Ondas

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Pegadas na areia são marcas que as ondas levarão certamente, mas se você caminha sobre elas carregando em seu coração o amor ao próximo, ficarão registradas na eternidade, porque são passos importantes que estará dando em direção ao nosso Pai Celestial.

Sabedoria é saber surfar nas ondas da vida. ⁠

Enxofre na Alma (música)


O céu azul ainda corta o horizonte,
Ondas quebram como um respirar sem fim,
Sentado no asfalto frio, imaginando outras dimensões.


Amar a distância sem de fato ter você,
Agora me faz sentir ter apenas enxofre na alma.
Foi leve como amar as ondas do mar,
Foi bom quanto respirar na brisa...
O céu ainda é lindo, mas sem você.


O amargo do escolher deixar você viver sem mim me pegou,
Amar você tem sido como assistir um grande amor viver.


Se ainda tivesse uma chance, eu aproveitaria!
Se ainda me amasse, eu amaria como se nunca tivéssemos separado!
Se ainda tivesse amor um para o outro, eu viveria cada segundo!


Pena não estar comigo nessa dimensão agora,
Eu estaria cada segundo ainda a amando.
O amargo do escolher deixar você viver sem mim me pegou,
Amar você tem sido como assistir um grande amor viver.
Se ainda tivesse uma chance, eu aproveitaria!
Se ainda me amasse, eu amaria como se nunca tivéssemos separado!
Se ainda tivesse amor um para o outro, eu viveria cada segundo!


O céu ainda é lindo... mas sem você.

O Oceano
A dislexia é como nadar em um oceano onde as ondas não seguem o mesmo ritmo para todos.
Enquanto algumas crianças navegam com facilidade pelas palavras, outras precisam lidar com correntes mais fortes, letras que se movem como água e caminhos que parecem mudar o tempo todo.
Mas isso não significa incapacidade.
Significa que esse cérebro aprende de um jeito diferente.
E quando encontra apoio…
ele não apenas aprende — ele cria novas formas de ver o mundo.
Quebra-cabeça
A dislexia é como montar um quebra-cabeça onde as peças insistem em virar, trocar de lugar ou não encaixar como esperado.
Não é falta de inteligência.
É um caminho diferente até a imagem final.
Com tempo, estratégia e acolhimento…
A criança consegue montar — e muitas vezes enxerga detalhes que outros nem percebem.
Semáforo Diferente
Aprender a ler, para uma criança com dislexia, é como dirigir em uma cidade onde os sinais não seguem o padrão.
Às vezes o verde demora mais para aparecer.
Às vezes o caminho parece confuso.
Mas com orientação certa, paciência e prática…
Ela aprende a se orientar — do seu jeito.
A dislexia é como uma semente que não cresce no mesmo tempo das outras.
Enquanto algumas florescem rápido, ela precisa de um solo mais específico, mais cuidado e mais tempo.
Mas quando cresce…
Surpreende pela força e pela forma única.
A dislexia não define a capacidade de uma criança.
Ela apenas mostra que o caminho da aprendizagem pode ser diferente.
Quando entendemos isso, paramos de cobrar “igual”
E começamos a ensinar com respeito.
Nem todo cérebro aprende da mesma forma —
E tudo bem.
Gotinhas de Amor
Oceanos da Diversidade

Oceano Atlântico


Oh! Atlântico!
Eu sonhei em ser uma das suas ondas
em todas aquelas tardes
em que a minha existência
pousava nos braços da profundidade
que acolhia a minh'alma...


Oh! Oceano!
Em todos os meus dias
eu sempre sonhei
em ser como o Senhor...


Uma única lágrima minha
poderá um dia
ser acolhida
entre as suas ondas?...


✍©️@MiriamDaCosta

"Forno de micro-ondas de pobre é pimenta: esquenta a comida que é uma beleza e é muito mais barato que 'o outro'!"
0759 | Criado por Mim | Em 2014


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

Quando a mente para de lutar contra as ondas, ela descobre que sempre foi o próprio mar.”

Olhos navegantes




As ondas trouxeram mensagens, mas a localização não estava no radar,


uma informação gerou um pensamento que por sua vez gerou vibrações no alinhamento certo,


a distância é a mesma para quem já faz parte da mesma conexão,


no fechar aventureiro e navegante dos olhos o santuário reascende e lá está ela linda e de braços abertos correndo na minha direção.

