Odeio meio Termos

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É um novo ciclo. O começo de tudo. O princípio, meio, o fim e o recomeço. Onde tudo nasce, floresce e cresce.
É estar imerso ao infinito, às possibilidades, não esquecendo de apreciar o caminho. Cada grão, cada espinho, cada céu, cada estrela e cada chão. É estar conectado, mergulhado, atento e curioso. Bastar-se como o infinito, segurar tudo em seu dorso. É a mudança, impermanência. O movimento que tudo agita, sacode, destrói e conserta. A composição, a reestruturação e o contentamento convivendo em uma harmoniosa união.

⁠— Eu ouvi ela dizer uma coisa... No meio da conversa, sabe? Ela disse que você gosta dessa vida.
— Eu não gosto nada dessa vida... Não gosto dessa merda de vida.

[NO MEIO DO CAMINHO]

Cheguei. Chegaste. Vinhas fatigada
E triste, e triste e fatigado eu vinha.
Tinhas a alma de sonhos povoada,
E a alma de sonhos povoada eu tinha...

E paramos de súbito na estrada
Da vida: longos anos, presa à minha
A tua mão, a vista deslumbrada
Tive da luz que teu olhar continha.

Hoje, segues de novo... Na partida
Nem o pranto os teus olhos umedece,
Nem te comove a dor da despedida.

E eu, solitário, volto a face, e tremo,
Vendo o teu vulto que desaparece
Na extrema curva do caminho extremo.

" O ciúme no início é vaidade, no meio sofrimento e no fim é a podridão dos ossos. Não sei quem sofre mais por essa insanidade: o sofrido ou o sofredor."

Viver às vezes é duro às vezes é triste mas lá no fundo existe pitadas de alegria em meio ao caos...

" Sejamos calmaria
Em meio as tempestades, para quê possamos
Atravessar os dias
Com sabedoria, discernimento e compreensão!"

Não é por acaso que a morte se atravessa no meio do caminho da vida de alguns seres.

Depois que você se foi
A vida meio que perdeu o sentido
Sair não tem muita graça
Comer não é mais tão importante
E dinheiro só serve mesmo para pagar as contas
Depois que você se foi
A vida passou a ser preta e branca
Filmes servem só para serem assistidos
E o frio serve só para se agasalhar
Depois que você se foi
Pude perceber o quanto eu te amo
Consegui entender e consertar meus erros
Também descobri quanta falta você me faz
E depois de tudo isso, espero que não seja tarde demais

Eu ando distraída, meio perdida, nem ai pra nada... Tentando acertar, mais não me importo se eu errar! To chutando o balde, to abrindo as portas, pra quem quiser sair e pra quem quiser entrar.

O trabalho com qualidade, respeito ao meio ambiente e segurança gera progresso e confiança.

Quando não quero me machucar, você me telefona no meio da noite.
(O amor mais bonito)

Sou um tanto exagerado, um tanto ciumento, meio dramático, chato, irritante, e quer ver quando tiro o dia pra ficar carente, adoro uma aventura, amo conhecer pessoas novas e novas "propostas", porém sou um romântico incurável, que muitas vezes acha que nasceu no século errado, onde conceitos e morais que eu conservo e aprecio já foram perdidas a muito tempo, porém também existem aquelas morais as quais tenho, que ao olhar para tudo e todos vejo que a humanidade ainda não adquiriu-as, gosto de coisas de "menininha" como caminhar na praia de mão dada vendo o sol nascer ou se pôr, ir ver um filme com quem eu gosto, e programinhas desse tipo, ficar casa com a pessoa em um dia de chuva, porem ir surfar num dia de sol, gosto de tocar meu violão, escrever meus textos, e admirar a natureza, e posso dizer que não sei bem como começou isso, só sei que se concretizou no exato momento que eu olhei nos teus olhos, naquele mesmo momento senti um filme passando pela minha cabeça, e um filme que eu queria fazer, mas contigo, sou bobo, sei que sou, sou "romântico" também, e ainda acredito em "felizes para sempre", mas eu sempre achei que se eu fosse encontrar alguém tão especial e diferente de todas as outras pessoas que eu já tinha conhecido seria daqui a uns varios e bons anos, e do nada tu apareceu e ta ai, e eu não sei de mais nada, só que "preciso" muito de ti, do teu carinho, do teu abraço, do teu beijo, do teu cheiro, em fim de ti por inteira.

Me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, meu amigo, vá em frente!

A flor cor de rosa

Uma flor no meio da calçada
Tão delicada que poderia ser levada pelo vento
Nasceu ali mesmo, do nada
De uma rachadura que se abriu no cimento

Flor raquítica de talo fino
Que temia ser pisada
Qual seria o seu destino?
Foi nascer justo no meio da calçada!


Os humanos trafegavam perto dela
Rostos sérios ou risonhos e nem olhavam para ela
De repente a flor rosa ficou amarela de medo
Pois quase foi pisoteada,
a coitada não queria morrer tão cedo!

Ah sorte dela foi o olhar sensível de uma criança
Que a viu de longe e a levou dali
e a plantou num vaso de esperança
Então a flor rosa se desenvolveu muito frondosa
Mostrava toda a sua beleza e estava orgulhosa!

Ela parecia dizer a todo mundo:
-Olha estou aqui,
eu sobrevivi por causa do amor de uma criança!
E dizia aos quatros ventos,
” que quem espera sempre alcança”!
Queria dizer a todos que estava feliz da vida!
E que nós temos que ter fé, mesmo sendo rosa,
cravo, crisântemo ou margarida!

