Obscuro
No obscuro emaranhado da minha mente, vejo portas que deveria estar abertas e se encontram fechadas, vejo magoas ressentidas e não superadas, pessoas tristes por muito e as vezes por nada, como uma luz que poderia estar acessa mais hoje se encontra apagada.
Por que em um dia somos pessoas que conhecemos até o obscuro de nossas almas, e no outro temos que fingir que nem nos conhecemos?
Amor Obscuro
Somos osso e carne,
Espinha e cartilagem,
Cobertos por desespero
Somos eu e você
Contra o mundo inteiro!
Fomos feito sem motivo próprio,
E separados por um imenso céu azul;
Eu fiz de tudo pra vencer a morte
Para está ao seu lado,
Até o fim de tudo.
Vinhemos do Sul, mas também do Norte,
Pertencemos as trevas, mas também a luz,
Somos anjos caídos sem muita sorte,
Vagando por essa terrível humanidade
Que nosso amor nos conduz!!
O futuro de glória prometido pela nova agenda global será apenas a repetição do passado obscuro repaginado com falsas promessas. São os mesmos ditadores do passado, maquiados de bons mocinhos.
O lado obscuro da loucura é um labirinto sem saída, onde os pensamentos se tornam monstros vorazes que devoram a sanidade.
No labirinto de Dédalo, obscuro e vasto,
Onde sombras dançam, um destino gasto,
Um intricado enigma, um desafio aterrador,
Nenhum ousaria entrar, seja herói ou explorador.
Suas paredes sinuosas, como serpentes entrelaçadas,
Um labirinto infindável, cercado de ossadas,
Emaranhado de caminhos, onde todos se oponham,
Onde os passos ecoam, e as almas se acanham.
O engenho de Dédalo, um feito sem igual,
Criado para aprisionar o Minotauro bestial,
Mas também uma provação para Teseu, o corajoso,
Em sua busca por triunfar sobre o monstro impetuoso.
Oh, labirinto de Dédalo, mistério e maravilha,
Nas profundezas escuras, o herói enfrenta a trilha,
Onde cada esquina guarda um segredo solitário,
Em busca de um rumo, como uma carta sem destinatário.
Mas, finalmente, a astúcia e a coragem prevalecem,
E o labirinto é desvendado, os caminhos agora conhecem,
Dédalo e Ícaro, em suas formas aladas, saem pela entrada,
Deixando para trás a história do labirinto, eternamente lembrada.
Fundo tão escuro
Obscuro está essa noite
Tão obvio e reluzente
O brilho que escondes
O olhar das estrelas contentes
Um futuro baseado em imaginações
Que em seus ouvidos ecoam as belas canções
Um abismo que lhe foi concedido
Por um ser que não sabia seu destino
Na escuridão davasta existência
Encontrada seras a luz do luar
Um dia que querias saber de amar
Saberás o fardo que terás que carregar
E um amor que te deixara sua primeira dor
Em uma terra que habita flor
Habitarás seu grande amor
Uma terra florescida
Com uma nova semente renascida
Flores bem vividas
Lindas e reluzentes
Farão sentido a sua vida
Tempo no tempo fará sentido com o tempo a aprendizagem que se aprende com o tempo se dá valor ao tempo da paz que o tempo lhe oferece e o conhecimento que o tempo tem pra ter tempo de seu próprio tempo.
Net
Um místico
Que acredito viver
Acreditar no oculto
Passar do virtual
Ao real
Do obscuro
E fazer transladar
Do outro lado
Para o lado que quero falar
Destapar o desprovido
Subir ao céu
Ter tempo
Para ver o desconhecido
Mundos imparalelos
Do imaginário
Mundos criados por persepcao
Onde o meu e o teu ser
Se perdem
Em labirintos
Medidos por outros
Delimitados por outros tantos
Num click
Ganho recompensa
Noutra perco a
Noutra dou
Noutra plano, navegando
De pouso e pouso
Procurando encontrar -me
E nessa busca encontro o conhecimento do rasto deixado
A vontade de prosseguir o trabalho e sair do ninho para o banquete onde as bodas são o céu.
Por : Emanuel Bruno Mota Veiga Andrade
Nosso arroubo obscuro age de maneira sutil, nos controlando e levando a desejos torpes e fúteis. Este é o retrato numa sociedade adoecida pelo desamparo Indubitavelmente encarceramento da psique.
em um trago pra morte vejo no espelho um sorriso obscuro.
Com lagrimas nos olhos, pensando nos segundos
segundos para finalmente dormir, não quero morrer...
apenas dormir. Fechar os olhos e ter a falsa sensação de sorrir em um sonho completamente fictício.
PERDIDA
Ednaide Gomes e Ricardo Pinheiro
Num caminho obscuro,
Confundi o mundo,
Embora o meu eu,
Clama pelo seu,
Se entregar seria justo,
Abandonar é ser fatal,
Por que afinal?
Padrão vira razão,
Onde há maioria?
A verdade grita,
Mas que verdade?
A que eu defendo?
Ou a que ofende?
Meu coração senti,
Solidão pavor...
Diga-me incerteza,
De-me a certeza,
Do que é certo,
Do que é errado.
Por onde começar?
Como me encontrar?
Caminhos vazios,
Ruas desertas,
Triste detalhes,
De um sim de um não,
Escuridão.
Tento fugir,
Não consigo... Medo,
De enfrentar o que almejo,
Desejo de um beijo...
Caminhos incertos,
Sem inicio sem fim,
Quero me entregar,
Te buscar, me achar,
Parar de chorar.
Um sorriso a brotar,
Desejos e amor,
Torna-se confuso,
O meu temor...
Do meu interior,
Quem eu sou?
Enquanto você sorria por aí, eu apenas fiquei aqui sentado esperando o lado obscuro que existe dentro de mim vir me fazer companhia como de costume.
Esse mundo novo ainda é obscuro, como meus pensamentos. Mas quando o clarão da verdade, do novo, vier sobre meus olhos, espero ver você ainda na minha vida .
Um futuro incerto,
Um passado obscuro.
Preso entre muros,
Aqui estou.
Marcas do passado,
Gravadas em meu ser.
Sinto-me tão longe,
E tão perto a ver...
O vento passa trazendo,
As folhas do destino,
Escrito o quanto escuro aqui está.
A “luz” que ilumina,
Nunca veio a existir,
Apenas enxergando no escuro
Conseguirei sair.
Eis então, que surge a sabedoria.
Obscuro que eu ali estava
Agora não estou mais
Foi ela que me o tirou quando
sua boca a beijava
A sensação de liberdade quando tocava-a
a pureza das imagens que demostava
a certeza de um novo amor antigo amor
que ja sentia por pleno esplendor
Pra que me exibir ?
amor ja expoe a exibição do inexistente
A Lei mais proibida e
a Face mais revelada do escuro
e a consolização que do seu lado não a solidão
Parece que as palavras secaram. Mas em um lugar obscuro sei que elas fervilham, e me querem dizer... não sei o quê.
