Odio que Virou Amor

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⁠Saudade é história.
Saudade é um pedaço de mim que se criou, que se foi, que virou memória.

“Se virou sentimento, então era mais que música.”

"A saudade virou poesia; deixou de ser ausência física para tornar-se presença escrita! É como se esse papel fosse um ponto de encontro: você num quarto de motel, nossos corpos a suar, suas mãos a deslizar no meu corpo inteiro, sua boca em cada canto da minha pele. Eu, querendo você por inteiro, rezando para a hora não passar e o nosso momento mágico não acabar. Mal sabia que a hora passou, e tudo acabou! E agora estou aqui, contando essa saudade de amor.
Essa lembrança é de algo que ainda queima como fogo, uma daquelas saudades que a gente guarda no peito como um segredo. É o tipo de saudade mais perigosa e, ao mesmo tempo, a mais viva. Aquela que não precisa de ninguém por perto para incendiar o pensamento; basta fechar os olhos e o calor volta exatamente onde parou.
Manter esse fogo aceso ajuda a aliviar o peito ou só faz a vontade de reviver o momento aumentar ainda mais? Não sei, só sei que hoje está doendo; a saudade está maltratando demais da conta.
'Podemos não ter nosso final feliz', mas 'o nosso amor é eterno', independentemente de onde cada um esteja ou com quem esteja; uma dimensão onde nós seremos sempre um do outro."
Autora: Alessandra Santiago
Data: 13/03/26

Teoria do I.R.A. (Índice de rugas acumuladas)


É uma brincadeira que virou teoria (de mentirinha, claro!).
Pois bem, trata-se das rugas, as linhas e depressões que se formam na pele com o envelhecimento.
Quando passamos dos trinta o espelho vai se tornando um pouco sarcástico. (kkk). Mas como dizia Gonzaguinha (que eu adoro!): É a vida, é bonita e é bonita!!!


Então, apresento a você a Teoria do I.R.A. (Índice de rugas acumuladas). Não, não é ira (de fúria), se bem que esse índice causa ira em muitas mulheres, né?
Considerando que o estresse é um grande colaborador das rugas e que as preocupações cotidianas no casamento, com os filhos e no trabalho também contribuem para tal, eis a minha conclusão:


I – idade
TC – tempo de casamento ou tempo em que o casal vive junto
TCF – tempo de cuidado com os filhos (considerar a idade do primeiro filho)
TT – tempo de trabalho


É simples:
I + TC + TCF + TT = soma tudo e divide por 4


Obs.: Quem não tem filhos ou nunca casou deve usar o zero (0) e dividir por 4. Quem nunca trabalhou fora deve considerar o trabalho em casa ou similar.


Exemplo:
· Mulher com 25 anos
· Casada há 5 anos
· Com 1 filho de 4 anos
· Trabalha há 5 anos

25 + 5 + 4 + 5 = 39/4 = 9,75


Essa mulher tem um I.R.A. de 9,75.


Considerando ainda que as rugas se iniciam aos 25 anos, poderíamos dizer que o índice menor seria de 6.


Exemplo:
· Mulher de 24 anos
· Nunca casou
· Ainda não teve filhos
· Nunca trabalhou nem mesmo em casa (seria uma exceção)


24 + 0 + 0 + 0 = 24/4 = 6


I.R.A. de 6 – sem rugas


Outras observações:
- Os homens apresentam menos rugas em decorrência da diferença na produção de algumas secreções (ver reportagem de Veja na fonte anexada).
- Os homens se preocupam bem menos (e têm menos estresse) com os conflitos no casamento e com as preocupações com os filhos.
- As rugas podem ser camufladas com o uso de botox. Pronto, falei! kkk
- A pele clara é mais vulnerável e a pele escura, obviamente, mais protegida. Que sorte, hein!


Ah, é só uma brincadeirinha.


Espero que você goste!


Então, quanto é o seu I.R.A.?? (rsrs)


Tatiane Santos 🌻06/03/15

Bom Dia!
O dia se inicia...
Senhor me dá sabedoria
O ontem virou passado,não volta
O amanhã a DEUS pertence...
Vivamos o hoje com alegria...

