O Tempo e o Vento
Sentei na areia, o vento me abraçou
O mar sussurra, conto o tempo que passou
Sinto a Tua paz, Deus, no som desse lugar
Só eu e a brisa, só eu e o mar
Lopayo na beira, sorrindo pro sol
A vida é um sonho, guiado pelo farol
Aqui o tempo para, o mundo vai rodar
Na calma da praia, sinto Deus me abraçar
Passos na areia, desenho sem pressa
Sorriso solto, com Tua paz que me aquece
Cada onda que vem traz Teu som pra lembrar
Que a vida é agora, é só aproveitar
Lopayo na beira, sorrindo pro sol
A vida é um sonho, guiado pelo farol
Aqui o tempo para, o mundo vai rodar
Na calma da praia, sinto Deus me abraçar
Praia do Guaibim, Pratigi, Ituberá
Barra do Serinhaém, que paz de se encontrar
Ilha do Contrato, Morro de São Paulo, que lugar!
Viva e curta a vibe desses lindos lugares
Lopayo na beira, sorriso aberto e leve
Deixo o mundo lá fora, e minha fé me eleve
Aqui na praia, é onde quero ficar
Sentindo o sol e a paz que Deus vem derramar
Saudade: O Abraço do Tempo
Saudade é como o vento: você não vê, mas sente profundamente. É o coração buscando o que ficou no passado. Ela chega de mansinho, como uma música antiga, trazendo de volta o que foi lindo, mas já passou.
É a presença de algo ausente, um pedaço do passado que insiste em viver no presente. É sentir o abraço que ficou, o sorriso que se foi, e a certeza de que aquilo era amor. Saudade é o jeito que o coração encontrou para guardar o que foi inesquecível.
Ela dói, mas também aquece, porque nos lembra que vivemos momentos que valem ser lembrados. É fechar os olhos e, de repente, estar lá de novo, naquele instante que marcou a alma.
Ela não avisa quando vem. Basta um cheiro, uma música, e o coração já está preso no passado. Saudade é um silêncio que grita por dentro, clamando pelo que já não está.
Sentir saudade é carregar no peito o reflexo de algo tão bonito que nunca se apaga.
A vida é flor que desabrocha,
em cada manhã, nova cor.
Perfume que o tempo não mancha,
vento suave, calor.
Nos sorrisos que vêm e que vão,
há brilho de sol a brilhar.
Beleza na lágrima que ensina,
na força de sempre amar.
Amar-te é não medir o tempo,
É te querer sem peso, sem razão,
Te amo com a leveza do vento,
Com a imensidão do mar, com a vastidão.
Não preciso de palavras para te entender,
Teus silêncios falam mais que o universo inteiro,
Em teus olhos, vejo o mundo a acontecer,
E em cada sorriso, sou o que sou, verdadeiro.
Amar-te é não exigir, é só dar,
É te cuidar nos dias de tempestade,
É ser o abrigo que te acolhe sem questionar,
E te ver crescer livre, em toda a tua liberdade.
É ser tudo e nada ao mesmo tempo,
É estar presente, sem querer dominar,
É respeitar teu caminho, teu tempo,
E ainda assim, te querer sempre ao meu lado, a brilhar.
Te amo sem perguntar se mereço,
Amar-te é um ato simples e profundo,
Como o sol que se põe, sem ter preço,
Como a lua que reflete o infinito no mundo.
Incondicional, sem fim, sem dúvida, sem cessar,
Amar-te é um fogo que não se apaga,
É estar contigo no presente e no que virá,
É te abraçar, e deixar que o amor seja a estrada.
O Ciclo do Tempo
A vida dança no sopro do vento,
um ciclo eterno, tão breve momento.
Das cinzas nasce a chama que arde,
no peito pulsa, jamais covarde.
Um grão se perde na terra esquecida,
renasce flor na manhã colorida.
O tempo, artesão de memórias e sonhos,
tece histórias, deixa rastros risonhos.
E quando a noite rouba o fulgor,
a alma repousa, buscando calor.
Pois viver é eterno recomeçar,
um poema que o tempo insiste em cantar.
ASSIM É O TEMPO
Entram as estações
Entre chuva e o vento
Às vezez fico em silêncio
Perdida em pensamento.
Tristezas e alegrias
Fazem parte da vida
O dia pode escurecer
E a noite ser colorida.
Banhada de estrelas
Numa noite de verão
Ou nums tempestade
Turbilhando de emoção.
Assim o corpo envelhece
Sem perder a felicidade
Não importa o tempo
A alma não tem idade.
Autoria Irá Rodrigues.
Vivi o momento e rapidamente ele se foi com o vento
Eu paro e te olho lembrando do tempo
Memórias perdidas, é com elas que me esquento
Sentei-me aqui, mas já não existe lugar pra mim, não é pesadelo, a realidade é assim
Os segundos contam, os minutos também, cada milésimo e hora
Esqueci-me do tempo, pena que ele não volta mais
Não se esqueça também, o tempo passa, e como o vento ele não volta atrás.
