Odio que Virou Amor
O romantismo quebrado, a solidão embriagada e uma estética suja e bonita de quem já viu o amor morrer dentro de um quarto de hotel e ainda assim tentou escrever poesia com o corpo todo doendo.
Onde o amor vira um tipo de salvação torta, e o respirar depende de alguém que já não sabe mais ficar. É poesia em combustão lenta. Dor com delay. E esperança mesmo quando tudo parece irrecuperável.
O amor é como um espelho quebrado que você se vê em partes e percebe que tentou colar o impossível. Que amar sozinho é como construir uma casa em areia movediça.
Nascemos com mãos vazias e morremos com mãos vazias. Portanto agarremos apenas o amor enquanto estamos vivos.
O verdadeiro amor não é apenas aquele que caminha ao seu lado na felicidade e na prosperidade, mas sim aquele que permanece inabalável nos desafios, resiste às tempestades e se fortalece nas adversidades.
Pastores de visão, de garra e amor pelo seu rebanho, acreditam, lutam e treinam suas ovelhas, pois logo depois de algum tempo, colherão frutos do seu investimento.
Como pedras decoradas em passeios públicos assim é o caminho dos cristãos em direção do amor ao próximo.
A nossa bandeira de amor é agitada todas as vezes que, com humildade e compreensão, fazemos boas ações.
O ser humano joga fora horas do seu precioso tempo, quando existem vidas precisando do seu amor, de seus conselhos e do seu conhecimento, para crescerem felizes e fortes.
