Ódio texto
Algumas palavras as vezes são torturante de ser ditas, mas se faz necessário. Não por ódio,ou arrependimento, mas por ensinamentos.. criar filho não é algo que veio com manual de instruções, nós vamos errar outras vamos acertar, mas a pergunta que sempre vem a mente é ; onde foi que eu errei? Nossa, como ela sempre vem à tona.
E você descobre que não é perfeita, e que não cria filhos perfeitos, mas cria filhos tentando fazer com que eles não cometam os mesmo erros que nós. Talvez por alto proteção ou por quere-los poupá-los da dor.. e se eles precisarem quebrar a cara pra aprender? Sabe talvez esse seja nosso maior erro. Evitar o inevitável, pois não importa o que façamos, nada está sobre nosso controle. Tudo acontece quando tem que acontecer, tudo é como tem que ser.. E nossos argumentos não valem de nada se o amor não está sobressaindo em meio a tudo isso.. São só palavras ao vento. Mas e quando amamos demais? Quando ensinamos corretamente? Quando tudo segue a bússola e mesmo assim há trajetos mal norteados ao meio do caminho? E o fato de não podermos tomar decisões por eles nos paralisa, nos consome, nos esmaga. Dói de ver minhas filhas tomare escolhas erradas, sabendo que elas podem se ferir logo a frente. Mas não dar pra ter o controle de tudo o tempo todo.. Façamos a nossa parte e deixemos tudo nas mãos do Eterno. Ele sabe como faz. E mais do que isso, ele cuida dos nossos e de uma maneira perfeita.
A ignorância nunca se limitou á palavras ditas com ódio ou ausência de educação. Ela vai mais longe do que isso, ela alcança as perspectivas sociais e intelectuais deturpadas, respinga das conversas mais informais até chegar na culta. Ela faz morada nas ações movidas pelas emoções, se expande do maior ao menor, sem escolher cor ou rostos. Angustiante és, todo aquele que vê os demais ao seu redor como tudo, menos como pessoas iguais á ele, cruel é todo aquele que faz das suas palavras esmola, e não se decide a qual Santo dá - lá. Ademais, junto dessa quimera, há algo maior, que conhecemos como a falta de empatia. Sim, isso é aquilo que você finge não ver. É o bom dia do mendigo que você ignora numa segunda de manhã, ou a compaixão que você torna escassa quando falham, menos quando se trata de você. No momento da irá se conhece o imprudente, porém no momento da compaixão se acha o sábio. O perdão só não é lícito se não convém ao seu "eu". As palavras não pesam tanto quando são "suas".
O mau humor não é tão ruim assim, quando é o "seu" humor. Por fim, á empatia se aplica ao tolo no singular, mas na pluralidade se conhece o justo.
Cada um oferece o sentimento que tens... Uns amores outros ódio...
Em um caminho de espinho vazio sem nada importante nasce uma florzinha, na qual ofereça a beleza e esperança para quem passa ao local...
Por tanto não se exime, mas compreenda as suas dificuldades para que tu faças honrado pelo que és e não pelo que tens;
Amor ou ódio, apreço ou desprezo, respeito ou indiferença: cada um receberá de mim aquilo que merece. Afinal, a vida tem uma regra simples — cada um colhe exatamente aquilo que decide semear.
- Jelson Tavares
04/09/26
Pessoas raras existem...
O mundo não foi capaz de transformar meu coração em ódio.
Na linha certa cresci, na contra mão por um período vive, desenganado por um momento vaguei e por um instante morri.
Nas escadarias perdido, frio e fome passei, descrente e inato a verdade fiquei, por duas madrugadas fui mas voltei.
No erro o vazio era um amigo, no pensar o comandante era o abismo.
Antes vivendo sem regras, fui resgatado do ontem na primeira oportunidade para acordar no hoje livre de ressentimentos e sequelas.
Os motivos são detalhes, os apertos de mãos foram a salvação.
