Odeio Pessoas

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Amo a inocência das crianças
Mas odeio a malandragem do homem;

Odeio os momentos em que parece que a minha cabeça é sempre a coisa mais difícil de carregar de tão pesada.

Ainda bem que eu não odeio ninguém, a minha raiva é passageira e ela não estaciona no coração.

Eu odeio vir aqui e ver frases rasas atribuídas a artistas profundos. Só odeio mais do que isso o fato de que poucos vão notar e/ou pesquisar sobre. Só querem frases de efeito rasas para postagens.
⁠Vomitei

Eu amo os meus começos e Odeio os meus fins
Os começos são pura faísca, promessa, aquele gosto de “agora vai”. E meus fins… são o cemitério das minhas entregas inteiras. Quem sente tudo do jeito que eu sinto nunca termina nada sem deixar um pedaço de si no caminho.

Ainda toca


Eu odeio admitir,
mas ainda gosto das músicas.
Não de você..
não de quem você virou
quando a máscara caiu.
Mas do que eu era
quando tudo ainda fazia sentido.
Cada acorde
não chama teu nome,
chama o meu
de um tempo que não volta.
E isso é o que dói.
Porque a música ficou bonita,
mesmo depois
de você ter estragado tudo.

"Eu odeio a minha escola. Eu odeio todo mundo. Eu odeio minha vida."

Family Guy

Nota: Fala da personagem Meg Griffin.

Odeio gente que não consegue ouvir algo simples,não porque não conseguem ouvir mas por não quererem ouvir...gente com arrogância desnecessária.

Parede de vidro

Afasto,
De tudo que não desejo.
Escondo,
De tudo que não quero.
Odeio,
De tudo que não me agrada.

Os defeitos e os erros nunca são meus.

[19/3 13:14] Alinny de Mello: Eu não odeio o nosso genitor, mas todos os problemas das nossas vidas, inclusive os TOC'S... E, quem ele se tornou, foram culpa dele
[19/3 13:15] Alinny de Mello: Somos os mais velhos, nós tivemos os piores momentos que uma criança nunca deveria ter tido
[19/3 13:15] Alinny de Mello: Eu nunca quis imitar eles dois, nunca foram exemplos para mim, sempre soube quem eu precisava ser

*Odeio estudar*


Odeio estudar
Não porque estudar é chato
Mas porque odeio por causa da pressão que colocam em mim


Eu odeio estudar
Não porque os números se misturam e embaralham
Mas sim porque se eu entender esses números, todos vão esperar eu ser a melhor


Eu odeio estudar
Não porque eu não tenho uma memória boa
Mas sim porque se espera que no vestibular, eu me lembre de todas as fórmulas matemáticas que estudei


Odeio estudar
Não porque ouvir um monólogo seja ruim
Mas sim porque depois desse monólogo que ninguém entendeu, todos irão perguntar de mim


Odeio estudar
Não porque tenho preguiça
Mas sim porque a expectativa que colocam em mim é dolorosa
"E se eu não conseguir o que esperam de mim?" Isso me corroe


Odeio estudar
Não porque a ansiedade que sinto é horrível
Mas sim porque mesmo me sentindo ansiosa e com medo, não posso contar a ninguém


Odeio estudar
Não porque postergo estudar e brigam comigo
Mas porque sei que perco tempo com leviandades e porque vejo a decepção em seus olhos


Odeio estudar
Não porque é chato
Mas sim porque estudar me dá medo

(Leia também de baixo para cima)

Poema duplo

Eu odeio você
E minto dizendo que
Você vive dentro de mim
Mas você precisa saber que
Prefiro até mesmo morrer
Para não tê-la mais perto assim.

Eduardo de Paula Barreto
SP - 08/02/2014

Odeio esse sentimento de impotência, sentimento de que não tá nada certo e sentimento de que mais uma vez eu abri mão, mais uma vez eu me anulei, mais uma vez me deixo pra trás, eu não consigo mudar isso! Eu não consigo ser diferente disso!

Não sou de centro, esquerda ou direita, mas temo e odeio profundamente a ditadura.


Benê Morais
⁠

Eu odeio não conseguir confiar
Porque pra mim nada funciona sem antes olhar
Olhar nos olhos de alguém e tentar entender
Se o que existe ali é verdade ou só parece ser

Porque palavras o vento pode levar
Mas o olhar sempre encontra um jeito de falar
E enquanto eu não souber se é de verdade ou ilusão
Nada consegue acalmar o meu coração

"Eu te odeio, mas não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar.
Te odeio, não pelo ódio em si, mas por ter me feito amar.
Odiá-la é como odiar o ar.
E dia após dia, viver sabendo que posso odiar, mas não posso parar de vivê-la, parar de lhe adorar.
Eu te odeio, pois em cada beijo, em cada abraço, até mesmo no castanho do outono, seus olhos estão lá.
Quando o Sol se põe e a noite vem me abraçar.
Você está lá.
Quando rogo para a escuridão me abandonar e a Lua vem me iluminar.
Eu te odeio, pois até mesmo no brilho dela e na pálida tez, você está lá.
Pela ida eu relevo, posso lhe desculpar, mas essa insistência na permanência, isso não posso perdoar.
Até quando me prostro e me ponho a orar.
Te odeio, e por sobre os céus, odeio ao Deus, por outra de ti, para meu eu egoísta, não criar.
Odeio ele por me fazer amar.
E eu te odeio, não por ter me deixado, mas por ter feito ser tão difícil largar..."

