Observando

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O PREÇO DA EVOLUÇÃO




Já faz algum tempo que venho me observando com mais atenção. Nesse processo de autoanálise, aprendi algo valioso: o preço da evolução.




Como se diz popularmente, abri a caixa de Pandora.

A expressão vem do mito grego em que Pandora, a primeira mulher, recebeu uma jarra contendo todos os males da humanidade — como a doença, a guerra e a tristeza — e, por curiosidade, a abriu, liberando-os no mundo. Restou apenas a esperança no fundo da caixa.




É mais ou menos isso.

No grupo do qual faço parte, dizemos que “é olhar os pontos cegos, é acender a luz no quarto escuro”.




Um dos momentos mais reveladores foi entender meu padrão de funcionamento — onde estavam as manias, os repertórios e as marcas deixadas pela infância. Nosso corpo e nossa mente se adaptam da melhor forma possível para sobreviver. Afinal, era (e muitas vezes ainda é) sobre isso: sobreviver, apesar de tudo.




Ao longo desses dois anos, compreendi que todas as circunstâncias estão interligadas por decisões e ações — tomadas ou não.

Passamos a enxergar tudo com outros olhos.

Como costumamos dizer: com os óculos divergentes.




Hoje, perceber os acontecimentos e entendê-los antes que se tornem complexos demais para resolver é simplesmente extraordinário.




Recentemente, identifiquei um ponto cego.

Quando somos crianças, precisamos de proteção, de um ambiente acolhedor e seguro, onde nossa integridade e nosso intelecto possam se desenvolver sem dependências emocionais.




Mas percebi algo doloroso: a pessoa de quem eu esperava proteção eu tinha medo… medo pela minha própria sobrevivência.

E isso é profundamente problemático na formação de uma criança.




Ela quer desesperadamente ser abraçada, acolhida, acalentada — mas teme, porque justamente quem deveria protegê-la é também quem desperta medo.

Então o corpo deseja o toque, o carinho, o amparo… mas a mente reage com defesa.




Sentimentos confusos, bagunçados, onde se ama e se teme a mesma pessoa com a mesma intensidade. E o que acontece na vida adulta? Transferimos esse padrão para nossos relacionamentos.




Quando começamos a nos envolver com alguém, por mais que o corpo queira se entregar, a mente grita:




“Cuidado! Vão te deixar. Vão te trair.”




A entrega, que deveria ser leve, se torna um campo de batalha entre corpo e mente. O corpo diz: “Vai, confia”. A mente responde: “Não vai, não confia.”




Dias atrás, vi uma publicação de um psicanalista que explicava isso cientificamente — e fez todo sentido.

Ele falava sobre a linguagem biológica das emoções.




Quando estamos felizes, nosso corpo produz quatro neurotransmissores principais:




*Endorfina, que alivia dor e estresse.

*Serotonina, que traz satisfação e bem-estar.

*Dopamina, que motiva e gera prazer.

*Oxitocina, o hormônio do amor e do afeto.




Essas substâncias são como mensageiros do corpo e da alma — regulam humor, sono, apetite e emoções.




Mas quando sentimos medo, entra em cena outro sistema:

O corpo libera adrenalina, preparando-nos para lutar ou fugir, e cortisol, o hormônio do estresse.

Curiosamente, também pode haver liberação de oxitocina, para promover conexão em meio ao medo.




E quando sentimos alegria e, no segundo seguinte, medo ou raiva da mesma situação?

Nosso corpo entra em confusão. É uma mistura química intensa — luta, fuga e euforia coexistindo.




Ah… esse tal de autoconhecimento!

É revelador, libertador e, ao mesmo tempo, desafiador.

Como disse no início, é abrir a caixa de Pandora — e ter maturidade para limpar os próprios núcleos emocionais.




É ter as conversas necessárias para recuperar a autonomia de viver uma vida plena, feliz e em progresso. É retirar as travas que nos impedem de seguir.




Costumamos dizer: plano, preço, pagamento e resultado inevitável.

Eu decidi pagar o preço de limpar meus núcleos.

E sei que o resultado será excelente — porque é inevitável.




Afinal, tudo muda quando alguma coisa muda!




Albert Einstein disse:




“A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original.”