Os apagões são constantes, os esquecimentos serão concretos com o tempo, no carrossel da vida andei, em linha plana no monitor quase fiquei, mas a importância do recomeço me torna mais forte do que a lembrança aos olhares inúteis pelos quais os olhos ainda veem.
As nuvens passam e o sol se põe em movimentos naturais, o passado e o presente quando não se completam podem ser separados e cada um pode existir quando deixados no seu devido lugar.
Pessoas raras existem e elas estão entre nós dando suas demonstrações de como sair do caos através de suas palavras e gestos, além de seguirem iluminadas sendo exemplos de conduta e compaixão.
Alguns conselhos podem se tornar livros abertos com histórias diferentes nas mentes de quem antes eram fracos, porém reagiram ao seu próprio destino e hoje resistem sendo leais aos seus verdadeiros princípios, valores e exemplos.
Sou assim...
Respondo ao ódio com amor.
Ao desprezo com humildade.
À ironia com o silêncio.
À violêcia com brandura
À calúnia com serenidade
À indiferença com resignação
E a todo mal com uma prece.
Não, não sou arrogante por isso
Nem me acho a tal
Creio em Deus e a Ele eu sigo
Ele me ajuda a superar tormentas
Me sussurra aos ouvidos "Coragem!"
Me leva adiante dos me que me ofendem
Sem que eu lhes ouça os murmúrios vis.
Então, você aí,
Não me julgue mal porque você me vê mal.
Corrija para onde olha
Força boa vem de cima, não de baixo.
Vencer com o Bem
Não carrego a vingança nas mãos,
nem afio o ódio no silêncio do peito.
Entrego a Deus o peso da justiça,
porque há batalhas que não são do meu jeito.
Quando a dor pede resposta em grito, aprendo a responder com oração.
A ira que o mundo quer que eu abrace eu deixo escorrer pelas mãos da redenção.
Se o inimigo vem faminto de amor,
é pão que ofereço, não desprezo.
Se chega sedento de paz,
é água viva que derramo sem medo.
Pois sei:
o bem que nasce do perdão
arde mais forte que qualquer punição.
São brasas que queimam a consciência, não para destruir,
mas para trazer reflexão.
Não me deixo vencer pelo mal que machuca, nem pela sombra que tenta ficar.
Eu venço quando escolho a bondade,
quando deixo Deus julgar.
Porque a justiça não falha em Suas mãos, e o amor sempre vence no final.
Quem caminha com o bem no coração nunca perde
— mesmo ferido pelo mal.
Sentir raiva diante de injustiças é humano, mas não deixar essa raiva virar ódio é um exercício de sabedoria e discernimento espiritual.
Peça proteção e perdão é uma forma de libertar o próprio coração, não um favor para o outro.
E sim uma libertação para você.
𖤓𓇢𓆸𓏲𓇬𑁍𑁍
FORÇA 💪 FOCO𖤓 E FÉ ☘︎𖹭☯︎
Eu já precisei muitas vezes esconder quem sou. Eu já senti medo, senti raiva, senti ódio, senti rancor, mas nada me fez deixar de sentir amor.
Eu já chorei, já me entristeci por coisas que não aconteceram de verdade. Mentiras, interpretações distantes do que era de fato.
Eu, às vezes, sou inteira, mas hoje, hoje, só hoje, estou me sentindo metade da comida do prato.
Nildinha Freitas
Quando vem o desânimo, eu vejo a esperança...
quando sinto ódio, escolho o amor...
posso chorar de tristeza,
mas sei chorar ou sorrir de alegria...
perdi pessoas que eu amava...
pai e mãe não tenho mais também...
as vezes me sinto triste e sózinho,
mas sou livre e posso escolher meu caminho...
e assim vou vivendo...
ganhando ou perdendo,
feliz ou sofrendo...
chorando ou sorrindo.
sonhando
é assim que vou vivendo...
um dia de cada vez.
O ÓDIO SOB A ÓTICA ESPÍRITA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS.