Como areia do tempo
Tudo passa, a vida flui como o vento na poeira do tempo nossas conquistas ficam para trás
Tudo passa
Vivemos perseguindo um lugar ao sol, almejando brilhar no palco da vida, o sol resplandece e se esvai e as conquistas continuam sob a luz do luar, cercada da esteira de brilhantes estrelas que pontuam o céu do luar
Mais um dia vem, e mais um dia vai é tudo passa
Passa as criancices acompanhada da adolescência e na velhice olhamos pra trás, tentando entender porque chegamos só até aqui? o que faltou pra avançar mais? e constatamos que
Tudo passa
Ajudamos e somos ajudados na trajetória da vida, buscando sempre o caminho míope do sucesso que demora a chegar e quando chega, nos damos conta que fizemos grades esforço e sofremos por quase nada, pois
Tudo passa
Muitas vezes vencemos batalhas sem guerrear e não damos valor, reclamamos por coisas fúteis, ficamos tristes por conquistas não concretizadas e esquecemos de agradecer por livramentos imerecidos, pois nem sempre o que queríamos seria bom e mais uma vez
Tudo passa
Passa a chuva, passa o sol passa a tempestade e junto também passa a vida é tudo que foi conquistado fica pra trás registrado nas páginas poeirentas das areias do tempo provando que
Tudo passa
Não importa se viemos tristes ou alegres, se somos dedicados ou largados, isto não diz nada pra o tempo que não para e independente da sua destreza ou inercia
Tudo passa
E quando o fim chegar, é ele chega para todos, olhamos pra trás em retrospectiva e nos orgulhamos daquilo que fizemos, mesmo sabendo que de mãos vazias chegamos e sem nada partimos e mais uma vez
Tudo passa
Se tem tristeza passa, se tem alegria também passa, se tem riqueza ou pobreza isto passa, pois não existe dia sem sol nem céu sem estelas, a noite vem e o dia chega jogando raios de luz na escuridão e assim como um espelho a realidade é refletida sobre as sobras
Tudo passa
O amor que foi tanto desejado uma hora, estará pertinho de você, eL já não é tão desejado assim, o tempo tem destas coisas e nos prega peças, mostrado que tudo perde o valor e sentido e assim
Tudo passa
Tudo passa na ampulheta do tempo, tudo flui, tudo se esvai, tudo fica pra trás, como areia do tempo.
PARABÉNS
Oh Como Passa veloz o tempo
Voando no vento a vida se vai
tristezas e alegres momentos
De dias que não voltam jamais
Felicidade pelo seu aniversário
Muita Sabedoria e simplicidade
Para cada um de seus versarios
qual no coração desafio invade.
vai lá poeta e mostra sua leveza
Mostrando a sua determinação
que o mundo veja sua grandeza
Com muita fé, com convicção .
Felicidade hoje e para sempre
Paz, saúde , alegria, persuasão
Ao Criador sejas tu temente
Recebendo muita inspiração
Além do Tempo
A vida é um sopro que mal percebemos,
um verso perdido no canto do vento.
Quando se vê, já é outono…
Quando se vê, já partiu o momento.
Os dias se dobram, frágeis e breves,
como as folhas que o tempo carrega.
E quando se vê, já é passado…
E o que ficou? O que nos resta?
Ah, se houvesse outro instante,
um rastro de luz na estrada vazia,
eu não contaria as horas frias,
mas faria de cada segundo poesia.
E, livre, deixaria para trás
os grilhões do tempo, sem medo ou lamento,
pois só é eterno quem não se apega
ao relógio lento do esquecimento.
MEU LIVRO
Folheio as páginas do tempo,
onde a vida se desenhou,
letras soltas pelo vento,
Histórias que o coração guardou.
Cada linha, um passo incerto,
cada página, um renascer,
capítulos de um sonho aberto,
versos que ensinam a viver.
Há trechos de riso e festa,
outros de pranto e solidão,
mas a trama nunca é honesta
sem reviravoltas no coração.
E quando o fim se avizinhar,
na última folha a se escrever,
que reste em tinta o lembrar,
de que valeu a pena viver.
Folhas caem, o vento sopra. Quem pode trazer uma resposta melhor? Se não o tempo, é a hora. Quem me conta histórias verdadeiras? Olhos cheios de vida, olhar triste... Para que me sufocar em uma rua de amargura? Quem pode ouvir meu pedido de ajuda?
A solidão não me incomoda. Faça o que quiser, não mudará meu jeito de pensar. Não tenha medo de agir. Você está sempre ausente, então diria que não faz falta. Não derrame lágrimas quando ele partir.
Canções ao vento do tempo
Escrevi canções com o coração sangrando,
num tempo em que ele era sol nos meus dias.
Agora leio versos que o tempo desfez,
e me pergunto por que a estrada virou bruma.
Ficaram as notas, os ecos, os refrões,
mas ele...
foi embora como poeira no horizonte.
Talvez nem saiba que vive em cada estrofe.
Choro sozinho, como a chuva na varanda,
mas lembro do riso, do jeito de amar o mundo.
Ele era lindo —
não só no rosto, mas na alma que dançava.
Essa canção é confissão e altar,
é onda do mar que quebrou em mim.
Homem feito de céu e sal,
de estrela-do-mar e alvorada.
Ele era arte sem moldura,
jazz tocado por deuses errantes,
riqueza rara colhida em jardins de sonho.
E eu?
Fiquei com a beleza que restou:
a lembrança, o verso,
e o dom de ter amado alguém assim.
Animal de um dia
Tenho um corpo
e ele sangra o tempo.
Tenho um nome,
mas o vento já não lembra.
A vida -
essa prostituta divina -
me beija com dentes,
e ri.
Sou só um bicho
que sonha
com a eternidade.
