O Valor do ser Humano Rubem Alves
Não desenvolver competências intelectuais fará com que você acredite em qualquer "estória" que ouvir ...
Da gratidão e da ingratidão, da paz para a alma
- Nós, os mimados de Deus.
A ingratidão é uma crueldade! Talvez umas das maiores...
Verdade, é sim, mas hoje compreendo que faz parte da cegueira humana, e o cego não pode ser culpado por não ver, ele é cego!
Falei, em meu discurso de posse na ACADIL, que, em meio a tantas mazelas, a tantas ofertas proporcionadas
pelo capitalismo desenfreado, nos esquecemos do humano, nos esquecemos do abraço, nos esquecemos de agradecer, sim, deste ato simples de abraçar e agradecer pela mão presente quando não tínhamos chão...Nos esquecemos de compartilhar as conquistas com nossos semelhantes (o verdadeiro dízimo) e, principalmente, com quem estava lá quando, perdidos em nós mesmos, mais precisávamos.
Nós nos esquecemos!
O que interessa é o imediato, o que interessa é o que nos dá prazer momentâneo. O que foi, esqueça...Foi!
E justificamos a ingratidão com tantas desculpas mal lavadas...Perpetuamos a crueldade de uma forma vil, terrível, causando no próximo um sofrimento quase insuportável.
Sofrer uma ingratidão é quase insuportável!
Até os animais ditos irracionais sentem essa crueldade, o que dizer dos humanos, o que dizer
dos humanos?
Mas, refletindo sobre este tema, me vem algo mais profundo, que torna a ingratidão uma quimera, absolutamente nada, sem qualquer importância.
Penso na extrema, e prazerosa maldade, perpetrada por homens sem alma, e sofrida (no momento que escrevo) por famílias inteiras, crianças e mulheres, na Palestina, na Ucrânia, em Israel, na África, no Rio de Janeiro, nas Aldeias Indígenas, nas ruas de nossas cidades, que não deveriam ser, jamais, morada de milhares e milhares
de irmãos abandonados à própria sorte. Sorte?
Abandonados! Simples assim, abandonados.
Volto minha alma a todos eles, onde quer que estejam, em uma oração de agradecimento pelo que tenho,
pelo que sou, pelo que me foi dado viver, e sentir, em todos esses anos...E a ingratidão não mais conta,
passa a ser algo que diz respeito, única, e exclusivamente, ao ingrato.
A alma precisa de paz, paz, muita paz, para conseguir navegar neste oceano tão hostil, a Humanidade!
Somos uns mimados de Deus!
Nós que temos trabalho, cama, banho, alimento, somos uns mimados de Deus, devemos agradecer, a cada minuto, pela existência, e elevar a alma em uma oração de reconhecimento.
O desamparo.
Dentro de inúmeros fracassos e acertos, erros e glórias, o aumento pela compreensão da insistência ha cada dia, a de ficar mais significativo, e tende a moldar a insignificante insuficiência de ser humano, de enfaixar e empatizar assim tão perdida aoutrora...Essa é o desamparo da simplicidade das percepções humanas.
Nunca vimos nada tão perfeito ou belo,
nenhuma mesmo aquela poesia ou sinfonia que tenha ecoado na alma,
nem qualquer sentimento ou sensação que tenha nos emocionado.
Não há nada sequer relevante, que possa se aproximar do presente que Deus tem guardado para nós.
imaginado por Luciano Cyllio (1 Co 2:9)
A evolução da vida é além do corpo e do mundo físico.
Está na mentalidade Humana e Divina da Consciência do Ser!
Carinho, traz continuamente mais carinho,
Amor, traz continuamente mais amor...
Que possamos nunca, nos sentir sozinhos,
Unidos pela amizade, respeito e humano calor...
"Sozinhos, Jamais poderíamos suportar qualquer pressão e circunstâncias adversas.
Mas não existe perdas e nem feridas, que o Espírito Santo não possa curar e adversidades que o seu auxílio venha a ajudar enfrentar.
"ELE É O NOSSO CONSOLADOR"
Quando duas almas se encontram no altar, Deus celebra junto, transformando amor humano em graça divina.
Somos singulares em nossa igualdade,
De ditos seres humanos evoluídos...
Essa evolução não tem comprovação ou uniformidade,
Quando não respeitamos a dor que o outro venha a ter sentido...
Às vezes olhamos para as pessoas, mas nem sempre lembramos que elas são (seres humanos...)