O passado vai e volta como as ondas do mar, mas nunca é a mesma coisa.

O canto da sereia




O canto das sereias acalma as ondas do mar,


O canto das sereias causa ilusão profunda nos homens,


O canto das sereias foi ouvido e aplaudido pela lua e então ela deu vida ao brilho das estrelas,


O canto das sereias ao mesmo tempo que trás paz e oferece sua luz, ele cega e trás o caos de um jeito sínico e malicioso.

Ondas de luz


Seja luz por onde passar,


Antes do fim podemos aproveitar intensamente os vários começos,


A gratidão pode ser explorada todos os dias com abundância através de nossos abraços, sorrisos, exposição declarada de nossos melhores sentimentos e porque não também ser notada com maestria e empatia por intermédio da nossa reciprocidade.

Por você...




As ondas eram gigantes, mas em cada braçada os sentimentos me colocavam no jogo de novo e de novo,


Se você tem alma eu vou sentir a sua aura, se você tem caráter eu vou suprir as suas necessidades, se você tem coração eu vou sentir o teu amor e vou te amar também,




Poço demorar a vencer esta turbulência, mas te prometo que lá na frente eu vou te alcançar, e não por acaso eu vi a tua identidade, eu reconheci a tua representatividade, e sim brigarei incansavelmente por cada braçada para derrubar essas ondas gigantes.

Aonde está você?




Uma cadeira ocupada,


pés na areia,


as ondas do mar quebrando com seu barulho de paz,


Mas,,,


A frente, o por do sol gritando, aonde está você?

As consequências das nossas escolhas são como ondas no lago: podem demorar a chegar, mas nunca desaparecem.

CARTA I: A Condenação


Eis que a multidão estava tão agitada como as ondas do mar, e exclamavam — homens e mulheres, jovens e idosos — com tom azedo:


— Heeee! Heeee! Matem-no! Matem-no!
— Deem-no de comida aos cães!
— Rebelde! Rebelde! Rebelde! Rebelde!


Então condenaram-me por agir indiferente à multidão. Apedrejavam-me antes mesmo que eu lhes revelasse os seus pecados. Queriam silenciar-me antes que o karma e a justiça testemunhassem por mim.


Houve alguns que se ofereciam como escravos às mãos que tiranizavam a nação; outros reduziam-se a servos daqueles que dissipavam os poucos fragmentos de dignidade ainda existentes entre nós. Por recusar servi-los e por negar-me a participar das suas práticas imundas, sentiram-se confrontados pela minha posição.


Antes que me lançassem à masmorra, arrastaram-me com cordas diante de nomes pomposos. E, no cemitério da minha esperança, apenas tumbas se formavam.
As crianças riam; os velhos zombavam de mim. E os meus próximos… esqueceram que eu existia. Diante deles fui visto como vento: invisível, intangível. Aliás, o vento ainda é perceptível; infelizmente, para mim, ninguém me percebia. A minha presença, para eles, reduzia-se a números, diminuindo pouco a pouco, até que não restasse unidade alguma.


Fui abandonado e entregue pelos meus próprios amigos, vizinhos e parentes, que também vociferavam pela minha sentença ao lado da multidão:


— Condenai-o! Condenai-o!
— Enforquem-no! Enforquem-no!
— Joguem-no ao calabouço! Joguem-no ao calabouço!


Uns até debochavam, dizendo:


— Não és tu o herói? Então por que não ages contra nós? Onde está a tua coragem?


E soltavam gargalhadas em tom agudo:


Hahahahaha! Hahahahaha! Hahahahaha!


Outros cuspiam-me no rosto, enquanto os opressores falavam:


— Não sabes tu que não deves ir contra as leis da sociedade?


Então respondi-lhes:


— De que servem as leis se não visam proteger os fracos dos poderosos? De qualquer maneira, este julgamento não busca a verdade; apenas ratifica a culpa de quem é vítima.


Eles insistiram:


— Todos estamos subordinados às normas da sociedade. O que te dá o direito de desobedecê-las?


E eu respondi:


— Seja qual for a resposta — satisfatória ou não — o resultado será o mesmo: condenação. A lei está ao vosso serviço, não vós ao serviço dela.


Novamente perguntaram:


— Quem pode estar acima das normas? Por acaso não são elas que nos orientam?


