O Tempo Passa e a Gente nem Percebe
E lá estava ela, o silêncio em pessoa!
Travou a voz por muito tempo, por medo da força que seu som tinha!
Segurou, segurou, segurou e ... Buuum!
A bomba explodiu, ou melhor nada de bomba.
Era uma borboleta que sempre esteve no casulo e tudo tinha se acostumado a vê- la assim, até o grande dia que conseguiu sair do casulo!
A borboleta pensava:
Se eu sair do casulo, quem irá me proteger?
Seria melhor viver aqui dentro no casulo, sem saber o que tem lá fora, do que passar pelo parto das minhas verdades, pois isso vai doer!
Mas ela não sabia se tinha medo da sua dor ou das dores de alguém.
Ela tinha medo era do risco de ser feliz!
Porque pra ser feliz você precisa vivenciar a possibilidade da tristeza, e essa
possibilidade parecia bem maior do que a luz que iria ver fora do casulo.
Ela até pensou na luz, mas era tão insegura, que pensou em
Perder a visão após tamanho encantamento.
E mesmo cheia de medos lá foi ela, colocou primeiro um pé fora do casulo,
e sentiu angústia de não ter em que se apoiar.
Respirou fundo e colocou o outro pé, não sentiu nada pra firmar seus passos!
Chorou, chorou, e acabou colocando sua mão fora do casulo, não sentiu nada além da vulnerabilidade em meio aquela ventania toda.
Quis pagar pra ver, e colocou os 'braços' pra fora!
Tava dando certo mas ela não sabia se ria ou se chorava!
Pois estava saindo da proteção do seu casulo para ver algo que ela não conhecia e que parecia instigante e tenebroso!
E aí pensou:
Seria mais seguro puxar de volta pro casulo aquela parte da verdade que já estava fora?
Ou colocar todo o resto pra fora do casulo, correndo o risco de cair num penhasco escuro e frio?
Pois não teria mais o casulo pra se segurar.
O que escolher???
Aii como essa borboleta demorou pra escolher...
Tinha medo de ser responsável por suas vontades!
Ora, ora, tola borboleta e quem mais seria?
Em sua cabeça só passava uma coisa eu vou me jogar e vou cair de cara no chão, vai doer!
E tudo a minha volta ainda vai rir de minha curiosa burrice!
Ela precisava de elogios, mas pra se mostrar tinha o risco das criticas.
Êeeee!! Ela escolheeeu...!
Ela conseguiu engolir o seu medo tão normal, respirou fundo fechou os olhos e se jogou pra fora do casulo!
Surpresa!!!!
Ela não caiu no chão, começou a bater as asas e descobriu que tinha se tornado uma linda borboleta!
Aí sim ela entendeu tudo... o casulo foi importante para protegê-la enquanto não tinha autonomia suficiente
pra gerenciar a liberdade de voar.
Ter se permitido voar a fez perceber que existe um montão de flores e jardins que proporcionam tanta felicidade que nem dá espaço pra sentir inseguranças.
Hoje a borboleta vê o casulo e percebe que cresceu tanto que nem cabe nele.
E essa foi a história de uma borboleta que trouxe sua essência para existência!!
Durmo e acordo pensando em tudo que me acontece de bom. Pra lembrar do que é ruim preciso de tempo pra processar. Logo, concluo que ser feliz é involuntário, tal como respirar.
Escolhas
O nosso futuro é tão incerto e ao mesmo tempo tão previsível, pois ele se baseia nas consequências de nossas escolhas realizadas no presente. Então não se desespere, tenha certeza que você irá superar todas as coisas que virão.
Tenha medo dos fantasmas do passado, pois esses sim nos assombrarão até o último dia de nossas vidas, já que não podemos voltar e mudar escolhas já tomadas.
Pensamentos se vão no meio tempo em que trocam-se frases e sentimentos. Algum tempo se passou e você ainda observa as constantes mudanças de humor ao seu redor. Elas não são importantes nem relevantes, porém são provas de que você se perdeu… Sempre há a esperança de se encontrar num rosto, ou no acaso.
Busco um equilíbrio que tire totalmente minha razão, mas que ao mesmo tempo me certifique de que era exatamente isso o que eu procurava.
O perímetro da vida é a paciência
Uma hora e meia dentro do meio tempo. Dentro da meia metade, do pedaço e do inteiro.Pouco tempo dentro da lâmpada, da chama, do gelo. Pouca hora, pouca cor, pouco nós.Novamente como uma fada em chamas. Novamente como um soldado sem farda. Novamente, novamente… Como faz para se ter uma nova mente?Muito perto, muito perto da distância, do silêncio, da ignorância.Muito longe, muito longe do primeiro, do segredo, da repugnância. Muito tempo, muito tempo, muito templo, muito tento. E quando o muito se torna pouco, que os pensamentos tomem o lugar do vento.
Muito vento, muito vento, pouco tempo.
Às vezes me sinto um relógio. Daqueles com quatro ponteiros e diversas marcas de tempo, sabe? Conto os segundos e não lhes atribuo valor. Julgo sua duração ínfima e não condizente com a minha vontade. Desloco-me, então, pelos minutos, e noto que muitos dos meus planos precisaram de apenas um deles para se tornar fatos... Passado. Agora vejo as horas passarem. Desperdício de tempo. Por quê? Eu sigo regras impostas. Sou marcada. Não ajo. Mas desperto! Saio da minha rotina passiva e compassada. Impacto. Acordo e grito. Faço ecoar minha voz. Minha pilha? A ânsia de viver.
A confiabilidade é adquirida com o tempo, só as tem os merecedores, assim sendo mútua e prudente não se iludem e passam a serem justos.
Acreditava no tempo e na parceria que eu poderia fazer com ele, mas nossa parceria não deu certo. Quis que ele corresse mais rápido do que ele pode me oferecer e ele acabou cansando da minha pressa.
Um dia eu achei que eu não tinha tempo pra nada hoje descobri que me sobra tempo até pra pensar isso.
Ja passou tanto tempo e eu continuo aqui viva! O tempo não me destruiu ele me reconstitui a cada momento a cada segundo que se passa eu aprendo novas coisas eu não sou perfeita, tenho muito a aprender ainda mais eu sei que eu to no caminho certo. Sabe o que mais me acalma é saber que não sou a unica, que eu não to sozinha, que eu não sou tão má assim, que eu posso ir até lá eu sei eu sinto que um dia eu vou chegar...eu vou chegar!
Eu falo sempre comigo mesmo, para que eu não perca meu tempo pensando em pessoas que desejam e fazem o mal a mim, tenho que olhar para frente, seguir meus planos, admirar as pessoas que querem o meu bem. Mas ai que está o problema, não sei quem são.
E quem disse que existe dia para a saudade? Eu por exemplo, sinto saudades todos os dias, o tempo todo, de tudo, de todos, do que vivi, do que vi, do que não vi, do que não vivi! Saudades que me fazem rir, outras que me fazem chorar, dançar, cantar, sonhar com aquilo que não pôde se concretizar, com aquilo que se concretizou e não teve forças para continuar…
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