O ódio, à luz da doutrina, não é apenas um sentimento moralmente reprovável. É um estado vibratório de profunda desarmonia que compromete o equilíbrio do Espírito e repercute diretamente sobre o corpo físico por intermédio do perispírito.
Em "O Livro dos Espíritos", questão 886, lê-se que o verdadeiro sentido da caridade é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. O ódio, portanto, é a negação prática dessa tríade moral. Ele fixa a consciência no passado, cristaliza a dor e impede o avanço espiritual. Não se trata apenas de falha ética, mas de estagnação evolutiva.
Dimensão Espiritual do Ódio
Segundo a perspectiva espírita, o Espírito é um ser em progresso contínuo. Emoções densas como o ódio produzem condensações fluídicas no perispírito, que é o envoltório semimaterial da alma. Esse envoltório, ao sofrer perturbações prolongadas, transmite ao corpo físico estados de tensão persistente.
A literatura doutrinária, inclusive nas reflexões de Léon Denis, esclarece que pensamentos reiterados estruturam formas mentais que se agregam ao campo vibratório do indivíduo. O ódio reiterado torna-se um circuito fechado. A criatura passa a nutrir-se da própria amargura. Forma-se um processo de auto obsessão, no qual o ofensor já não é necessário para que o sofrimento continue.
Efeitos Psicológicos
Sob o prisma psicológico, o ódio prolongado gera:
Ruminação mental persistente. A mente retorna compulsivamente ao fato que gerou a ofensa.
Alterações fisiológicas crônicas, como elevação constante de adrenalina e cortisol.
Rigidez cognitiva. A pessoa perde a capacidade de interpretar os fatos com elasticidade.
Identificação com a dor. O sujeito passa a definir-se pela ofensa recebida.
A psicologia contemporânea demonstra que emoções hostis mantidas por longo período estão associadas a transtornos de ansiedade, quadros depressivos e distúrbios psicossomáticos. O Espiritismo acrescenta que tais estados podem abrir campo para processos obsessivos, conforme analisado em "O Livro dos Médiuns", quando há sintonia vibratória com Espíritos igualmente perturbados.
Lei de Causa e Efeito
O ódio também se insere na dinâmica da lei de causa e efeito. Não como punição externa, mas como consequência natural. Ao odiar, o Espírito compromete sua própria paz. A desarmonia interior torna-se campo fértil para experiências regeneradoras futuras, inclusive por meio de reencontros reencarnatórios com aqueles a quem se ligou pelo ressentimento.
A reencarnação, portanto, surge como pedagogia divina. O desafeto de hoje pode converter-se no filho de amanhã. O adversário pode retornar como irmão consanguíneo. A providência espiritual não visa castigar, mas educar.
Superação
A superação do ódio não é repressão emocional. É transmutação. O perdão, segundo a ótica espírita, é libertação íntima. Não significa concordância com o erro alheio, mas recusa em manter-se prisioneiro dele.
A prática da oração, da vigilância mental e da reforma íntima modifica a frequência vibratória do Espírito. A disciplina do pensamento reorganiza o perispírito. O hábito do bem dilui gradualmente as cristalizações emocionais.
O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher.
*Olhos que Merece*
Não vou te olhar com ódio e nem com ternura
Vou te olhar com os olhos que merece
Olhos de quem entendeu a lição
De quem aprendeu a se escolher na mesa
Não é vingança, não é carinho
É limite, é nome, é ponto final
É fechar a porta sem bater
E seguir em paz, sem fazer mal
Porque quem ama de verdade não machuca
E quem machuca nunca soube amar
Então te devolvo pro teu destino
Com os olhos que você me ensinou a usar.
