Odeio meio Termos
Sem Medo de Beijar o meio Fio
O cara que anda junto com o ódio
Chegou de supetão e disse pra eu não questionar
Mandou que eu perdesse a razão
Me deu tiros no coração
E ainda disse pra eu não chorar
Eu
Besta fui eleita
No diminutivo pra tudo piorar
Dormi na minha cama
Dormi na sua
No tapete
Em filmes
Dormi esperando você acordar
Senti felicidade
Você
Necessidade
Alegria
Calor
Senti saudade
E aprendi que nem tudo se pode evitar
Usei a cor que você disse que mais gostava
Tive no cabelo os piores penteados
Só pra você sorrir
E depois novamente bagunçar.
Virei atleta
Corri
Pior ainda ...
Corri apostado
Na rua me joguei
Sem medo de beijar o meio fio
Ali me deitei
Me fiz de perdedora
Só pra você ganhar
Revelei tudo
Dos segredos ás mais prováveis loucuras
E fui tentando te embalar
O destino eu comprovei
Mas bravo que só ele
Se vingou
Me botou de castigo
E mandou eu esperar...
Esperar o tempo
Esperar as Horas
Esperar pelo menos um ano
Pra tudo se ajeitar.
Quando te olho
e te vejo assim
Lindo, tão branco
Lembro-me do jasmim
Que mesmo em meio a tantas flores
encanta o meu jardim
Seus olhos tão meigos,como das pombas
Reflete calma, mesmo em meio à tempestades
Trazendo bonança dentro de mim
Seu riso traduz, o que a alma diz
Que de tão pura posso avistar
O outro lado
mesmo que as sombras
queiram ocultar
Vejo a arte em aquarela
o seu coração pincelar
Mil cores não bastam para preencher
onde tanta riqueza há
Presente maior não anelo
Igual a você nenhum haverá
Te amo pra sempre
e se distancia houver
Comigo,bem juntinho estará
Todos os dias
pois no meu coração
Lugar pra ti sempre haverá
Cigarras
Em meio as árvores
E as folhas que caem de seu topo
Eu canto
Em meio ao som dos pássaros
Dos grilos , dos carros
Eu canto
Aquele rapaz que esta só
Pensando , refletindo
E adimirando o verde do parque
Para ele eu canto
Canto e encanto
Canto e não canto
Junto ao som do pingo do vinho
Forma-se a melodia
E enbebedo-me com a mais simples
Alegria,por isso canto.
Sei que ando errado, o meu destino é esguio,
Meio turvado, num processo de negação.
Singelo destino, confuso e opaco,
Provido de águas salgadas e soluços.
Acordo atordoado, reconhecendo o espaço,
Não me agrada o redor, nem o espelho,
Mais do que só, ando errado.
Peco na frieza, com que trato a vida,
Na afinidade com a solidão,
No não procurar respostas,
Em Aceitar com os olhos fundos e sonâmbulos,
Cotidiano fatídico e ensaiado,
Com que me deparo sem nenhuma reação.
Pobre dos outros sabem o que é ser feliz,
Não conhece amargura de um choro,
De uma nódoa em sua alma,
Pobre de quem se acha vitorioso,
Não conhece o gosto do barro travoso,
Goela adentro, quando se está no chão.
Nunca fecha os olhos para realidade,
Não tem seu refugio em viver no nada.
Em desfrutar a amargura da solidão.
Em meio a tanto amargo
Sabe que precisa jogar um melzinho na tua boca
Mesmo que junto com o doce
As abelhas acabem indo de brinde
Picando teu corpo
Inchando tua garganta
Só pra te dar aquela sensação de
ai meu deus estou gorda
Pura insegurança ensaiada
Meu pensamento da noite está meio cambalhotando,nao consegue ficar parado.é que penso em muitas coisas agora,muitas evidencias.Meu Deus,como eu consigo entender tudo que se passar ao meu redor e nao posso falar nada? é que pra eu falar iriam ter várias controvésias...iriam dizer que eu estou errada em estar isto ou aquilo,mas eu sei que nao estou errada.Eu vejo e percebo tudo,mas tento levar tudo numa boa.A vida é maravilhosa do jeito que ela é!
Boa noite a meu amado...e a todos que por algum motivo visitam a minha página de pensamentos.
A grandeza da serenidade se verifica quando pode-se mantê-la em meio à mais acentuada balbúrdia. É quando se extrai sua maior utilidade. Possibilitando ver onde predominaria a cegueira, e ponderando onde ocorreria a precipitação.
O amor é uma coisa, que ninguém pode decifrar seus enigmas, onde tem começo, meio e fim.
