Olhar nos Olhos
Faça da vida colorida, faça da vida uma pintura, se olhar lucidamente com os olhos clínicos, verá que a mesma possui todos os pigmentos!
Queria ver teus olhos com meu olhar de hoje,
Ver seu olhar ao perceber o que hoje sou.
O espanto seria meu e a tristeza seria sua.
Olharia para mim como um estranho que olha para um espelho…
O que vc diria para mim?
O que eu diria para você?
Eu teria a ternura de um pai…
Você teria a angústia de um filho…
Eu olhando o que um dia eu fui,
Você sabendo no que se tornou
E os dois chorando por um passado e futuro
Se um anjo de olhos claros, cabelos dourados e encaracolados, com um olhar meigo e lábios úmidos de infância, descesse à Terra e me concedesse um único e derradeiro pedido, para que eu possa viver que por medo não vivi ou para que eu possa corrigir o que por mim foi vivido, se uma última chance me fosse dada por esse anjo que possui o olhar de quem indaga e a boca de quem não responde, se uma última chance me fosse dada, eu não iria desejar não morrer, iria apenas desejar não ter nascido, para nunca em momento algum sentir falta do que já passou ou muito menos sentir falta do que nunca existiu.
Me lembro de como me olhava,
dos seus olhos castanhos escuros,
como um pôr do sol no fim da tarde.
Me lembro das suas caricias sem jeito.
Me lembro do seu beijo intenso.
Me lembro de como nos abraçavamos.
Escrevo nesses versos,
a nossa paixão,
para nunca esquecer que existiram,
para que possamos lembrar.
E nunca aceitar o menos que isso de um outro alguém.
Hoje 4 dias após sua escolha,
e sigo amargamente a minha.
Queria que ficasse,
mas quis ir embora,
não pude faze-lo ficar.
Às vezes, olho para o espelho, trocando olhares e levando um certo tempo para visualizar meu reflexo. Contudo, vejo-o passando diante de mim, sem qualquer percepção de sua alteração.
Olho no olhar, lágrimas a molhar, qual chuva torrencial, e densas nuvens, turva a vista, sem conceber a lucidez. Sem convergir a compreensão, em fugas contumazes da razão, sempre na injunção, a resultante da emoção.
[Verse]
Eu vejo o brilho no seu olhar
Quando meus olhos encontram o seu
Eu lembro daquele primeiro beijo
Tão gostoso que você me deu
[Chorus]
Eu ainda sinto o calor do seu abraço
O seu corpo junto ao meu
É amor ou paixão? Não sei dizer
Mas é tão bom sentir
E posso ousar e crê
O quanto amo você
❝ ...Hoje olhei o sol e lembrei de você.
Fechei os olhos e vi o seu olhar, ainda
sinto o seu cheiro impregnado em
minh'alma. Lembro da sua vós dizendo
ainda ei de voltar....❞
❝ ...Ele me olhou nos olhos, discretamente deslizou
o olhar sobre meu corpo. Ele se aproximou se de mim,
e com um toque suave me pegou em seus braços e me
beijou. Seus lábios ardiam em fogo, podia se ouvir as batidas
aceleradas do seu coração.Ele me olhava com ternura e paixão.
Se aproximou de meu ouvido e disse baixinho. Você despiu minha
alma, e invadiu meu coração...❞
-----------------------------------Eliana Angel Wolf
Um dos maiores desafios do cristão, é saber quando deve-se olhar uma situação com o olho esquerdo, ou direito. Ou seja; discernir quando deve ser prudente como uma serpente, ou simples como uma pomba. O fato é que precisamos usar os dois.
Um dos maiores desafios do cristão, é saber quando deve-se olhar uma situação com o olho esquerdo, ou direito. Ou seja; discernir quando deve ser prudente como uma serpente, ou simples como uma pomba. O fato é que precisamos usar os dois.
Algumas características da alegoria conforme outras traduções e sinônimos no dicionário:
Olho esquerdo; astuto, esperto, prudente, cauteloso, sagaz, ardiloso estrategista, perspicaz, rápido, ligeiro, manhoso e malicioso (sempre com o objetivo de identifica-los, não de conduta).
Olho direito; claro, simples, sem malícia, inofensivo, singelo, despretensioso, modesto, sem fingimento, franco, espontâneo, ingênuo, crédulo, empático, compreensivo, com auto domínio, desembaraçado, genuíno, leal e puro (como conduta).
Legal, mas como saber “com qual olho analisar a situação?”, recomendo que use o direito para os seus irmãos em Cristo (visto que eles também se esforçam para isso), e use o esquerdo para os desconhecidos (de forma inicial, com a guarda alta, somente após a averiguação e apuramento, exponha os seus reais valores.
Contudo, em todo o tempo “guarde o seu coração”.
Textos base:
”Eis que vos envio como ovelhas ao meio de lobos; portanto, sede prudentes como as serpentes e símplices como as pombas.“
Mateus 10:16 ARC
”Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as saídas da vida.“
Provérbios 4:23 ARC
Eu te escrevo porque não consigo te olhar nos olhos pra dizer tudo isso. Não porque falte coragem, mas porque me conheço — eu desmoronaria no primeiro segundo. E talvez você nem notasse, porque sempre teve esse jeito contido, quase blindado. Então, eu escolho escrever. Escolho esse caminho porque é o único que consigo agora pra me despedir de você.