Essa frase me toca profundamente. Ela nos lembra que a expansão é irreversível. Ao absorver uma nova perspectiva, nossa mente se transforma — e não há como voltar atrás. Estar aberto ao aprendizado é o que impulsiona o crescimento e a inovação. Cada nova ideia nos convida a ver o mundo por outro ângulo. E, depois disso, nunca mais seremos os mesmos. Agora, com uma nova visão sobre as circunstâncias, só me resta viver conforme dizemos por aqui:

-Vai pra vida. Ela te espera!



Ana Cláudia Oliver-09/10/2025

⁠⁠Estava deitado na grama⁠, observando as estrelas,
quando, pra minha surpresa, vi passar um anjo sobrevoando com uma certa leveza
Repentinamente, veio até mim,
Eu estava tão deslumbrado
que nem pensei em fugir
Mesmo sem conseguir compreender aqueles instantes surreais
Tratava -se de uma linda mulher com asas angelicais,
uma estonteante beleza,
Até que para minha tristeza, olhou-me nos olhos,
fazendo-me sentir uma forte emoção,
sorriu e, assim como veio, partiu sem explicação.

Dois tipos de pessoas

Observando um ancião,
com seus cabelos de algodão,
vi uma boa ocasião
para uma bela reflexão...
vivemos numa grande guerra social
cujo lema principal
não é matar nem morrer,
é tão somente sobreviver.
Há dois tipos de pessoas
que pela luta da vida concorrem,
num paradoxo do mundo moderno,
o primeiro é a dos "jovens"
o segundo a dos "velhos".
Nossos velhos estão se acabando,
nossos jovens estamos perdendo,
a violência está aumentando
e a sociedade continua sofrendo.
Nosso futuro está comprometido,
a juventude em decadência,
enquanto os moços estão diminuídos
os velhos são vencedores da sobrevivência.
o jovem não deseja
tornar-se velho prematuramente,
coisa que mais anseia
é aproveitar a vida naturalmente.
O jovem luta para viver,
O velho vive caminhando e lutando.
Da velhice o jovem tenta se esquecer,
da juventude o velho está se lembrando.
Viver é necessário por vários motivos,
por isso, o jovem sonha com seus objetivos,
histórias tristes ou felizes que nos comovem,
que falam de um mundo mais externo,
o objetivo dos velhos é ser sempre jovem
e dos jovens de morrer de velho.

“Quem não se cansa de pensar no que vai escrever
ganha mais tempo
observando o silêncio.”

⁠Tudo é Arte...
Só depende de quem esta observando!

Faça o melhor que puder e edifique a muitos, pois sempre têm pessoas importantes observando como você age e faz para contar com seu zelo e desempenho.

“Responsabilidade não é um conceito abstrato que se aprende observando a vida à distância; ela se constrói no peso das escolhas e no risco real de caminhar com as próprias pernas. Crescer exige enfrentar as próprias limitações, sustentar o próprio caminho e assumir as consequências do que se decide — inclusive o caos que isso provoca. Quem nunca atravessou esse território costuma enxergar o erro alheio com facilidade, não por lucidez, mas porque jamais se permitiu a vulnerabilidade de tentar por si mesmo. É simples parecer centrado quando não se administra a instabilidade da independência. Difícil, e raro, é sustentar a própria vida sem terceirizar decisões e ainda assim seguir adiante com consciência.”

Conheça melhor alguém observando como essa pessoa reage quando é ofendida.

É sobre a íris de alguém flechado,
Observando um arco-íris.

O que não se prova falando, se prova observando. O observar trás as verdades que as palavras, por determinado tempo, não conseguem sustentar.

Algumas pessoas aprendem lendo, observando; outras já aprendem sofrendo, apanhando.


Não é sobre destino, é sobre opção.

Sabe, estive observando, e testando, isso aqui (o Facebook), e cheguei à conclusão de que não é o conteúdo dos posts que motiva a grande maioria dos internautas brasileiros a curtir uma postagem no Facebook, mas sim a própria curtida. O interesse maior é pela curtida, e não pelo conteúdo dos posts. Funciona como uma espécie de retribuição, "se você 'me curte', eu também 'te curtirei'", e desse jeito a postagem é menos importante que a retribuição ao favor prestado em likes. Ou seja, "curtida = curtida", e "quanto mais você curte, mais será 'curtido'". No entanto, se você parar de dar os likes, automaticamente para de recebê-los também. Se ainda não percebeu isso é só começar a observar. :D

⁠Mãe,
Declaro observando os olhos seus,
você representa muito bem o Nosso DEUS.
ELE te colocou aqui,
para nos amar, nos educar e nos fazer feliz!