Onde no inicio dizemos amar, no meio você esta tentando manter uma relação, e por fim dizemos odiar um ao outro.
Adaptar-se ao meio o qual se encontra, é algo que já vem sendo feito por nossa espécie desde os primórdios. Adaptar-se às pessoas que estão nesse meio já é outra história.
O meio termo é uma incerteza arrogante de falta de si, de alguém que parece perdido no simples existir...
"Há uma ponte meio quebrada e muito velha sobre o rio que se avista da minha janela e foi dali que joguei uma pequena pedra sobre as águas. Formou-se um círculo seguido de outro maior e muitos outros sendo que o último atingiu a margem oposta. Agora sei que o meu gesto pode alcançar distâncias muito maiores do que a minha força".
Em meio a uma situação única estive.
O corredor talvez mais temido de todos, La seria o fim de minha historia, não acreditava que o mundo quis isso, tentei chorar por várias vezes, mais um sorriso irônico e medonho tomou conta de mim.
A razão que precisava ter, tive.
E a cada passo lembrei cada rosto que deixei um sorriso.
Uma vez disseram: Pra que fazer todos sorrirem? E respondi ( Não quero fazer todos sorrirem, mais aqueles que tiveram ódio das lagrimas, sorrir uma vez mais... )
- Vamos, se mova! – disse o guarda.
Comecei a ver meus sonhos em câmera lenta, todos sendo destruídos pelo maldito corredor, em fração de segundos.
A cada luz deste corredor que via piscando.
Não foi por falta de tentar, mais nesta noite sonhei com minha “baby”
Tive costume de chama - lá assim, por muito tempo.
Sabe, só ela me faz sorrir agora, eu fecho os olhos e lembro o dia em que eu e minha baby, fomos ao parque, ficamos até tarde, era uma noite perfeita, a razão para mim dizer o quanto gostava dela, lua cheia e um céu limpo, difícil de ver em uma cidade grande como essa, talvez os anjos queriam aquele momento.
- HEY, não pare, ande Sr. ! – Acordei com os olhos cheio de lagrimas, e tive força o bastante para rezar por aquelas almas que não sabiam o que estavam fazendo...
Por Deus! O que fiz?
O guarda ri descaradamente. O corredor chega ao seu fim, usei de minhas forças para ter meu ultimo desejo atendido.
“ Por favor, preciso fazer uma ligação! “ e não fui atendido, pensei em ter um suicídio justo, me matar para não dar o prazer dos Homens ver o meu fim; Mais chorei naquele momento, me deram um papel e escrevi esse depoimento.
( Talvez naquela noite eu e minha baby, não tenha dito totalmente o que sentia, mais só queria que soubessem que a amo, E quando ver as estrelas, diga que me ama, pois irei repetir as mesmas palavras. )
Por fim, me colocaram lentamente na cadeira, me amarraram e digo em voz alta, “ Não vivi para todos me notarem, mais pra isso, sentirem a minha falta!!! “
Ligam todas as chaves, e demoro exatos dois minutos para morrer. Lentamente...
Esse texto não fala exatamente apenas da morte sem motivo, de quem só viveu para fazer as pessoas bem, mais também de que tudo o que você diz, precisa pensar sempre, você pode expressar de modos diferentes,
E o mundo julgar você injustamente.
Só precisamos de liberdade para isso, não dizer, e acabar morrendo dentro de alguém.
Não espere atitudes serem tomadas, palavras colocadas, pode viver na duvida eternamente,
Dizer eu te amo para alguém, com sinceridade, uma amizade pode se tornar um grande amor,
Use as palavras certas, e tenha calma. Tudo na vida se encaixa.
Em meio caminho te quero no desejo
Aqui do meu jeito colado no meu beijo
Encontro-te no vazio da saudade
Faço-te invadir minha privacidade
Na loucura no feitiço
Quero-te aqui, quero -te amante
No meu quarto na varanda
Na sala no sofá
Vem meu sonho realizar
Ao tapete aos meus pés
Quero-te no amanham, agora
Quero-te em mim a toda hora
Te amo
Mas o que é amor para ti?
Desconheço esse sentimento por meio de palavras
Seria possível alguém descrevê-lo?
Acho, quer dizer, tenho certeza que,
NÃO, não consigo dizer mais te amo facilmente,
Será que meu coração está mudando?
Mesmo assim, você permanece imóvel, o que estará acontecendo?
A vida tem me mostrado caminhos desconhecidos,
Lugares que ainda estou tendo a oportunidade de desvendar,
Perdoe-me pela inocência de minhas palavras,
Mas são tão puras quanto o amor materno.