(Saul Beleza)
454🙏❤️ Enquanto a humanidade alimentar o ódio em seu coração nós atrasamos a nossa evolução, é necessário que exercitemos o perdão, independente de sermos vítima ou agressor, saibamos que o perdão é libertador, e o amor cura e cicatriza profundas feridas não procuremos culpados, vivemos vidas no pretérito e o autor da discórdia só Deus, Jesus e a espiritualidade de luz tem esse conhecimento tenhamos resiliência para termos o equilíbrio espiritual, assim conseguimos compreender a justiça divina, seja Rocha viva e não alimente o ódio, tenhamos força, luz, determinação e fé, o despertar da consciência, é o início da evolução, Sejamos fiel aos ensinamentos do MestreJesus, e exercitemos a fé cristã, onde a verdade mostra o sentido da nossa existência no plano físico, onde aprendemos acima de tudo o puro sentimento do amor e a dádiva do perdão, assim vem a libertação do homem, e o reino de Deus não está em nenhuma religião, em nenhum seguimento no plano físico, se encontrar dentro dos nossos corações, na alma, na consciência, o homem é falho, imperfeito e está em processo de aprendizado, e muitos propagam inverdades pelo poder e pelo dinheiro...
temos que distinguir a verdade e a mentira, os regimes totalitários usam esse método para envenenar o povo e propagam coisas malignas que alimenta às trevas, às sombras, desvirtuando os de pouca fé, fique firme no seu dever cristã que propaga a paz e o bom viver, te leva a verdade a luz, não desista do seu caminhar, o amor, a caridade e o perdão é o encontro com Deus, "Jesus é o caminho verdade e vida" ninguém vai ao pai sem ele...❤️🙏BOM DIA FAMÍLIA. Ayache Vidal.
Quando o ódio acampa,
não se esqueça que para tudo
sempre existe esperança.
Deus nos ergue das profundezas
e da condição aberrante
existencial de criatura,
creio n'Ele de maneira profunda.
Repudio existencialmente
a máxima literária que um dia
foi escrita por uma pluma sofrida:
"El corazón humano es un ángel caído".
Mary Shelley, lado a lado,
com a morte teve convívio,
e com ela escreveu o seu destino.
Mais amor, menos ódio.
Mais alegrias, menos tristezas.
Mais amizades, menos conflitos.
Mais paz, menos preocupações.
Mais pessoas, menos papéis.
Mais viagens, menos rotinas.
Mais montanhas, menos prédios.
Mais natureza, menos cidades.
Mais diferenças, menos uniformidade.
Mais detalhes, menos indiferenças.
Mais horizontes, menos bolhas.
Mais céu, menos teto.
Mais lua, menos lâmpada.
Mais folhas, menos paredes.
Mais pássaros, menos discursos vazios.
Mais leveza, menos cobranças.
Mais lembranças, menos rancor.
Mais sentimento, menos razão.
Mais vida, menos mortes.
Que em cada escolha, possamos dar mais espaço ao que realmente importa: ao que nos aproxima da essência do ser, da beleza do momento e da verdade do que somos.
Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter!
Amém!
Há uma paz descaradamente oferecida que não nasce do amor, mas da dominação e da chantagem.
Uma paz forjada no silêncio imposto, na intimidação disfarçada de ordem, e no medo travestido de harmonia.
É a paz dos que espalham o caos, mas se dizem pacificadores — dos que confundem obediência com virtude e opressão com estabilidade.
O verdadeiro espírito de bom caráter não se acomoda diante dessa farsa.
Ele sabe que a paz construída sobre as amarras invisíveis do ódio é apenas uma pausa entre violências, um disfarce temporário do desequilíbrio moral.
Que essa falsa paz jamais encontre morada nos corações íntegros, nos Espíritos de bom caráter, pois onde habita o amor pela justiça, o ódio não se cria.
Que jamais sejamos seduzidos pela calmaria ardilosa dos covardes, e que nossa serenidade continue sendo fruto da consciência da Liberdade de Pensar por conta própria, não da submissão e da chantagem.
Amém!
Nas Engrenagens da Polarização movida pela força do Ódio, nada ameaça mais o Lucro do que o
Nosso Silêncio.
Uns só lhe desejam cadeia porque ignoram que as facções mais proeminentes do país nasceram nela…
Outros, a morte, porque ignoram que ela o tornaria mártir e inviabilizaria a possibilidade de conversão dos asseclas apaixonados.
