anotação de uma anomalia espacial.
​O continuum do espaço é a beirada de um abismo emocional. Quando olhamos para a escuridão do buraco negro, vemos o cubismo político ao fundo; o passado de uma estrela em colapso estrutural evapora, enquanto o ato de engolir matéria a faz girar no próprio periférico de seu eixo. O núcleo de ferro roda rachado, pois, dentro de sua massa, a energia do começo do universo se mostra tão instável quanto o seu primeiro instante.
​No fluxo contínuo do emaranhado quântico, dividimos sonhos. Estamos ligados pelas linhas do tempo, mas, ainda assim, não compreendemos o universo em que vivemos.
​A linha da compreensão debate-se contra a linha da ignorância. Voamos pelo deserto atroz dos pensamentos, e, dentro de cada conclusão, há movimento — pois um átomo só existe porque há um movimento contínuo e a pressão da gravidade. Ao olharmos para dimensões menores, vemos projeções do universo que habitamos e deformamos.
​Que o frio da alma, então, seja apenas a neblina de nossas essências fundidas na célula de Deus.
Por Celso Roberto Nadilo

Novo caminho da garoa...


Num suposto sonho de telema...
As ondas são valores éticos e místicos
Até que horas passem num voo de momentos...

Num profundo espectro visual, mares em ondas espaciais causam sensações de sóis mortos. Clamores da percepção cotidiana ecoam em nossa mente, pois o som não se propaga no espaço. Dentro das conexões orbitais, florescem seres que obliteram nossos olhares.
​Na desfrute da culpa, as imagens são manipuladas para que tenhamos uma compreensão inata do cosmos. Ao mesmo tempo, vemos experimentos científicos onde o ato de observar transforma o fluxo de novas crônicas nas ideias. A abnegação entre céticos da conspiração e o negacionismo expõem as barreiras e o apodrecimento do intelecto humano. Muita pressão sobre as placas tectônicas demonstra um movimento que transcende o campo magnético da Terra, enquanto em alguns neurônios surgem os lampejos do terraplanismo. Falta o olhar crítico da filosofia na especulação científica, e da ciência na ficção científica; toda trama especulativa colide com a realidade ambígua e com o primordial da alienação conectiva.
​Os buracos negros são expostos como uma forma apocalíptica e passiva na ordem massiva, dentro da continuidade em que o relativismo toma conta do universo conhecido. A ficção científica é um quintal cheio de flores e fronteiras, onde contemplamos o futuro com o glamour de tanta riqueza e beleza. Olhamos dimensões que balançam nossas mentes, fazendo-nos pensar e sonhar na utopia singular da aventura diante da adversidade — porque o homem é a simplicidade do próprio universo se observando num suposto piscar do tempo.
​Ainda assim, continuamos a ser bots humanos, robôs dominados pela alienação. Como questionar a alienação da realidade quando ela se aliena diante da própria alienação intelectual?
​Observar a ilusão da caverna digital exige olhar a verdadeira imagem fora dela: ver o horizonte e sentir a "floresta negra". O medo de ser limitado pelo senso comum é empolgante, pois relatos de abduzidos surgem por todo lado, embora a distância entre os planetas sugira que mundos habitáveis estejam muito, muito longe. Cones de alumínio e convenções de séries de ficção científica misturam personagens e genialidade, construindo seres críticos e criando uma atmosfera para o primeiro contato — mesmo que este pareça irrelevante, pois a distância física é quem define as regras.
​A beleza hipnotizante do universo nos faz crescer em moral e ética, concedendo-nos momentos de lucidez diante das adversidades do cosmos. Afinal, são os precipícios da interação que devem conectar a humanidade dentro das vastas conexões do universo em que vivemos.
Por Celso Roberto Nadilo

​Nas ondas gravitacionais emanadas, os quadros do alinhamento mental da gravidade surgem como uma tela em branco. Expõem-se seus poros e alinhamentos — tridimensionais ou bidimensionais —, que atentos observamos.
​Nas zonas mais profundas, os buracos negros são expostos em dimensões infinitamente sobrepostas e programadas. Revelam hexágonos no interior de buracos de minhoca, num paradoxo circular retido em uma bolha gravitacional. Dois funis de energia convergente sobrepõem-se à singularidade.
​A simetria da garganta, vista de ângulos distintos, dá a sensação do próprio espaço-tempo. E quando esse ar e esse tempo coexistem no ponto onde tudo se fragmenta, a realidade se rasga.
​As ondas de gravidade ditam as regras sob as quais o tempo e o espaço se curvam, curvando-se, também, diante dos diferentes ângulos da luz.

