O Valor do ser Humano Rubem Alves
Sobre traição...
A traição é um desvio de conduta do ser humano, eu diria o pior deles, porque o indivíduo que trai, se satisfaz com a falsa ideia de prazer em enganar ao próximo movida pelo desafio de não ser descoberto.
Mas na verdade ele se engana, por que a traição é um boicote a si mesmo, como se você mesmo tivesse arriscando a sua chance de ser feliz, por esta falsa ideia de satisfação momentânea.
Eu não traio, ou melhor, eu não me traio, por que o meu compromisso não é com o próximo e sim com meus sentimentos e eles merecem todo meu respeito! Se a relação é boa, saudável e te faz bem, por que colocá-la em risco?
Eu tenho a plena convicção, que na traição o maior prejudicado é quem traiu, e não quem foi traído!
Por que esse não percebe que só engana a si mesmo... Lamentavelmente traído por si mesmo!
Então, não traia, ou melhor, não se traia, permita-se ser feliz!
O ser humano, assim como em toda natureza, quando tudo parece estar perdido, ressurge das cinzas, muito mais forte e bonito que antes, pois a essência impulsionante da Criação Divina é a vida em plenitude que se renova dia a dia.
Tomemos cuidado com a idolatria sobre qualquer ser humano ou ideologia, pois é perdição da razão e um dispositivo seguro de frustração, principalmente pelos que parecem ser perfeitos e bons demais para nós.
A maior riqueza do ser humano não está no que ele possui de bens materiais, mas sim na sua atitude de afetar com positividade para com o seu próximo...
Um grande beijo em seu coração.
Perazza.'.
o que deveria ser mais incrível no ser humano seria o dom de não doar-se ao ridículo por miseres 10 segundos , por muitas vezes estragando uma vida inteira .
Todo o ser humano pode chorar, sangrar e se sentir "morto", mas quando há fé e determinação é possível ressuscitar e superar.
Aquilo que o ser humano desconhece pode ser loucura no começo mas varias invenções do mundo parecia no início.
Não existe um ser humano tão mau que nunca faça alguma coisa de bom. Não é porque alguém fez uma boa ação que vai ter toda credibilidade junto a sociedade. A confiança só é possível quando se tem um bom caráter.
Todo ser humano deveria "obrigar-se" a fazer uso, ininterruptamente, como medida de autoproteção, da sua cota de independência intelectual, ofertada à cada indivíduo ao nascer (por isso somos "individuos"), para refletir sobre as condições e interesses que formataram a nossa sociedade dado os resultados, notórios, nos nossos tempo atuais considerando, fundamentalmente, a ausência de informação que predominou durante milhares de séculos e que obrigou a humanidade, durante toda a historia, a crer e a acatar, apenas, o que era imposto como verdade pelos poderosos aliada às seguintes, entre outras, velhas máximas populares: "quem conta um conto aumenta um ponto - cada um têm o seu tempo para compreender as coisas - somos uma espécie, essencialmente, movida pela emoção - o que os olhos não vêem o coração não sente - a interpretação pode ser subjetiva - somos todos iguais - ninguém é igual a ninguém - manda quem pode, obedece quem têm juízo - cão que ladra não morde - mais fácil do que roubar pirulito da mão de criança - em terra de cego, quem têm olho é rei - faz o quê eu mando, mas não faça o que eu faço".
No fundo, somos e continuamos sendo o produto de uma montagem social cênica, uma farsa administrada por líderes, em todos os tempos, de diversos segmentos, em especial do político, econômico e religioso, que nos primórdios da civilização perceberam o quanto a raça era passível do uso de cabresto, e para nos livrarmos deste cabresto precisamos defender e proteger a nossa massa encefálica, sob qualquer condição, do vírus da alienação, do marketing daninho, da militância em favor de ideias separatistas e da terceirização do pensamento, porém, para tal, é preciso muita disposição para exercita-la com independência e à margem da influência da conveniência dos nossos interesses pessoais e dos nossos, exclusivamente, afins.
Com o ser humano criado guerras, o ser humano apenas esta encontrando novas formas de destruir a si mesmo.
O ser humano, até então, ainda, notoriamente primitivo no trato dos seus desiguais, está evoluindo bem e já alcançou, inclusive, o patamar de gladiador, no ambiente virtual. Às redes sociais tornaram-se uma espécie de coliseu e o celular é a espada que assassina o adversário do escravo que está na arena protagonizando o espetáculo da vez enquanto satisfaz os seus imperadores na demanda dos seus interesses.
Pão e circo - nada mudou comparado à velha Roma