Mas o fato é que nada é mais valioso que o Ruído na Economia da Atenção.
Porque, nesse mercado voraz, pouco importa a natureza do acontecimento — se justiça, vingança ou acaso — desde que ele produza barulho suficiente para alimentar as trincheiras da paixão.
O ruído não precisa esclarecer; basta inflamar.
Não precisa resolver; basta ocupar o tempo e o espírito daqueles que já decidiram antes mesmo de pensar.
Assim, as grades viram argumentos, a morte vira símbolo e o escândalo, combustível.
Tudo é rapidamente capturado, embalado no vácuo do ódio e redistribuído como narrativa — não para compreender o país, mas para manter acesas as fogueiras da devoção cega.
E enquanto os mais fervorosos se ocupam em disputar quem deve ser punido, salvo ou venerado, a engrenagem que realmente se beneficia segue trabalhando silenciosamente: a que transforma indignação em audiência, e audiência em poder.
Talvez por isso os que mais lucram com o tumulto jamais estejam verdadeiramente interessados em encerrá-lo.
No fundo, sabem que a paz produz reflexão — e reflexão quase nunca é boa para quem vive do espetáculo permanente.
No fim das contas, o verdadeiro prêmio nunca foi a justiça, a punição ou a redenção.
Sempre foi a Economia da Atenção.
As “orações” alicerçadas no ódio dos Idiotas Apaixonados da Esquerda — ou Direita — não alcançam os céus.
Porque não são preces, são disfarces.
Não nascem da humildade, mas da soberba travestida de virtude.
São palavras lançadas ao alto com a pretensão de parecerem justas, quando, na verdade, carregam o peso da condenação seletiva e do desejo íntimo de ver o outro ruir.
Há algo de profundamente contraditório em pedir por justiça enquanto se cultiva o desprezo.
Em clamar por um mundo melhor enquanto se alimenta, diariamente, a pior versão de si mesmo.
O ódio, ainda que bem articulado, não purifica intenções — apenas as revela.
Os apaixonados pela própria narrativa confundem fé com torcida.
Transformam convicções em trincheiras e passam a rezar não por transformação, mas por confirmação.
Querem um céu que concorde até com seus piores ressentimentos, um divino que valide seus desafetos, uma moral que funcione como espelho — nunca como confronto.
Mas o que é verdadeiro não ecoa em gritos raivosos.
O que é elevado não se sustenta em paixões cegas.
E nenhuma palavra carregada de desprezo atravessa o silêncio que separa o ruído humano daquilo que, de fato, exige escuta interior.
Talvez o problema não esteja nas palavras ditas, mas naquilo que as sustenta.
Porque toda oração, antes de subir, precisa ser capaz de descer — ao ponto mais honesto de quem a pronuncia.
E ali, onde não há plateia nem aplauso, o ódio perde a eloquência… e a verdade, enfim, encontra espaço para existir.
Deus continua sendo Deus
O ódio religiosoespalha como
ventoque varre a areia, a fése
torna em umdevaneio da alma.
O louvor exaltado o sermão proferido
demonstram ingratidão a divindade.
O púlpito o candelabro a cruz e o
sinosão armas religiosas empunhadas
porcristianistas contra crenças
neopentecostais na vertente
docristianismo.
Deus! continua sendo Deus.
A Dinâmica das Coisas
Ira aditivada à raiva, vira ódio;
Doce regado com flores, transforma-se em mel;
Rima adicionada ao mote, faz nascer poesia;
Dia adentrando a noite, é a própria vida;
Paz vinculada à alegria, fortalece a esperança;
Mania incitada pela rotina, cria clichês;
Natureza aliada à preservação, é sustentabilidade;
Sistemática minuciosa, faz a ordem;
Métrica delineada com precisão, rega a simetria;
Fala eminentemente retórica, faz surgir a eloquência;
Vida inteira dedicada ao Pai Celestial: Fé.
(Prof.: Elmo Alves Tôrres)