Rubenita Simey
Precisamos urgentemente ensinar as pessoas a amar, praticar o amor, viver o amor. Dessa maneira, as pessoas, naturalmente, serão mais humanas.
Há momentos em que estou convencido de que sou inadequado para qualquer relacionamento humano.
A CAPACIDADE FABER NA HUMANIDADE
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“Quando as primeiras espécies humanas começaram a elaborar instrumentos de pedra, esta capacidade faber representou uma conquista tecnológica que os colocou em nítida vantagem em relação aos demais animais. A técnica de produzir fogo com a fricção de pedaços de madeira, por outro lado, também pode ser considerada tecnologia, assim como a sua aplicação à possibilidade de cozinhar alimentos.
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Estes três acontecimentos tecnológicos escolhidos como meros exemplos – a invenção de instrumentos simples de pedra, a técnica de produzir fogo, e a aplicação deste último ao preparo de alimentos – interagiram cada qual à sua maneira com o intelecto humano de cada indivíduo, produzindo novos desdobramentos no desenvolvimento da espécie. Ao mesmo tempo, estas tecnologias implicaram novas práticas sociais. Caçar em grupo com armas de pedra, aquecer-se comunitariamente em torno do fogo e alimentar-se de alimentos preparados ao fogo introduzem novas formas sociais de relações entre os indivíduos de uma mesma comunidade. Mais adiante veremos que também a tecnologia digital – ao ser disponibilizada coletivamente – terminou por introduzir tanto novas formas de pensar como novas práticas sociais. Portanto, ao mesmo tempo em que produz tecnologia, o ser humano modifica-se neste processo.
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Gradualmente, no decurso de sua história, os seres humanos foram construindo objetos diversos e desenvolvendo técnicas para atividades várias, como a caça ou o preparo de alimentos, a construção de moradias, e assim por diante. Em alguns momentos, todavia, são nítidos na história humana certos saltos tecnológicos. Para o período que remonta a 40.000 anos antes da era comum, por exemplo, os registros fósseis revelam significativos saltos tecnológicos entre os sapiens, os quais se mostram em um aperfeiçoamento ainda mais intenso de instrumentos e artefatos, mas também no desenvolvimento de uma crucial linguagem simbólica coligada a saltos equivalentes na sua capacidade de abstração. As linguagens, conforme veremos, também podem ser consideradas como parte da tecnologia”.
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[BARROS, José D’Assunção (org.). História Digital. Petrópolis: Editora Vozes, 2022. p.12-13].
APRENDER HUMANO E A IA
Se o errar é humano
É mais que normal
No aprender humano
A inteligência artificial
Cometer algum engano
Pois as mentes geniais
Que a puseram no plano
Na superfície que jamais
Muitos de nós humanos
Imaginávamos ser real
São como nós humanos
Gênios da ciência digital
Que aprendem no cotidiano
E com os erros pontuais
Proposital ou por engano
Provam que o intelectual
Que o aprender humano
É a maior beleza universal
Expandindo a cada dia e ano
O conhecimento mais e mais
Para os povos, terras e oceanos
Em todas áreas com obras geniais
Fazendo o aprender tão soberano
Como a IA (inteligência artificial)
Obra-prima do aprender humano
Um Mundo Cadavérico
Nas curvas da vida, bifurca o caminho,
Escolhas moldando destino e vizinho.
Reside em saber o segredo de amar,
No outro enxergar, jamais ignorar.
A dor que ecoa na pele ferida,
Miséria que assombra a humana lida.
Ser solidário, de hábitos puros,
Sonhar com mundos mais justos e seguros.
Mas, ai, que o homem há muito expirou,
Perdido na terra, seu ser se apagou.
Cadáver que anda, em vida estagnado,
Esqueleto insensível, ao bem fechado.
No peito gelado, pulsa um engano,
Coração necrosado, rancor tão humano.
O sangue que corre não leva calor,
Só vaidade e vingança, desdém e rancor.
E o ataúde, silente, espera o final,
Levando ao abismo o ser tão banal.
Distante da vida, do sonho e da luz,
Onde a esperança já não mais conduz.
Por isso, clamamos por mais sentimento,
Amor que construa um novo alento.
Que o homem renasça em fraternidade,
Tecendo os fios da humanidade.
Sonhemos, pois, mas de olhos abertos,
Por dias de paz, caminhos mais certos.
Sem medo ou bala que roube o andar,
Num mundo de afeto a nos abraçar.
Que floresça a vida em cada jornada,
Com menos juízos, e lei mais amada.
Por um amanhã de amor verdadeiro,
Solidário, humano, mais justo e inteiro.