Durante o tempo que permanecemos juntos tentei construir um vínculo. Me dediquei de verdade. Fui inteiro, mesmo quando tudo à minha volta dizia pra ser metade. Mas a gente só constrói quando há alguém disposto a abrir a porta, nem que seja só um pouquinho. Você nunca abriu. E eu fiquei do lado de fora, imaginando como seria lá dentro. Tentando entrar por frestas que talvez nunca tenham existido.
Quando você, enfim, disse que estava pronto, a vida me colocou na posição de ter que contar algo delicado, algo meu, íntimo. Eu fui honesto, entretanto, percebi que isso mexeu com você, talvez mais do que você conseguiu me mostrar. Senti você se afastando. Não só fisicamente — mas afetivamente. Como se alguma parte de você tivesse se fechado de vez.
A gente nunca teve um namoro. Tivemos um caso, como dizem. Mas pra mim nunca foi só isso. E é exatamente por isso que agora está doendo tanto. Eu estou sentindo sua ausência, sua distância, esse silêncio que se prolonga e vai criando um vazio entre nós. E talvez esse vazio seja a sua forma de dizer, sem palavras, que não dá mais. Que eu devo ir. E tudo bem. Só que dessa vez, eu quero ir de outra forma.
Não quero bloqueios, apagar os históricos ou fingir que você nunca existiu. Não há motivo pra isso. A gente pode se despedir sem repetir dores antigas, sem apagar o que foi bonito. Vai doer, claro. Como todo fim. Mas talvez essa dor tenha um sabor mais estranho, porque você foi o meu quase.
E o quase dói de um jeito diferente. Porque o quase é aquela linha tênue entre o sonho e a realidade. Ele deixa a gente preso num "e se?". E se tivesse dado certo? E se ele tivesse ficado? E se eu tivesse sido escolhido? O quase é um buraco aberto onde a gente fica tentando encontrar respostas que talvez nunca venham. Mas faz parte. Faz parte ir, mesmo com o quase pesando no peito.
A verdade, é que pra qualquer coisa dar certo, os dois precisam querer. Os dois precisam estar abertos pra se escolherem todos os dias. E eu não posso mais ficar tentando ser escolhido por alguém que não me vê como possibilidade real.
No fim das contas, a gente sobrevive a tudo — até aos quase amores. E se tem uma coisa que eu levo daqui, é a certeza de que fui sincero. Que tentei. Que me permiti sentir.
Eu nunca fui enganado. Não naquilo que realmente importa: o sentimento. Está tudo bem. Eu entendi.
E do fundo do coração, eu desejo que você encontre um amor que te remexa todo. Que te tire do eixo — mas só pelo lado bom. Eu tentei ser esse amor. Aquele que acolhe sem quebrar nada por dentro. Mas sei, agora, que talvez esse jeito não tenha sido o suficiente pra você.
E tudo bem também.
Porque talvez, filosoficamente falando, o mais cruel não seja ser rejeitado... é nunca ter sido sequer considerado a possibilidade de ter sido sua melhor escolha.
Todo cego espiritual deveria ter uma visão perfeita, se olhasse para Jesus com os olhos do coração.
Porque o brilho dos olhos denuncia a viada e a morte
porque o brilho dos olhas fala a verdade e a mentira
porque o brilho dos olhos fala da alegria e da tristeza
porque o brilho dos olhos provoca desejo
porque o brilho dos olhos tem amor e paixão
porque o brilho dos olhos tem historia
porque o brilho dos olhos esta cheio de emoção
porque o brilho dos olhos seduz o coração
porque o brilho dos olhos vem da alma
porque o brilho dos olhos é a luz que ilumina a vida enquanto a morte não chega
Humana novamente
"Ela o olhava com olhos apaixonados, transcendiam um brilho sibilino, olhos que imploravam para ser desvendados.
Mas ele a olhava com desejo — desejo aquele que era evanescente.
Oniricamente, algo a revelou, que em desvaneio ela permeou. De olhos alheios ela necessitaria para catarticar-se. Assim ela fez: abriu mão de seus olhos apaixonadamente sublimes e o olhou.
Entretanto, não se surpreendeu — apenas se decepcionou. Mas como poderia se decepcionar se expectativas diante do que ela verbalizava, não criou?
Ele era indelével, mas isso não a impediu de o odiar por uma fração de segundo. Como era onusto explicitamente sua raiva, o que só provava, a quem assistia a situação, quão inefável era sua paixão. Pois apesar de sua raiva, era inelutável, e ela sabia.
Não lhe sobrou alternativa, somente a aceitação da situação. E estava tudo bem.
Porque, apesar desse cisalhamento e de sua incorrespondência, ele fez — mesmo que inconscientemente — olhos desidratados e taciturnos dizerem algo e, em seu âmago, sentirem.
Ela sabia que era efêmero, mas era grata pela explosão de sentimentos que ele causou.
Era muito bom ser humana novamente."
O encontro de olhares inesperados, desperta um sentimento sincero e verdadeiro.
Olhos vidrados e reluzentes enchendo os lábios de desejos incomparáveis.
Respiração ofegantes com a mais pura lucidez e conscientemente inunda a timidez.
Os corpos quentes e sorrateiros que sonha com um momento de realizações, porem suados e insaciáveis que almeja por uma oportunidade que se faça ocasião.
"Eu não sei o que fazer, quando olho pra você. Não terei controle sobre mim... Tu olha pra mim, eu digo que sim... Vai ser assim;"
