Odio que Virou Amor
O mercado de trabalho está tão competitivo que já virou olimpíada. Treine bem e organize a sua torcida.
Virou rotina pensar em você, desde o nascer do sol ao se por, virou rotina te desejar, te querer, te precisar, sentir seu perfume, seu toque. Pra essa rotina eu só posso dizer que hoje ela se tornou um grande tormento.
O passado virou lembrança. O presente é momentâneo, virou passado. O futuro, esse é incerto, mas tenho uma certeza: o passado não o posso alterar e o futuro está cheio de oportunidades para fazer as coisas de maneira diferente. Tudo na vida é uma lição.
A menina cresceu ,virou mulher...
amadureceu , aprendeu a cair e levantar...
a menina meiga , doce ... ja não existe mais...hoje já não sou mais o que fui ontem ... amanhã serei diferente do hoje...estou em constante evolução... ralei muito o joelho..agora ralo o coração... mas a gente aprende , sim a gente aprende .. ser mais madura ,mais forte ,mais segura ,mais esperta ..
Sou quem virou, homenageou,
Pra agora tomara, virará.
Sem homenagem, sem ninguém,
Partiu que ninguém viu.
Básico e ocupado, predestinado,
Fuga da manhã amanhã.
Escuro de fim muro,
Mostrou, começou e terminou...
Velha Figueira.
Velha figueira na beira das casas
Já virou brasa em algum fogo de chão.
Lembro do rancho, agora tapera,
Nesta primavera de eterna ilusão.
Se foram os potros da antiga mangueira,
Pela porteira o tempo passou.
Eu me vi guri, enfurquilhado no potro,
Fazia gosto, e meu pai me ensinou.
Ali ainda resta um oitão caído
E o chão demarcado onde era o galpão.
Já apodrecido, um palanque inclinado,
Que no passado aguentava o tirão.
Até o meu cusco eu vejo correndo,
Me acompanhando na lida campeira,
Tocando o gado, grudando o garrote,
Seguindo meu trote rumo à fronteira.
Voltar à querência, depois desse tempo,
É como o vento que um dia passou,
Levando meu mundo do campo à cidade,
Onde a saudade se aquerenciou.
Só restam agora as minhas lembranças
Da velha estância onde me criei:
O meu velho rancho, cochilha e mangueira,
E a velha porteira que um dia deixei.
Renato Jaguarão.
Ela é uma menina que virou mulher: não fica mais sonhando o dia inteiro, mas sabe o que quer e batalha todo dia para realizar seus sonhos.
Não sei quando você virou o meu mundo. Não consigo evitar. Não consigo viver sem esse mundo, e nem quero.
Quando você nasceu, meu mundo virou de cabeça pra baixo. Eu tive que reaprender absolutamente tudo, tive que quebrar certos pré-conceitos e ter muita humildade e paciência pra conduzir esse processo. Mas você, meu amor, faz tudo valer a pena. Estou adorando reaprender a viver sendo a sua mamãe.