Amo, odeio e me perco.
O amor é transitório e não tem força para mudar o destino.
Só é amor quando alguém decide permanecer; contudo, tal decisão é ilusão, pois o coração humano oscila como vento que não se captura.
O riso torna-se ódio, e a palavra doce converte-se em dor.


Amar é obra difícil. Aquele que hoje entrega tudo e é honrado poderá, ao menor erro, esquecer quem amou.
O homem é movido por impulso, escravo de suas emoções.
O prazer é senda mais fácil que o amor; mas quem muito bebe do vinho, cedo se enjoa, e quando o vinho finda, resta-lhe arrependimento e solidão.


Mentir a si próprio é acorrentar-se a uma realidade que não se merece.
Olhos belos podem amar-te, e tu a eles; mas recorda: nada te pertence, pois o outro sempre pode desistir.
Tua vontade não altera o destino; preocupar-te com o que foi ou desejar o que não tens é tentar segurar o vento.
Nada é sólido. Lágrimas desperdiçadas não foram feitas para cair, sofres porque idealizas demasiadamente.


Os fardos que carregas são teus, pois tu mesmo os criastes ao acreditar no que imaginaste.
Pais são teus porque assim creste; mas podes viver sem eles?
Talvez fora melhor viver como se nada existisse.


De que vale ao homem crer no inferno?
Nascer é condenar-se.
O mundo oferece apenas o que é aleatório e ainda assim exige de ti responsabilidade sobre aquilo que não escolheste.


Reagir às provocações é fortalecer o ego do outro.
Entrar em guerra é buscar a própria ruína, pois abandonar a paz para defendê-la com conflito é desatino.


Falar de tua vida não alivia o fardo; nunca estarás pleno, pois envelheces.
Alguns amam riquezas, outros desejam liberdade, mas nenhum é livre de si mesmo.
Vivem dentro de uma caixa escura — não há luz, nem sabem onde está a saída, pois quem nasce nas sombras não pode reconhecer o brilho.


Tua aparência é fruto de teu orgulho; quanto mais belo te adornas, maior o ego.
Experimenta ser o ponto neutro: onde o amor nada altera e a frustração é apenas fruto de tuas próprias ilusões.


Os erros que cometeste provêm da falta de entendimento.
Mentiste a ti mesmo, prometeste e não cumpriste; tais sombras caminarão contigo.
O que foi, foi. Não podes alterar quem te odiou — isso já te condena, mas não te aflijas.
A escuridão é sempre escuridão, e caminhas só, sem luz, por sendas incertas.
Sabes que morrerás, não desejas viver, mas tampouco anseias pela morte.


Se há algo antes ou depois, pouco importa — tua existência não foi escolhida.
És fruto de ato carnal desprovido de propósito.
E assim reclamas o direito de negar o que te condena, pois não escolheste nascer, nem habitar a oscilação eterna da incerteza.

Eu odeio a lucidez.

A minha promessa para o Ano Novo (2026)


Odeio promessas!
Promessas são pactos frágeis
assinados com o medo do futuro.


Não prometo nada
a mim mesma,
eu me conheço.


Não prometo nada
aos outros,
eu os conheço também.


A única coisa que não negocio,
depois da liberdade,
é a escrita.


Enquanto houver pulso
me bombardeando,
eu escrevo.


Enquanto houver ferida
me cutucando por dentro,
eu escrevo.


Enquanto houver silêncio
me gritando nos ossos,
eu escrevo.


Enquanto houver sangue,
suor e lágrimas
me derramando,
eu escrevo.


Não faço promessas!
Eu cumpro.


Escrever não é escolha.
É instinto.
É reflexo.
É sobrevivência.


Eu escrevo
quando falta ar.
Eu escrevo
quando sobra silêncio.
Eu escrevo
para não morrer por dentro.


Promessas nascem fracas,
já pedindo desculpa
por não sobreviverem ao tempo.


Eu não prometo!
Eu persisto.


Escrevo
como quem se mantém viva
num mundo
que golpeia para matar.


Escrevo nas entrelinhas
dos pontos onde sangro
e não coagulo.


✍ ©️ Miriam Da Costa

Ao mesmo tempo que eu me amo, eu me odeio. Não sei, talvez eu tenha medo de assumir que as minhas piores escolhas eu tambem fiz, tenho medo ainda do que poço fazer de errado me achando certo.


- LUIZ ANDRADE.