Olhos Alma
Não nego que sou poeta
Nenhum instante da vida,
Que escrever é minha meta
Com minh’alma destemida,
Com puros versos de asceta
Louvando a Deus sem medida,
A minha musa dileta
E minha terra querida!
CONTEMPLAÇÕES INDEPENDENTES 01
"A sensibilidade de uma alma é pura é radiante, e este efeito, mesmo invisível aos olhos, se faz sentir num coração transbordante de carisma e simpatia que a todos contagiam."
“O amor não tem tempo para acontecer, só acontece uma vez, e não acaba, se você acha que ele já aconteceu e lamentas por
tê-lo perdido é por que ele nem começou”.
“Toda inspiração, deveria ser seguida de ação, se tentar e não conseguir, aquela experiência, o fará mais sábio que antes”.
"Não se desanime nem se atemorize com a adversidade, pois ela existe apenas para ser vencida, aprimorada e aperfeiçoada”.
"A paixão é um elixir especial, que dissipa totalmente o fantasma do aborrecimento, pois ao vivê-la, tudo passará a ter sentido”.
“A alegria, quando acompanhada de virtudes, é o combustível da alma e do espírito.”
"Ao fazer de sua arma sua segurança, poderá estar se aliando ao seu próprio algoz."
"Ao vivenciarmos os desígnios de nossa condição humana, estamos sempre tendo motivos para se fazer presente o arrependimento por atos falhos, atos até mais ousados, os quais nos levarão simplesmente á percepção de nossa fragilidade”.
(teorilang)
Dia branco. Dia de todo dia. Quanto há de riqueza na pobre alma da arte: essa aprovação afirmativa da vida em que gosto de morar.
"...Ainda posso sentir teu olhar penetrar minha alma lentamente...".
(Fragmentos do livro "O diáro tardio de Lígia Castelli")
Há insensíveis de alma que ignoram a beleza de uma borboleta. Eu, ao contrário, admiro até as lagartas que, através da perfeição divina da metamorfose, se transformam nesta maravilhosa composição de cores.
Minha alma.
Minha alma
Irmã da tua, voa indiferente, agora,
Vendo, alva, a lua.
Pequena parte daquela
Que também é parte dela.
Caminha, então
Na sua rua...
De mãos dadas com a sua.
Errantes, estrelas brilhantes,
Mas, aos teus olhos, os meus
Parecerão tristes ao luar
Pois a poesia dispensa os fatos,
Os atos, contratos...
E, entre a fantasia do teria sido.
E do que parecerá ter havido,
Optamos irrevogáveis, por sonhar....
Mas, meu coração é leve
E quando vier o adeus
Voará, E ao lado do teu, mansamente, pousará.
Um dia qualquer, há um toque que trava a alma da gente que resolve acordar para a realidade, mas muitas vezes, não conseguimos mais enxergar a distância percorrida e a perda de tempo tentando manter a ilusão da certeza.
by/erotildes vittoria//KMP/4 de março de 2021
O que envelhece é apenas o invólucro da Alma, pois para a mente e o Espírito não existe tempo e nem espaço. Aquele que não compreende isso é refém do tormento da transitoriedade.
A Mulher - bela aquarela,
Poema escrito na alma.
Quanto mais doce,mais bela!
Canção que a tudo acalma!
Benedito C G Lima
A ideia da salvação religiosa provém da preguiça da alma, e até o bem-estar meditativo (ou paz interior) são cura provisória. O espírito se manifesta na recorrência da força de vontade.
Pra hoje: uma alma vestida de paz, um olhar vestido de luz, um coração vestido de gratidão e uma xícara de café quente.
A arte é um estado de alma de que se abstrai uma integralidade capaz de ultrapassar a matéria; nunca representará a incandescência de quem a elaborou assídua e açodadamente.
Válvulas de uma alma inspiradora
Válvulas de minha alma...
Sobem e descem num frenesi desenfreado...
Frustrando meus instintos de homem....
Onde o fel mistura com azedume....
Transformando em uma química...
Anti- degustável...
Lápides de pedras...
Rastros de frases fragmentadas...
Inesquecíveis frustações de um passado que me corroeu...
Pelas colinas...
Deixei meus versos perfumados...
Joguei o que não era para ser jogado...
Ah Poeta...
Tua terra te julgou...
Nas extremas do teu faro aguçado...
Incalculável é o êxtase inebriado...
Vai Causando em tua escrita...
Dores...
Ainda existem poeiras que cobrem tuas poesias...
Tuas nuvens...
Sempre te acompanharam...
Tu...
Oh escritor!...
És um Narrador de boca fechada...
Entre avenidas se embriaga...
Teu fardo é pesado...
Mas nunca quis deixar saudades...
E lamentavelmente deixou...
Não é ainda o suficiente....
Tuas escritas são muitas...
Umas falsas e outras verdadeiras...
É claro...
Disso também precisou....
Tua ganância nunca foi tão grande como na atualidade...
Sobre o véu do teu céu....
A poeira está baixando...
Janelas semiabertas...
Portas encostadas...
Frestas e brechas...
Sempre buscando o nascer e o pôr do Sol...
Do Oriente ao Ocidente...
Teu nome lapidou e quase se manchou...
Inteligente poema...
Básico...
Porém objetivo...
Enamoradas horas...
Chorou como criança...
Teu limite é desconhecido...
Teu timbre é talhar o verbo conhecido...
'Lapidar'
Vândalos de escritas....
Que afundas e não morre...
Pura ilusão...
Tuas aparências fogem de uma realidade...
Orgulhosamente falando....
Destilar é polir essas válvulas que me fazem ter inúmeras inspirações...
Que causam um impacto dentro de ti...
Cru e nu....
Ao ponto de te satisfazer...
Com essa explosão...
Vai descarregando e ficando leve...
Trajando-te com pano comum...
Assim...
Padronizado fico em teu silêncio...
Pois Ilimitada é...
O fim...
Dessa tua imaginação...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
