Olhos Alma
Meu corpo dói e Minha Alma Respira..
Meu Corpo Sua e Meus Olhos Latejam..
O Pó Não Se Estende E A Atração Não Me Distrai Mais.
Sei Que Não Mudo, Mas Isso Não Me Satisfaz..
(A.Brandão - O Pecado Dos Anjos)
Visão Perceptível!
Nunca se confunda ao me observar
Olha-me nos olhos e me decífre com a alma
Sinta-me mais viva ao escutares as vozes
que flui do meu coração
Sou por fora o que obcervas por dentro,sou transparente
para os que amo, turva,nublada para os que nada sentem por mim,pois esse não nescesitam saber detalhes meus.
__Eliani Borges.
O SOL QUE BRILHA EM TUA ALMA, TE CONDUZ AO CAMINHO SEM TU CONHECER E AO ABRIR DOS TEUS OLHOS IRAS REFLETIR QUE OLHAR É MELHOR QUE IGNORAR !
Se teus olhos
não podem ver tudo,
tua alma serena e tranquila,
te leva para dentro
onde tua visão é total.
do meu poema - Luz da vela
Uma vez me diceram que os olhos são os espelhos da alma, olhe os meus, consegue ver minha alma clamando pela tua, consegue ouvir ela te chamar baixinho, baixinho fica comigo.. pega uma parte de mim e guarda contigo.. quando tudo não fizer sentido olha pra aquele mesmo pedaço, eu estarei contigo, imagina meus olhos perto dos seus, consegue ver minha alma, a mesma que te ama todos os dias, consegue ver ela sorrir as vezes que esta contigo.. guarda um pedaço de mim contigo, um dia irei buscar e ficarei contigo, consegue sorrir até la, consegue me amar até la, até o fim, minha alma chama pela tua.. consegue ver isso, la no fundo dos meus olhos, consegue ver ?
OLHO NOS TEUS OLHOS
Olho nos olhos de tua solitária alma
Encontro olhos brilhantes a chorar
Desamparados e caídos em pedaços
Sentindo-se como um Zé ninguém
Miro meu olhos nos teus como holofote
Vejo e ouço o som lagrimas caírem
Bem distante; alem do meu alcance
Onde o repulso divide o amor do ódio
Olho no teu olhar revoltante
E vejo-os abandonados sob a terra
Perdidos e sentindo-se hediondo
Na depressiva memória do destino
Olho-te e não mais te reconheço
Sua atitude Sórdido,e excomungado
Ofuscam a brilhante beleza e sua graça
Neste cenário asseado dos dementes
Pó que você não mais acredita em si mesmo?
Se teus medos pudessem ser esquecidos
Abanar para fora as dores e tenebrosas chamas
Que queimam a linda linguagem do amor
Pudera você se encontrar na vida
E o significado de cada sentido do amor
Ou qualquer que já lhe tenha tornado forte
Após a deste tempo todo como um mendigo
Num longo e apertado abraço, todos os seres fecham os olhos. Talvez para que os olhos da alma possam se abrir...
(Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
“Diferença” é tão somente a outra face do maravilhoso diamante da vida.
(Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Aniversário: um degrau a mais, na grande Escada da Vida. E a grande vantagem de se subir um degrau a mais - ainda que muitas pessoas não percebam isso - é que podemos enxergar mais longe. Um ano a mais na idade. Talvez um fio de cabelo branco a mais na cabeça ou uma ruga a mais no rosto, mas certamente, um brilho a mais, no resplandecente diamante que está dentro de cada um de nós.
(Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Na aparência física, há milhares de anos os homens saíram das cavernas. Espiritualmente, porém, alguns sequer saíram do reino mineral. E com uma agravante: não passam de escolhos.
(Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
77.Chegará um dia na história da humanidade em que não existirão mais religiões, mas, no entanto, todos serão religiosos. E, quando esse tempo finalmente chegar, não desfilarão mais bandeiras de credos, manchadas de preconceito e de sangue. O único lábaro que ondulará aos ventos dos Novos Tempos será o Estandarte da Fraternidade.
(Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Tempo chegará ao planeta Terra em que o dinheiro deixará de existir. E, nesse dia, nas casas de Pedros e Marias plantar-se-á arroz; nas de Paulos e Déboras, feijão; nas de Saulos e Claras, verduras; nas de Tiagos e Joanas, legumes... E, nesse dia, nas casas de Pedros e Marias, Paulos e Déboras, Saulos e Claras, Tiagos e Joanas as mesas conterão, em abundância, arroz, feijão, verdura, legumes...
(Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Continuarei caminhando pelas estradas cheias de pedra da vida, empunhando o estandarte do ideal. Até o momento em que o sol da minha existência física declinar no horizonte. E, nesse momento, quando meu corpo tombar, cairei de tal forma, que, mesmo assim, meu estandarte continuará em pé.
(Costa, Sergio Diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Se formos uma vela solitária a iluminar a vastidão do deserto, que o nosso apagar deixe um vestígio de luta, pois, mesmo uma única vela, a tremeluzir sob as intempéries do escárnio humano, iluminará e fará germinar a candeia da esperança. E o ocaso de uma chama heróica fará alçar voo o homem novo, que jaz sob a velha ruína humana.
(Costa, Sergio diniz da. Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Dizem que o que os olhos nao vê a alma nao
sentí
mais minha alma chora quando
meus olhos nao te vê..!
RIO DA VIDA!
Nos olhos nascem afluentes
de um coração transbordado
na alma segue a corrente
de um sonho que foi ilhado
e no rio do meu presente
correm as águas do passado.
Tua carne treme
Tua alma geme
Meus lábios deitam sobre os teus
Seus olhos anoitecem junto aos meus
Desfio os versos para tua beleza contemplar
Entre tuas margens, teus rios
Me desfaço dos textos para poeta me tornar
Enigma
Olhos que brilham, alma vazia,
mãos que procuram em desertos
segredos da imortalidade...
Morena, morena,com mãos ásperas
de varredeira, andarilha do mundo
dos sonhos, namorada do vento
que com a noite se entrelaça.
Cabelos negros como céu sem lua,
espírito inquieto que amor procura,
em espaços e abismos
tão vazios quanto a alma tua...
Se vai na noite, se atém a ela,
se afeiçoa a ela como mariposa,
da mesma forma que antes fazia...
No asfalto com pés descalços,
em desespero, angústia,
sem companhia...
Apenas ela com a noite,
e uma mala cheia de poesias...
Que meus olhos estejam abertos para enxergar os que se aproximam da beleza da minha alma. Que meu coração esteja atento à recebe-los!
A alma quer plateia, zelo, nada de estar sozinha. Ela quer que outros olhos curtam seu curto vestido decotado, o sorriso do rosto com duas covinhas e todos, mas todos, os seus pelos eriçados.
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