Objeto

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"⁠As trevas, as sombras são frutos da incidência da luz sobre um objeto. Não tema, pois onde houver sombra e trevas é por que a luz está próxima."

Inserida por barnashapadilha

Todo desejo
Assim será
Objeto de força maior
Alguém suplicará

A pedra maldita
Onde está a estação
Toda sorte da escrita
E as flores do verão

Toda matéria ruirá
Todo reino falirá
Toda dor sumirá
Sem explicação

Inserida por OscarKlemz

PASTA
Pasta è um objeto que se faz
De mãos,em mãos eu estou
Carego comigo coisas úteis e inuteis

Vim de longe pra ti servir em paz
Eu sou o bjeto e carego comigo muitos segredos
Carego livros e metres do conhecimento
E tu como dono nada o sabes asserca do conhecimento
Sirvo te eternamente mesmo assim tu nao os vê
Abre-me e fecha-me sem respeito
Trabalho a qualquer momento
Eu sou pasta
De pegas curtas e longa eu sou

Inserida por Simao48

⁠Mulher não é um brinquedo para ser usado,
e assim como o Homem não deve ser tratado como um objeto.

Hoje em dia respeito e caráter é uns dos poucos que que existiram nesse mundo imundo...

Inserida por stevam97

⁠O amor, não é um objeto qualquer.
Ele, é ouro refinado.

Inserida por hamilton_rodrigues_2

PROBLEMA EPISTEMOLÓGICO: Deus como objeto não empírico.

A epistemologia clássica distingue dois campos de conhecimento:

a) O conhecimento empírico.

Aquele que depende dos sentidos, da observação e da experimentação.

b) O conhecimento racional ou metafísico.

Aquele que depende do pensamento, da inferência lógica, das categorias do espírito.

Deus, por definição, não se insere no domínio empírico não está no espaço, não ocupa matéria, não é capturável pelos sentidos.
Logo, não entra como objeto de experimentação nos moldes da ciência natural.

Kant já dizia:

Não podemos conhecer Deus como fenômeno, mas podemos reconhecê-Lo como necessidade da razão prática.

Na epistemologia contemporânea, diríamos:
Deus não é objeto de ciência experimental, mas de racionalidade transcendente e de coerência filosófica.

2. A epistemologia espírita: Deus como verdade necessária e verificável indiretamente.

Allan Kardec enfrentou precisamente essa questão.
E em O Livro dos Espíritos ele parte de um ponto decisivo:

Questão 4:

“P_ Onde se pode encontrar a prova da existência de Deus?”
Resposta:
“ R _ Num axioma que aplicais às vossas ciências: não há efeito sem causa. (...) A grandeza da obra indica a grandeza do obreiro.”

Aqui temos o método epistemológico espírita:
• Não é uma “prova empírica direta”.
• É uma inferência racional apoiada na observação universal dos efeitos.

Ou seja, Kardec usa a mesma lógica da epistemologia científica:

se há ordem, lei e finalidade no universo, há Inteligência anterior a essa ordem.

Assim, o Espiritismo não “prova Deus” como se prova um elemento químico, mas como se demonstra a existência de uma Lei pela regularidade dos fenômenos.

3. A ausência de “cognição sensorial” não implica ausência de cognoscibilidade.

“Como provar sua existência quando estamos sem a cognição Dele?”

A resposta epistemológica é:

_ Não precisamos de cognição direta para afirmarmos uma causa necessária.

Você não vê a curva do espaço-tempo, mas deduz sua existência pelas equações da gravitação.
Você não “vê” a energia, mas constata seus efeitos.
Você não vê a consciência de outra pessoa, mas a reconhece pelas manifestações.

Assim também:

Não vemos Deus, mas vemos leis universais, harmonia matemática, consciência moral, teleonomia evolutiva.

Isso constitui uma cognição inferencial, tão válida epistemologicamente quanto qualquer outra que a ciência emprega.

4. A cognição de Deus segundo o Espiritismo: moral, não sensorial.

A Codificação explica que:

a percepção do Divino não é sensorial, mas moral e intelectual.

O Livro dos Espíritos, questão 10:

“ P — Deus é infinito nas suas perfeições.”
E, sendo assim, não pode ser percebido por sentidos finitos, mas apenas pela razão em ascensão.

A Doutrina afirma que “conhecemos Deus” na medida em que avançamos moralmente, pois:

A moral elevada amplia a consciência e refina as percepções do espírito.

Assim, a ausência de cognição sensorial não é limitação; é própria da natureza do Ser Supremo.

5. Conclusão epistemológica e espírita.

Provar Deus não é demonstrá-Lo como objeto físico,
mas necessitá-Lo como causa lógica, metafísica e moral do universo.

A ausência de cognição sensorial direta não invalida esse conhecimento, pois:

1. Deus não é objeto empírico.

2. Sua cognoscibilidade é inferencial e racional.

3. O universo funciona como “assinatura” de uma Inteligência anterior.

4. A moral e a consciência humana constituem vias internas de aproximação cognitiva.

5. Pelo Espiritismo, a evolução espiritual amplia progressivamente essa percepção.

Não é a ausência de cognição que impede o conhecimento de Deus, mas o nosso nível atual de percepção moral e intelectual.
E é exatamente por isso que o Espiritismo afirma que:

“A ideia de Deus é inata, porém se desenvolve conforme a inteligência se depura.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Cuide da sua carência, ou você acabará se tornando objeto na mão domau-caráter.

Inserida por VerbosdoVerbo

Um objeto só poderia legitimamente ser considerado arte se fosse uma manifestação externa e não adulterada da psique do artista - dos seus pensamentos e sentimentos autênticos.

Inserida por Marcelo_C_Monteiro

⁠⁠Você é o seu maior objeto de estudo, antes de analisar e julgar qualquer pessoa, se conheça e responda todos os porquês?

Inserida por LeonardoBrelaz

Cada objeto, ser animado ou não tem uma frequência em particular e por mais diferente que seja cada uma delas, todas são regidas e obedecem a mesma fonte, a energia universal.

Inserida por LuccaCaldas

⁠ Entre nós há fusão,

Objeto de Mayall

e um anel na mão.



Você no coração,

perto estando longe:

inabalável paixão.



Entre nós há tudo,

na tediosa espera

o amor é convicção.



Há nós a silenciação:

é a das grandes galáxias

em tremenda explosão.



Um misto de sonho

de uma noite de versão,

luar, transe e canção.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Uma cama elástica sem as suas
molas, é apenas um objeto, um
produto insignificante. Moral da
história: se você tem objetivos para
alcançar; dê a sua mola.

Inserida por Jucier153

⁠A mulher hoje empoderada busca o poder no seu objeto, por ser tão maltratada, faz do masculino ser abjeto a máxima do amor a cair no esquecimento

Inserida por RandersonFigueiredo

Não tem essa de amar a pessoa certa ou errada, o objeto amado é sempre certo, nós ⁠que amamos de forma errada

Inserida por RandersonFigueiredo

⁠"Arte não é caro porque é única, caro é um objeto comparado com outro objeto idêntico mais barato."

Inserida por DAmico

“Não ande só no mundo da lua, pode tropeçar em algum objeto esquecido na realidade”.

Inserida por DAmico

Quando se ama deveras e se está com o objeto do amor, não se recorda, não se deseja, não se quer mais nada!...
(A Moreninha)

Inserida por adetunedradio