Ondas
Asas da Imaginação
Como é lindo ver no mar as ondas a levantar,
Apreciar o balanço das embarcações a navegar,
Sentir o frescor que vem de seu interior,
Nas tardes de verão quando estou com meu amor,
Olhar o mar é poder aguçar a minha imaginação,
É conviver com a natureza e ter a sensação,
De estar flutuando pelo meu pensamento,
Sem a responsabilidade naquele momento,
De me prender a qualquer sentimento,
Apenas me concentro na beleza e na emoção,
Podendo dali obter uma boa inspiração,
Viajar por um inimaginável labirinto,
Onde só eu posso extrair do subconsciente,
Recordações lindas em que vi ou vivenciei,
Como protagonista ou meramente como coadjuvante,
Sendo uns menos e outros bem mais importantes,
Pois a vida é uma arte então vamos ser artistas,
E jamais aceitar a ser um simples figurante.
Du’Art 23 /08 /2014
Quando vejo mar,
deixo o barulho das ondas em pensamentos levar
a olência da brisa, me faz imaginar.
Oh! Oceano Atlântico!
Porque quando eu fecho os meus olhos
eu respiro a poesia de Vossas ondas
e eflúvio de saudade?
Oh! Oceano Atlântico!
Porque quando eu abro os meus olhos
eu transbordo os versos salsos da Vossa maresia
e eflúvio de serenidade?
Eu sei
que Vossa mercê sabeis
que a minha alma
É bordada com o Vosso sal.
O siri mesmo sendo arrastado pelas ondas e andar de lado, corre para o seu objetivo: as águas mais profundas.
A mente é formada por ondas de corrente elétrica excitatória e inibitória.
A excitação torna o homem imprudente.
A inibição torna o homem cauteloso.
Meus olhos vão navegando
Pelas ondas do pensamento
Paredes e Céus
Montanhas e vento
Meus olhos
Meu nariz
Meus pés no chão
Criando ilusões a todo momento
Eu perco a noção
Do que vejo e que escuto
Na vida
Esta coisa inventada
A navegar no tempo
Dezembro, Janeiro
Setembro ou Outubro
Nada disso absoluto
Pois o meu coração
Não tem nada de astuto
O raio que cai distante
Existe somente
No instante em que se olha
Assim
Como a chuva
Inexistente que é
Somente vai molhar os pés
No instante em que se olha
Isto é tudo que existe
O martelo de pedra
O fogo nas folhas
O Castelo lá no alto da colina
A flecha, o escudo
O Homem lá na Lua
É tudo a sua pura criação
Criação de uma mente que mente
A criar a todo instante
O usual e o diferente
O extravagante e o comum
O inesperado e a rotina
Tudo começa onde termina
Redundando em lugar nenhum
É tudo somente
Uma falha na mente da gente
No instante em que se olha.
Edson Ricardo Paiva.
No Céu o Sol não pára de brilhar
As ondas no Mar se debatendo, enfurecidas
Será que pulam de alegria
comemorando a luz do dia
Ou será que, sentindo-se esquecidas
tentam fugir pra outro lugar
Na segurança da gaiola
um passarinho canta triste
canta sozinho
O cantar mais sofrido que existe
Um cantar para o qual
não pode haver nenhuma dança
As folhas farfalhando ao vento
dançam livres
Folhas mortas em viva alegria
Não parecem, em nenhum momento
Sentir saudade dos galhos
Pode até ser que eu me engane
Talvez aconteça
dos meus jugamentos serem falhos
Não me importa
Mas se eu tivesse que escolher
Ser passarinho na gaiola
Onda viva ou folha morta
minha escolha não levava um momento
Eu iria preferir voar ao vento
A intolerância, raiva, ódio, palavras agressivas e de baixo calão emitem ondas de energia magnética negativa que impregnam nas paredes da casa e tornam denso o ambiente e vulnerável às forças do mal.
Açoitado sobre as ondas, e os vendavais, no meio do mar, revolto e bravio, entre as altas e fortes ondas se batendo, o meu barco vai... com o risco de naufragar!
As altas ondas não deixam você cochilar na fé, passar pelas dificuldades para mim, muitas das vezes foi bom; pois assim me fez o Senhor conhecer a tua voz, e o teu decreto.
Os ventos sopram, as ondas rugem,
O céu escuro ameaça desabar.
O coração treme, os olhos se enchem,
Será que Deus vem me salvar?
Bênçãos que me alcançam!
Tuas bênçãos vêm e me encontram,
Como ondas que no mar despontam.
Eu não corro atrás daquilo que é vão,
Pois em Ti, Senhor, tenho direção.
