Odio que Virou Amor

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⁠Nesta era dos descartáveis, tudo virou coisas momentâneas, nada mais é a longo prazo: amizades, empregos, religião, amores, quase tudo é superficial, quase nada é profundo.

⁠“Anos, pessoas e acontecimentos se passaram e o coração antes de carne, virou de ferro... nervos viraram cabos de aço... o antes ser humano... virou máquina”

⁠Um dia ela foi poesia
No outro virou canção
Um dia ela foi embora
Levando meu coração...

⁠Tem coisa que a gente não precisa mais carregar.
Peso que virou lembrança amarga.
Expectativa que não se cumpriu.
Culpa que não cabe mais.

Nem tudo que coube um dia… ainda serve.
Desapegar também é se cuidar.
Solta.
Você merece caminhar mais leve.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠O NÓS VIROU EU

A tempestade ficou sem chuva
meu copo acabou o vinho
eu devo sair hoje?
ou devo ficar?
... o que devo dizer
eu aprendi a ler
lendo sua mente silenciosa
eu aprendi a escrever
aprendendo você de cor
mas quem é você hoje?
meus olhos correram para fora da vista
minha rota ficou sem placas
hoje eu perco o seu caminho
para encontrar o meu caminho

Paulo H Salah din

Foi difícil, mas eu confessei!
Eu confessei… E Ele me ouviu…
Minha dor virou perdão
A paz desceu do céu como chuva no chão

Vivemos em tempos difíceis, onde
ferir virou like,
apoiar ficou raro,
e ajudar virou interesse.
Apegar-se somente a Deus
é o único caminho.


Mauricio Manoel

Triste saber que para algumas pessoas, receber um livro de presente virou quase sinônimo de ofensa.

A religião virou um mercado que gera lucros sem gerar empregos.

E já virou rotina, é por você que eu me apaixono todos os dias.

Virou a página? Que bom, eu queimei o livro.

Achei que estava encantada, o tempo passou e o encanto acabou. Tudo virou uma paixão, e essa paixão de repente cresceu e se transformou em um amor, um mais puro amor. Passei a amar-te de uma forma descontrolável e prazerosa. E quer saber? mesmo se um dia esse amor me machucar vou fingir que nada aconteceu, porque o amor me deixa tão boba que nesse mundo grande parece que há somente você e eu..

- Eu te amo!!

/Thais.

A boba menina virou mulher.

E caminhar por pensamentos,
você se vê tão só,
busca em memórias momentos,
coração de pedra virou pó
ainda posso te escutar dizer,
que era pura diversão,
está dificil esquecer
procura sua história numa canção.

O que era natural!
Aproveitar algo simples com quem você confia,virou algo raro e valioso.
É como se o mundo estivesse te dizendo: “corra, produza, consuma”, mas esquecendo da parte mais humana da vida.

Virou a página? Parabéns, garoto prudente. Eu , de cara, queimei todo o diário e me livrei dessas toscas lembranças, lembranças de você.

A queda parecia o fim,

mas cada cicatriz virou combustível.
O medo tentou me prender,
mas a coragem abriu portas invisíveis.
Levantei, apesar da dor,
mais forte do que ontem,
mais vivo do que nunca.
A superação não é ausência de luta,
é vencer mesmo quando tudo insiste em parar.

K.B

“Em um segundo, seu olhar virou meu mundo de cabeça para baixo, e meu coração soube que nunca mais seria o mesmo.”

Eu não reconheço mais o ser humano. O que era calor virou frieza, o que era lealdade se transformou em egoísmo, e o que chamávamos de amor agora se resume a interesse e manipulação. Olhares que antes transmitiam verdade hoje escondem mentiras, e palavras que antes curavam agora apenas ferem. Parece que a humanidade se perdeu em si mesma, trocando empatia por indiferença, coragem por covardia, e dignidade por conveniência. Sinto-me cercada por sombras disfarçadas de gente, por ecos de sorrisos que nunca existiram, por gestos vazios que não valem nada. E diante disso, só me resta uma constatação cruel: o ser humano que eu conheci morreu, e o que sobrou é apenas uma casca fria, distante, sem essência, sem alma.

Olha só como o jogo virou ne!!



Um dia por vez — é assim que eu tento me concentrar,
colhendo pequenos segundos como quem junta cacos de vidro.
Sua ausência me assusta; sua falta, curiosamente, me cura.
Ando, e a cada passo desato um pranto de amor —
choro o que fomos e me reconstruo com as próprias mãos.

Você já me amou? Pergunto ao eco, porque duvido,
mas sei — havia pedaços seus que cabiam em amor.
Sinto seu cheiro no travesseiro, sua pele em lembrança quente,
mas não posso te tocar; não posso mais me enrolar em você.
Sinto falta do seu beijo — daquela risada que vinha depois,
do riso ao beijar sua barriga, daquela alegria desajeitada.

Às vezes sinto que tomei a decisão certa; outras, vacilo.
Nessas horas a solidão sussurra desejos que já não fazem sentido,
uma força antiga querendo voltar onde o fogo só consumia.
Mas sigo: um dia, um passo, uma respiração —
aprendendo que cuidar de mim é não apagar o brilho,
é deixar as brasas virarem memória e não prisão.

E se ainda chego a duvidar, permito ao menos esse perdão:
hoje me escolho, mesmo que doa, mesmo que trema.
Porque amar também é soltar, é aprender a costurar a própria alma —
e um dia por vez, reaprendo a ser inteira.