O Valor do ser Humano Rubem Alves
Se deslocar para os deleites da vida derradeira é a certeza da falência do amor humano para consigo mesmo
Série Minicontos
TRÁFICO HUMANO
Os pacientes dos navios negreiros, sossegados em meados do século XIX, materializa-se nos camburões da atualidade, sob a égide do discurso formal...
A arte sacra de um artista é a expressão de sua devoção, uma ponte entre o divino e o humano, onde formas e cores se tornam cânticos silenciosos da fé.
Que a arte floresça em nossa vida e a cultura seja o alicerce de um mundo mais humano, solidário e fraterno.
No trajeto da sua jornada, no aspecto humano, seja grato por todos os incentivos, atos, palavras, abraços, conselhos, aqueles sorrisos sinceros de entusiasmo a partir de olhares alegres ao encontrarem os seus, valorize, pratique, seja parte destas raras oportunidades de consideração recíproca, mas se esqueça do seu amor próprio, não desperdice o seu tempo esperando por reciprocidade, pois a sua ausência será muitas vezes percebida e inevitável, assim, ficar constantemente a sua espera, trará inúmeras frustações, perturbações significativas, um efeito bastante desagradável.
Alguns passos precisam ser dados sozinhos, por determinados caminhos um tanto solitário, muitas lutas internas, desafios particulares, vitórias almejadas, alcançadas aos poucos, onde cada detalhe faz muita diferença, o claro e o mal compreendido, o presente refletindo o passado, portanto, faça o bem por agradar a Deus, por ser benéfico a você mesmo, ao próximo, pelos seus ou para estranhos, por ser o certo a ser feito, receber de volta certamente é algo maravilhoso, todavia, não deve ser o foco, além do mais, sempre voltará de alguma forma,
Fato este que conforta considerando que a reciprocidade pode não dar garantias de que vai voltar, porém, o bem que é prestado com certeza terá o seu regresso, virá de lugares inesperados, até de pessoas que nem conhecemos, provando que é melhor ser felizmente surpreendido do que ser tristemente decepcionado e que tem um valor tremendo o que é recíproco, deve ser exaltado, benquisto, só não é sensato esperá-lo, é o que acredito e tenho constatado nos últimos anos e buscado praticar com afinco, um caminho complicado, desafiante, contudo, graças ao Senhor, geralmente, eu consigo, sugiro que também faça e passe esse entendimento adiante.
“A deterioração cultural, a desvalorização do tecido humano e o relaxamento da moralidade no seio social, são fatores pertinentes em um país […] em que os absurdos tornaram-se uma constante.”
A santidade é fruto da sinergia entre a ação divina e o nosso esforço humano.
(ver Filipenses 2:12-13; 1 Coríntios 15:10; 2 Pedro 1:5-11 e Colossenses 3:10-14)
A salvação não depende do livre-arbítrio humano, contaminado e viciado pelo pecado; a única alternativa é a manifestação da graça divina em uma oportunidade única.
O espírito humano é criado à semelhança da substância de Deus por meio de Sua palavra, e depois Deus criou o corpo para o espírito humano habitar (Gn 1.26a, 27; 2.7; Sl 8.5; Jo 4.24a).
A fé bíblica é uma revelação divina adaptada ao entendimento humano para o reconhecimento da salvação.
A malícia do coração humano é um abismo, mas Eu venho para mostrar que a verdadeira finalidade é a de amar, perdoar e curar, não a de manipular ou destruir.
Sou Humano
Sou um homem simples, com os pés no chão e o olhar voltado ao horizonte, mas carrego em meu peito sonhos vastos como o céu. Minha missão é clara: fazer coisas maravilhosas e extraordinárias para que meu povo encontre a felicidade verdadeira.
Quero levar a cultura como quem leva água a corações sedentos, oferecendo letras, histórias e ideias que floresçam em mentes áridas. Que cada palavra semeada transforme-se em liberdade, em esperança, em luz.
Sou humano, e por isso, também sou vulnerável. Mas é na minha humanidade que encontro força. Se tropeço, levanto com mais coragem. Se erro, aprendo com humildade. Porque cada passo, por menor que pareça, é guiado pelo desejo de construir um futuro melhor para todos.
Ser humano não é apenas existir — é amar, criar e lutar para que os outros também possam sonhar. E é isso que sou: um sonhador teimoso, determinado a fazer da simplicidade o caminho para o extraordinário.
Nietzsche, no livro “Humano, Demasiado Humano”, incorreu em uma falácia de equívoco ao afirmar que “a vantagem de ter péssima memória é divertir-se muitas vezes com as mesmas coisas boas como se fosse a primeira vez” porque bem sabemos que na realidade ter péssima memória pode ser uma desvantagem que ocasiona várias vezes um sofrimento com as mesmas coisas ruins como se fosse a primeira vez.