No jardim imenso que é a vida, nós somos como as flores
Que nascem das sementes e são de todas as cores
Que sobrevivem em meio a uma tempestade de verão
Pois quem luta e se agarra no ultimo fio,
sempre encontra uma solução!

Se você for uma pessoa que se sente abandonada
e só encontra obstáculos na sua estrada,
faça como a flor que não se entregou!
Desviou, desviou ...
E mesmo com a tristeza de ter nascido no meio do cimento
Sofreu, lutou, venceu
e para as outras flores se tornou um exemplo!

Hoje a flor rosa está sorrindo e já sofreu até demais
E vive num vaso de esperança, numa vida de paz
Ela está radiante e se sente revigorada
Porque mostrou o quanto é resistente,
sobreviveu as agruras de uma calçada!

Fazer do altar de Deus o seu lugar de intimidade com Ele, e depois correr para o meio secular, tem um nome: Prostituto da Adoração

As chances estão contra nós
Mas nós estamos por aí
A fim de sobreviver
No meio da confusão
Andando sem direção
A fim de sobreviver

Enquanto as bombas caem do avião
Deixando de recordação
A cidade em chamas
A cidade em chamas

Não basta ter coragem
É preciso estar sozinho
É preciso trair tudo
E trazer a solidão
Eu sei que eles tem razão
Mas a razão é só o que eles tem

Sou meio doce, meio ácida. Algunas dias vejo que sou indefesa já outros me sinto como uma rocha. Preciso sempre de um buraco para eu enfiar a cabeça e lá poder chorar em paz. Sim, eu choro sou humana, sou manhosa. Ando sempre querendo afeto porém digo que não, mas preciso sim de calor humano, mais que corpo-a-corpo quero alma-a-alma. Tenho semblante rústico mas sou uma flôr de laço no cabelo e sapatilhas de ballet. Não gosto de saber de tudo nem tento ser racional. Quero continuar á manter meu cérebro no lugar onde ele sempre fica: meu coração. E essa é a melhor parte de mim.

Para mim, não existe meio termo, meio amar, meio viver. É preciso ser completa, ser inteira. Até existe, mas em “meias pessoas”.

…“Naquela mesma noite escrevi minha primeira história…era um pequeno conto meio soturno sobre um homem que encontra um cálice mágico e fica sabendo que, se chorar dentro dele, suas lágrimas vão se transformar em pérolas. Mas, embora tenha sido sempre muito pobre, ele era feliz e raramente chorava. Tratou então de encontrar meios de ficar triste para que as sua lágrimas pudessem fazer dele um homem rico. Quanto mais acumulava pérolas, mais ambicioso ficava. A história terminava com o homem sentado em uma montanha de pérolas, segurando uma faca na mão, chorando incosolável dentro do cálice e tendo nos braços o cadáver da esposa que tanto amava…
… sacudi Hassan, para acordá-lo, e perguntei se queria ouvir uma história…Li a história para ele na sala de visistas, perto da lareira de mármore…Hassan era o público perfeito, em todos os sentidos: inteiramente absorto na narrativa, a expressão de seu rosto ia se modificando de acordo com os tons que a história ia assumindo. Quando li a ultima frase, ele fez com as mãos o gesto do aplauso sem som.

- Mashallah, Amir jan, bravo!- disse ele radiante.
- Gostou? – indaguei eu, esperando sentir pela segunda vez o sabor, e como era doce, de uma apreciação positiva.
Hesitou um pouco , então, como se estivesse prestes a acrescentar algo. Pensou bem as palavras e pigarreou.
- Mas posso perguntar uma coisa sobre a história? – indagou envergonhado.
- Claro.
- Bem…- principiou ele, mas logo parou.
- Pode falar, Hassan – disse eu. E sorri, embora, de repente, o escritor inseguro que havia em mim não subesse muito bem se queria ou não ouvir o que ele tinha a dizer.
- Bem… - recomeçou ele – o que eu queria perguntar é por que o homem matou a esposa. Na verdade, por que ele precisava estar triste para derramar lágrimas? Será que não podia simplesmente cheirar cebola?

Fquei pasmo. Um detalhe como esse, tão óbvio que chegava a ser absolutamente estúpido, não tinha me ocorrido. Movi os lábios sem emitir som algum. Parecia que na mesma noite em que eu tinha aprendido qual era um dos objetivos da escrita, a ironia, ia ser apresentado também a uma de suas armadilhas: os furos da trama. E, entre todas as criaturas do mundo, Hassan é que foi me ensinar isso. Hassan que não sabia ler e nunca tinha escrito uma única palavra em toda sua vida.

Na rede você se torna mais um, conexão ,fibra óptica, login . Não se surpreende achar-te por meio de sites de buscas tantos e infindáveis, Estás ali como os rabiscos das ruas.Declara-te circuito e verás o tanto de tatos e olhares que receberás.Declara-te ser e verá o quanto de misérias te sustentarão.Na busca infindável de loucuras, somente enchergarás teu teclado cibernético, e logo receberás as loucas manias virtuais que o mundo dispoe, lindo e ultra definidos pelo mar de webs e tanto mais que tu consegue captar. Viva o HD, viva o ciberespaço por nos fazer um tanto inteligentes e um tanto ridículos .