Odeio Pessoas
Incrível como algumas pessoas tem o dom de transformar um simples problema em apenas uma coisa ruim e que vai passar logo.
Algumas pessoas temem mais ao amor do que a própria morte por que o amor é de possibilidades infinitas. Pode durar, pode doer, pode acabar dolorosamente, marcar a vida tanto com lembranças boas quanto ruins. Já a morte não. Pois a morte é um simples fechar de olhos e um calar de coração... Assim como é um vento que sopra. “O que elas esquecem é que, inevitavelmente, terão que passar por ambos”
As pessoas são muito complexas, impossível entender a mente e muito menos o coração de cada uma delas..
Muitas pessoas admiram aqueles que dizem tudo que sentem, mas não sabem o peso de dor que isso exige em certas ocasiões!
Quando se está apaixonado todas pessoas ao seu redor se tornam bonitas igualmente, mas só uma tem a beleza superior a todas outras.
As vezes o amor nos cega, e acaba nos jogando contra as pessoas que mais gostamos. Acaba afastando nossas amizades mas, sempre quando isso acontece, é porque esse tipo de amor não vale a pena. E o melhor de tudo é quando podemos reconhecer que erramos, pois é a partir de um erro na qual perdemos pessoas importantes, que aprendemos e nunca voltamos a cometer o mesmo!
As pessoas me perguntam se eu tenho um ídolo, e quando eu respondo, elas fazem aquela cara de espanto, só por que eu não vivo dentro da igreja?
Tô tão acostumada com a inveja das pessoas quando eu conquisto algo,que estou com receio de me alegrar com a conquista alheia e parecer invejosa.
Algumas pessoas sonham, outras preferem ter apenas objetivos...
Objetivos são estradas, sonho o destino final.
Objetivos, definem-se por ações isentas de sentimentos ou emoções, são voláteis e volúveis. Não exigem comprometimento, mudamos a qualquer momento friamente, sem sofrimento.
Sonho, razão de ser, estar, caminhar, amar... Sentimento puro é o alimento da alma.
Entre sonho e objetivos, fico com os dois.
De nada vale um sem o outro!
Não seja o objetivo de outro e nunca o tenha como tal.
E, nunca sonhe sozinho...
Nada é difícil! Não existem pessoas difíceis, projetos difíceis, coisas difíceis. O que existe são pessoas sem propósito.
Eu usava chapéus de pateta na escola de teatro musical. A maioria das pessoas achava que eu era um idiota. Mas se você tem um senso de humor sobre isso, ninguém pode derrubá-lo.
Deus deu para algumas pessoas, muita coisa de “mão beijada”. Já para mim, ele preferiu dar a oportunidade de ver que sou capaz de alcançar essas mesmas coisas com a diferença de ser bem mais gratificante.
Mas é que por vezes, não procuro a verdadeira poesia em pessoas. Sou feita de lugares, me reencontro em situações que sempre estão aqui, dentro de mim. Encanto-me com o som dos pássaros mesmo que não combinem com o meu estado de espírito. Sou tocada profundamente pelo cheiro do sentimento que deixa muito mais do que teu perfume, mas a sede de um mistério que eu não pretendo desvendar. Que me vem suavizando com toda sua pureza e se faz tão, mas tão natural. Ando com uma séria culpa de plágio de mim mesma. Vejo-a, poesia, em metades, aparentando ser chicle, quando na verdade, não é. É como se tudo fosse uma obra não completa de meu próprio ser. Acompanho-me, então, do meu jeito torto. Entendem? É muito mais escasso de ter a sensação de ser privilegiado ao enxergar a cor do vento que se faz natureza. Sinto-me lisonjeada ao enxergar as mudanças que ocorrem quando uma folha cai ao chão por sua mudança. E se pararmos pra pensar, elas evoluem muito mais que nós. Só por ter um prazo pra crescer. Deixo-me ser tão dependente das flores que transbordam carinho… Entrego-me tão facilmente ao que me parece ser dócil, que me esqueço de que sou o sentimento. E que ele, não se estampa assim, na capa. Mas só digo por sempre ter crescido com ele e o mostrado a quem imaginava que fosse como eu. Então por vezes, não procuro a verdadeira poesia em pessoas… Não me forço a escrever sem a mesma, não me reconcilio com meu reflexo no espelho apenas para o meu próprio agrado. Porque ainda sim, vejo que a verdadeira parte daquilo que matamos, se apresenta nos detalhes das coisas mais naturais que possam existir. Mesmo sabendo que a mesma que possui a delicadeza de uma leve chuva, se torna canivete de uma ação humana. É que me esqueço de me perdoar, pois também sou humana. Mas olha, ainda sim, se torna bem maior do que o que se esconde acima dos céus. É bem mais colorido do que as asas das borboletas que transparecem a liberdade tão invejável de acompanhar situações de longe. É bem mais conseqüente do que os tsunamis que possam nos invadir. Falta-te, me falta, falta-nos. Falta-nos a verdadeira poesia, cidadão. Um dia você acorda e percebe que o que há dentro de ti, se faz um verdadeiro furacão. E que palavras, não alimentam mais a sede que traz a ausência do que antes, parecia não lhe importar. Acorde, jovem! Mudaram-se os mundos. Mudaram-se os caminhos que circulavam ao nosso redor. Falta-te a vontade de olhar as estrelas e saber que cada uma tem teu significado apenas por se habitar ali. Falta-me, flor, sua fragrância admirável que merecia ultrapassar todas as estações. Hoje, falta ao mundo, à resistência daqueles que lutam até o último segundo por mais um dia de vida. Mas, o que mais nos falta, é aquilo que absolutamente poucos presentes ainda sentem: A suavidade do verdadeiro valor que hoje se apagaram, por nós. Enxerga o inabitável lugar que nos tiraram a inspiração do que nos faz sentir vivos. Desculpe-me, mas eu ainda sim, acredito na inspiração que o sentimento traz a nós. Porque tê-la é como ganhar o brilho do Luar que espelha a grandeza de ter um ombro amigo: o Sol. E ele, resplandecendo e soltando palavras assim, se o fazendo em mim.