Letras Em Versos de Edna

⁠A vida e tão curta que o ontem já virou passado Hoje cada minuto e contado o amanhã e um futuro esperado o que você precisa entender neste momento que deve aproveitar cada segundo do seu tempo❤🙏

Você chegou sem avisar... e, sem
perceber, virou tudo que eu nem sabia
que precisava.

O ataque raramente é sobre você. É sobre o efeito que você causa no outro. Você virou espelho. E espelho honesto irrita. Porque ele não discute, ele apenas reflete. A pessoa olha e vê o que não quer ver sobre si mesma. Aí ela tenta quebrar o espelho. Não porque o espelho mentiu, mas porque o reflexo doeu.

A nudez d’Ele me vestiu de justiça,
Sua humilhação me deu dignidade,
Sua vergonha virou minha honra,
Sua cruz se tornou eternidade.


E hoje, quando penso na vergonha que Ele suportou,
Não encontro outra resposta,
Se não viver em gratidão,
E amar com o mesmo amor que tudo suportou.

⁠quando a certeza era só morte, a Cruz virou passaporte !

A vida virou um rastro de dados, e o corpo , um endereço onde não mora mais ninguem : fomos despejados de nós mesmos pelo ruído do mundo que acabe na palma da mão.⁠

O que eu aprendi nos meus 40

Falou mal de mim?
Não tiro mais satisfação.

Virou a cara, se afastou?
Não tiro mais satisfação.

Me julgou sem me conhecer?
Não tiro mais satisfação.

Criou histórias sobre mim?
Não tiro mais satisfação.

Não gostou de mim?
Não tiro mais satisfação.

Aprendi que paz mental vale mais do que qualquer explicação.
Quem vive em paz não precisa provar nada para ninguém.

Errou tanto, trocou os pés pelas mãos, que o orgulho virou direção, e agora vai até o fim, com dor, remorso e insensatez triste

Quando algo fica mesmo depois de mil despedidas, é porque deixou de ser “pendência” e virou parte da tua estrutura. Pode ser um amor, um talento, um chamado, uma ferida que moldou teu jeito de ver o mundo.
Nem tudo que fica é pra ser arrancado; às vezes é pra ser compreendido, acolhido e usado a teu favor.


Tem coisa que não sai porque, no fundo, é você também.

Não era compra


Eu não sei que gesto virou crime
nem em que ponto ajudar ganhou preço.
Só sei que estendi a mão
e alguém chamou isso de troca.
Não era ouro.
Não era dívida.
Não era laço invisível puxando retorno.
Era cuidado cru,
do tipo que nasce quando a gente ama
e vê o outro afundando
sem saber nadar por ele.
Não se compra afeto.
Não se negocia carinho.
Amor não aceita recibo
nem vem com prazo de validade.
Se dei, foi porque tinha.
Se ajudei, foi porque doía ver faltar.
Quem confunde presença com posse
nunca soube o peso de ficar.
Eu não quis ter.
Eu quis amparar.
E se isso virou suspeita,
que fique claro:
Pior que ser mal-entendida
é desistir de ser quem se é.

Escrever, para mim, deixou de ser um capricho bonito de quem gosta de palavras e virou uma necessidade quase fisiológica, tipo respirar depois de subir uma ladeira enorme no sol do meio-dia. Eu estava há tanto tempo inspirando o mesmo ar pesado, reciclado pelas minhas próprias memórias, que quando finalmente escrevi, foi como escancarar uma janela e descobrir que o mundo ainda tinha vento. E não aquele vento dramático de novela, não. Um vento simples, honesto, que não promete nada além de movimento. E, naquele momento, movimento já era tudo que eu precisava.