Então respondi-lhes:


— As normas não podem estar acima da vida. Somos nós que as criamos; nunca elas que nos criam. Somos nós que as instituímos para que nos orientem.


Furiosos com a minha resposta, disseram:


— Desgraçado! Como te atreves a desrespeitar-nos? Já que não queres submeter-te, far-te-emos arrepender deste dia.


A multidão, cega e incauta de esclarecimento, apoiava veementemente os opressores. Não conseguiam distinguir o certo do errado; o puro do impuro; o joio do trigo; a tartaruga do cágado; o leopardo do guepardo.


E eu olhava para eles como um bando de jumentos sem direção. Então perguntei-lhes:


— Se a lei não condenasse os mais vulneráveis,
vós temeríeis as tropas que vos deviam proteger?
Não ousaríeis confrontar o que vos oprime?
Não teríeis o direito de exigir que vos tratassem com justiça?
Não protestaríeis contra aqueles que vos governam?


Os lordes, temendo que tais perguntas despertassem o povo e que, conscientes da verdade, pudessem rebelar-se, imediatamente ordenaram que me conduzissem à prisão de Kakanda, para que, dentro de dois dias, se realizasse o meu julgamento.


Durante esse intervalo, não comi nem bebi.
Dois dias depois daquela agitação diante dos lordes, organizaram um banquete para celebrar o meu julgamento e rir-se do meu atrevimento. Estavam presentes homens de todas as classes — nobres e plebeus — reunidos para assistir ao meu juízo.


"E, enquanto brindavam à minha sentença, eu era conduzido às trevas do calabouço."


In Cartas de Um Condenado. ✍️

sou todo ouvidos,
dismórfico.
as falas — os sons,
suas ondas —
tecem
um eu
entrelaçam-se aos meus.
(esvaído, 4 de dez. 2025).

LIVRE AO MAR
Na terra, preso estou.
Livre em ondas serei.
Junto ao meu barco vou.
Neste mar viverei.


Os ventos do leste guiam-me ao sol,
Neste maravilhoso anoitecer.
Ventos leves nas velas me levam
A procura do meu tesouro, viver.


Ondas, tormentas e tufões começam
Na chuva noturna, o vento forte sopra e me quebra
O casco do barco parte no atlântico. No fim viverei?


A deriva...
Jovem ao mar, sem salvação...
Livre agora sou...

Na simetria das tuas curvas, as grandes ondas de um mar intenso: corpo belo de uma estrutura fascinante, alma profunda, sentimentos verdadeiros e cheios de vida como as águas expressivas e transparentes; a estrutura de um mundo que inspira

Tal similaridade é significativa, exuberante e faz todo sentido. Os olhos ficam facilmente exultantes, agradecidos, contemplando pessoalmente essa existência tão genuína, interessante, que, às vezes, aparenta ser uma espécie de arte marítima inevitavelmente marcante.

A essência do teu coração é um mar aberto, um lugar mais afastado, um acesso difícil que, depois de ser conquistado, faz compensar todo o esforço atribuído. Lidando com os teus comportamentos agitados, nadando pelo teu íntimo renovador, encontra-se mais amor e veemência a cada nado.

⁠Fios volumosos e encaracolados, ternura sedutora, mar de sentimentos acalorados, ondas expressivas nas tuas curvas, atração cintilante nos teus olhos, paixão abrasadora, formosura exuberante, coração intenso, semblante audacioso, olhar sedento, universo majestoso, um aspecto muitas vezes discreto, já em certos momentos, é provocante, misterioso, mas de um jeito ou de outro, é interessante, um amor caloroso, profundidade entusiasmante ao mergulhar cada vez mais fundo, amando-te e fomentando a tua felicidade, um feito e tanto, havendo a devida mutualidade.

Almejada ⁠liberdade de um céu azulado, a expressividade de um mar azul, curvas e ondas, olhos iluminados, olhar corajoso, uma flor amável que se destaca de um jeitoso majestoso mesmo em um jardim bastante florido, onde cada detalhe seu é primoroso, corpo bem desenhado, amostra de um paraíso, aspecto sedutor, rosto delicado, espírito caloroso, essência rica em amor, sentimentos raros, vívidos cabelos soltos, sabor de entusiasmo, impacto fortemente enriquecedor.