O salto que você não dá é a perda que você aceita✨
Desde 2019 venho estudando, observando e refletindo sobre consciência, comportamento humano e os padrões que sustentam nossa realidade. De lá para cá, construí minhas próprias perspectivas e passei a compartilhá-las. Curiosamente, quase todos os dias surge um vídeo novo, um conteúdo que parece dialogar diretamente com o que estou vivendo e investigando.
No início, eu assistia e entendia pouco. As informações pareciam confusas, distantes ou difíceis de organizar. Com o tempo, percebi que não se tratava de acumular respostas, mas de desenvolver presença e leitura. Hoje, consigo aprofundar a análise e, principalmente, simplificar. Tornar acessível aquilo que antes parecia abstrato. Esse se tornou meu objetivo.
O vídeo que acabei de assistir não trouxe uma explicação pronta, mas provocou reflexão e gerou entendimento. Ele reforça algo que venho observando há anos: nossa experiência humana não é linear. Somos feitos de sentimentos, emoções, dualidades e estados de consciência que não cabem em rótulos rígidos ou explicações rápidas. Quando tentamos enquadrar o que é vivo em sistemas fechados, criamos desconexão.
A verdadeira compreensão surge quando permitimos sentir antes de explicar. Quando a mensagem atravessa o racional e encontra o corpo, algo se reorganiza. Nesse ponto, o entendimento deixa de ser apenas mental e passa a ser integrativo. É aí que acontece a expansão da consciência. A cura.
A interpretação sem conexão com o coração não gera sentimento de mudança é para conseguir acessar o coração é preciso aceitar, compreender e perdoar a si , em toda magnitude. Alinhamento, corpo, mente e espírito.
O vídeo mostra que não somos apenas matéria isolada, um conteúdo antigo, mas profundamente atual e sim campos em interação constante. Fazemos parte de uma consciência coletiva, onde energia se comunica com energia. Aquilo que emitimos ressoa com frequências semelhantes, criando aproximações ou distanciamentos naturais. Não é algo pessoal, mas vibracional.
Nossas emoções e sentimentos definem essa vibração interna, que inevitavelmente se reflete no externo. Antes da forma, existe o estado interno. Antes do resultado, existe o padrão que sustentamos. As polaridades não geram conflito por acaso; elas revelam compatibilidades ou incompatibilidades de frequência.
Nesse contexto, o chamado o “salto quântico”acontece no aqui e agora, quando sentimentos, pensamentos e ações entram em coerência. Não se trata de um evento externo ou distante, mas de uma mudança de estado interno. Quando essa coerência se estabelece, a realidade responde de forma natural.
Curar, dentro dessa perspectiva, não é consertar algo quebrado. É retornar à COERÊNCIA. É integrar partes que estavam fragmentadas. Quando essa integração acontece, o sistema inteiro responde: mente, corpo e vida entram em outro ritmo.
Talvez agora faça sentido para poucos, mas sigo com a clareza de que, no tempo certo, essas reflexões terão seu lugar. Consciência não se apressa, ela amadurece.
O treinamento nunca acaba.❤️‍🔥🙏🚀
Gratidão universo✨

A melhor maneira de identificar um grande amigo é observando como ele reage quando você vence.

"Não nascemos com a experiência, mas ela vem com o tempo, alguns aprendem observando, outros vivendo..."

"Sou apenas uma criança observando os adultos brincando com seus egos."

Eu me sento na penumbra fria de um quarto que já foi lar, observando as sombras se alongarem e consumirem cada canto da esperança, porque as pontes que tentei construir para fora, feitas de sussurros sinceros, foram engolidas pelo oceano de indiferença que cerca o mundo. Neste declínio da sociedade moderna, onde a frieza se tornou a moeda mais forte, tudo o que resta são as minhas próprias preces, silenciosas e sem destinatário, enquanto o eco da minha voz não encontra outra parede senão a minha própria pele.

1626
"Durante bom tempo observando as críticas e o odio (de Mulheres, nas Redes Sociais) contra a Primeira Dama, ficou nítida a razão: porque a odiada, além de Primeira Dama, ela também tem marido. Isso mesmo. Ficou muito claro!"

0379 "Observando por aí, concluí: Uma das grandes diferenças entre homens e mulheres está na Barriguinha que desenvolvem: Barriguinhas, nos homens, geralmente são durinhas. Não são?"