Observação
O raciocínio é uma lógica sentida e apreciada pela nossa observação objectiva, sem a qual, não existe conclusão possível sobre o meio existencial que nos rodeia.
O modo de pensar do homem nasce da observação, cresce com o exemplo, se fortalece na prática e se eterniza no legado.
Falo por experiência própria ou/e por observação, nunca fui apegado a coisas materiais, mas sou extremamente e de maneira avassaladora um formidável egoísta.
A falta de escuta, a falta de leitura, a falta de observação e a falta de boa comunicação também podem promover a crucificação.
Páscoa,
Oportunidade para Reflexão,
Observação interior...
Como anda o meu caminhar?
A relação com as pessoas?
Elas estão fazendo parte do meu caminhar?
E nas minhas orações elas estão incluídas
Embora não estejam próximas a nós?
Queremos saber das suas ânsias, esperanças, desejos, encantos, desencantos?
Rogamos que possamos ser mais humanos, justos ao olharmos ao nosso redor!
E aí sim a Paz do Senhor reinará!
Dizendo Feliz Páscoa, irmãos.
Pessoas espertas se fazem de burras para pegar os burros que se acham espertos! Por isso não cabe dizer pessoas inteligentes, porque ser esperto é ser mais que inteligente. E nada adianta ser inteligente e não ser esperto junto, entanto esperteza não é safadeza, é faro apurado e percepção sobre as coisas. (27/02/2018)
Eu respeito a mente perceptível e observadora. Mas, em contrapartida, abomino quem se vangloria e acha que sabe tudo, que enxerga tudo. Geralmente, quem tudo vê, pouca fala. Muitas vezes, a sabedoria é muda e só vem a tona se procurada, perguntada ou merecida.
Ah... as borboletas, como as admiro, livres e perfeitas com sua súplica singela no ar.
Medo, já sentiu medo? Medo de não realizar seus sonhos? Medo do dia seguinte? Medo de não estar vivo?
Será que as borboletas sentem medo?
Aprendi observando elas, em seus voos singelos mas precisos, que o tempo é inserto mas certo. Em outras palavras, percebi na incerteza a clareza de cada coincidência.
Existe tempo para nascer, tempo para crescer, tempo para transformar, tempo para voar e tempo para morrer. Essa é a vida de uma borboleta. Mas como ela sabe o tempo de cada etapa? É ela que controla as etapas ou o tempo?
Impressionante e intrigante como a imprecisão temporal é a precisão mais perfeita na vida. Será que esse é o segredo para uma transformação completa de realidade?
Realidade ou fantasia? Até onde a realidade pode ser considerada real? E se não for real, mas sim um ideal criado por nós mesmos?
Se o seu subconsciente observar que você está acomodado; que você espera que os outros cuidem de você; que você não se
esforça; ele cuida de fazer com que se
manifeste algum problema, seja de saúde;
seja de violência; seja de falta de recursos; para que você se ponha em movimento outra vez.
"Para chegarmos a conhecer-nos a nós mesmos, devemos começar por observar nossa própria conduta, diante dos acontecimentos de qualquer dia da vida"
Observa o quão cruel é a cobrança interna de viver àquilo que se tem sede de viver. Nos pegamos pensando sobre as energias que pairam sobre as nossas vontades e como isso nos anestesia à medida que vamos ficando com medo da entrega. Afinal, conexão não é algo que se adquire com o tempo, ainda mais em tempos sombrios de escassez afetivas. Conexão é permissão, é entrega.
Observa que o melhor sentimento é esse que você sente ao visitar o pensamento que te faz vibrar na tua melhor sintonia. Deu saudade de reviver o sentimento, o momento de outrora? Não hesite! Reviva! A saudade é o coração dizendo onde quer ficar, são os resquícios de algo que valeu a pena.
Observa ao seu redor e veja o quanto você cresceu com as suas experiências afetivas. Sabe o que é melhor? O que tiramos de positivo disso tudo que vivemos. No final, olharemos para trás e nos perguntaremos de forma retórica em tom de afirmação: está ficando alguma coisa? Só a vontade de voltar de novo.
Observa que o tempo foi pouco! Não deu para viver tudo. Por isso a vontade de reviver tudo novamente, de sentir a conexão de sentimentos num enlace jamais vivido. É um sonho de fazer a escassez inundar nesse manancial de saudades que ainda estão por vir.