O curioso é que eu não escrevi esperando resposta. Nem dele, nem da vida, nem do universo conspirador que a gente gosta de culpar quando está carente. Eu escrevi para me ouvir. Porque até então, eu estava cheia de vozes dentro de mim, menos a minha. Era lembrança falando alto, era saudade fazendo discurso, era ilusão pedindo mais um capítulo. E eu, coitada, só anotando, achando que aquilo era verdade absoluta. Quando eu finalmente me escutei de verdade, sem maquiagem emocional, sem aquele filtro poético que transforma sofrimento em obra-prima… foi desconfortável. Mas também foi libertador. Porque ali não tinha mais para onde fugir. Era só eu comigo mesma, sem plateia, sem roteiro, sem desculpa.


E a tal da lucidez… ah, essa não bate na porta, não pede licença, não manda mensagem antes. Ela entra como quem já mora ali há anos e só estava esperando eu parar de fazer barulho para se manifestar. E quando ela chega, desmonta tudo. Derruba cenários, apaga luzes, desmonta personagens. Aquilo que antes parecia gigante, intenso, insubstituível… vira só o que sempre foi: um capítulo. Importante, sim. Mas não eterno.


E é aí que entra a parte que mais assusta e mais alivia ao mesmo tempo: esquecer não é apagar. Eu não virei uma versão fria, sem memória, sem história. Eu virei alguém que olha para trás sem sentir aquele aperto no peito que parecia um lembrete constante de que algo estava inacabado. Não estava. Nunca esteve. Eu só demorei para aceitar que já tinha acabado há muito tempo. A gente sofre mais tentando reescrever o passado do que vivendo o presente. Porque o passado, minha querida, não aceita edição. No máximo, interpretação.


E essa lembrança… a ceia na casa da avó. Olha que cena sutilmente dolorosa. Um convite que parecia simples, mas que carregava um mundo inteiro de significado. E eu recusando. Não por falta de vontade, mas por excesso de consciência. Eu sabia que não cabia ali. E olha a maturidade disfarçada de tristeza. Às vezes, crescer é exatamente isso: reconhecer onde a gente não pertence, mesmo quando o coração quer dar um jeitinho de se encaixar.


Aquele abraço final, as lágrimas sendo enxugadas com uma delicadeza quase contraditória… como se o gesto dissesse “eu me importo”, enquanto a realidade gritava “mas não o suficiente para ficar”. E tudo bem. Porque naquele momento, sem perceber totalmente, eu já estava me despedindo de verdade. Não só dele, mas da versão de mim que ainda insistia.


E a vida, com seu humor meio irônico, meio genial, seguiu. Quase dois anos depois, eu casei. Escrevi uma nova história. Mas dessa vez, não foi sozinha. Não foi baseada em suposições, nem alimentada por silêncios interpretados. Foi construída. Tijolo por tijolo, dia após dia, com alguém que estava ali de verdade, não só na minha imaginação.


E isso muda tudo.


Porque no fim, não foi sobre esquecer alguém. Foi sobre parar de sofrer por algo que já não existia e abrir espaço para o que podia existir. Eu não apaguei o passado. Eu só parei de morar nele.


E hoje, quando eu lembro, não dói. Não pesa. Não chama. Só existe. Como uma página virada de um livro que eu não preciso reler para saber que já entendi a história.


Se você ainda está respirando esse ar pesado, talvez esteja na hora de abrir sua própria janela.

Tudo virou tão pouco. Tudo virou nada.

Ela se virou
e o olhar, bordado de poesia antiga,
tocou as teias do passado
com a delicadeza de quem ainda sente.


Pelas narinas da saudade
respirou a poeira e as teias de aranha
dos dias longínquos
e cada partícula era um verso
à espera de nome e escrita.


O tempo, esse artesão invisível,
pousou-lhe as mãos no peito
e ali, entre cicatriz e luz,
a dor aprendeu a florir em palavra.


✍©️@MiriamDaCosta

Ela se virou


e com o olhar bordado de poesia,
acariciou as teias de aranha do passado


e com as narinas da saudade
exalou toda a sua poeira de versos.
✍©️@MiriamDaCosta

Tem coisas que não vão mudar enquanto você continuar tratando como detalhe aquilo que já virou prioridade.