Nas ondas do conhecimento temos as nuvens em contraste do dualidade o luar e as estrelas que encantam o feitiço do amor.
num estado primitivo as areias são partes dos céus que clama pelas poeiras do tempo. Olho o horizonte sinto seus lábios em minhas lembranças.
Calida minha alma no anoitece um manto negro de estrelas com doce luar...
Nuvens camadas de sonhos num mundo de ilusão de uma sensação boa que o amor parte de tudo e tudo e parte mim.

D'água


Na praia eu observo a dança e a gentileza do oceano,que sempiterno traz suas ondas para a areia a fim de exibir seu manto de espuma.


...E sempre retorna para encontrá-la
em uma coreografia nas areias."


Jorge B Silva

"Forno de micro-ondas de pobre é pimenta: esquenta a comida que é uma beleza e é muito mais barato que 'o outro'!"
0759 | Criado por Mim | Em 2014


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

ATRAÇÃO DO MAR
Murmura o mar
No barulho das ondas
Na profundeza de suas águas
No infinito, onde o sol no entardecer se esconde

No mar...Tudo é magia tudo é mistério
E o meu olhar meio que perdido, mas perplexo acompanha
Gaivotas que pousam em ilhas distantes
Peixes enormes e saltitantes

E é nessa calmaria e volúpia constante
Que me aproximo devagarinho, meio que intimidada
Diria até mesmo que hipinotizada
Molhando meus pés nas águas frias e salgadas
Pelas ondas mansinhas de espuma prateada

Aos poucos vou sentindo todo meu corpo molhado
Mergulho entre as ondas me sentindo beijada
Num abraço apertado sou lançada na areia
Me sentindo como se fosse a própria sereia

E num cansaço gostoso me deito na praia
Como se tivesse ao mar me entregado
E com todo o amor, o mar me amado

Inserida por Waldetes

Muitas vezes somos como o mar: persistentes como as ondas, fortes como a correnteza, mas as vezes fracos como a maré-baixa.

Inserida por danilogutofeli

Vivemos em uma barco onde as ondas da vida balançam gradativamente, passamos por períodos tranquilos e por grandes tempestades. Mas o que realmente importa não é o tamanho do nosso barco , mas sim quem nós temos dentro dele. Jesus pode estar dentro do seu barco esperando somente você chamá-lo para acalmar a tempestade. Não abandone teu barco pois o inimigo sempre tem um bote te esperando para sair da presença de Deus.
" Aquele que acalma a tempestade se encontra no teu barco, basta você chamá-lo para dar uma solução em tua vida. "

Inserida por willianmsa13

O coração é um mar onde quem não sabe nadar é carregado pelas ondas.

Inserida por willianmsa13

Os sonhos são incontáveis como a areia da praia, mas as ondas vem e os levam de nós e quando surpresos pegamo-nos pisando neles com os próprios pés.

Inserida por ninaro

A música é tão forte que, ainda que as bocas se calem, as ondas, as tempestades ou até mesmo as pedras cantam.

Inserida por sais

"Tão suave quanto as ondas do mar a ir e vir,
com um perfume mais doce que a brisa da primavera,
tão quente quanto o mais intenso raio de sol do verão.
Assim me lembro do teu corpo."

Inserida por airtonjone

As ondas dos céus


O Céu está refleto de estrelas
o futuro aqui bem proximo de nós
espero os anjos voltar...
em douradas rotas quando rodas


Mil vezes iguais
o vento lá fora diz o que o coração já prévia
nas canções de hoje...
o amanhã não é o mesmos de outros

ainda não serviu o novo
começo de coisas que não vi e espero ver
nas fontes renováveis de uma alma solitária
Estende teus braços e sustentas sobre se

véus empregados bem no fundo do tempo
o universo é minha casa...
todos os dias a beleza, descanso, e a felicidade da simplicidade
Deus meu oxigénio inspira luz que está presente no ar, em tudo


bem perto posso sentir toques do criador
poder interior...
as ondas sonoras, filho do homem sempre acreditei no amor
E o verdadeiro amor é que nunca acaba somente ama.

Inserida por thiago07lucas