O Sol e o Vento
Nos teus olhos brilha a luz do sol,
Teu sorriso é a chama que me faz sentir o farol.
Com seu jeito sapeca, você me envolve,
Cada instante ao seu lado é um amor que se resolve.
Teus encantos são danças que embalam meu ser,
A cada risada, eu me perco em você.
Tua beleza é um verso que nunca se apaga,
E o calor do teu abraço é o que mais me embriaga.
Ah, minha Sapekinha, como você é especial!
Teu jeito espontâneo transforma tudo em carnaval.
Nosso amor é uma festa que nunca tem fim,
Com você, cada dia é um novo sonho em mim.
Quero explorar o mundo ao teu lado,
Viver aventuras e ser sempre seu aliado.
Prometo te amar com toda intensidade,
E juntos escreveremos nossa eternidade.
A Caminhada
Por: Gilvann Olliveira
Até quando chorar,
Se o amanhã vai chegar,
Se o sol vai nascer,
E a dor vai cessar?
Até quando sofrer,
Se não há mais porque,
Se a dor que eu sentia,
Se tornou em prazer?
Houve um dia de choro,
Houve um dia de pranto,
Houve um dia que morro,
Hoje é dia de canto.
Um cantar de alegria,
Um cantar do meu SER,
Um cantar de vitória,
Um cantar de viver.
De viver plenamente,
De viver como quero,
De ser independente,
De ser sempre sincero.
Uma porta se abre,
O horizonte se expande,
Surgem novos caminhos,
Onde quer que eu ande.
E assim sigo em frente,
Sob a força do tempo,
Com a certeza que a vida,
Dura so um momento.
Mas durante o percurso,
O que é mais importante,
É ter fé no sagrado,
Mesmo que a caminhada
Seja perto ou distante.
*Para uma garota especial*
Seu olhar é um raio de sol,
Que aquece meu coração e me faz sentir vivo.
Seu sorriso é uma obra de arte,
Que ilumina meu dia e me faz sentir completo.
Você é a minha inspiração,
A minha musa, a minha razão de viver.
Eu amo cada momento com você,
Cada sorriso, cada olhar, cada gesto.
Seu toque é como um abraço,
Que me faz sentir seguro e amado.
Seu beijo é como um sussurro,
Que me faz sentir vivo e apaixonado.
Você é a minha estrela,
A minha lua, a minha razão de viver.
Eu amo cada momento com você,
Cada sorriso, cada olhar, cada gesto.
Eu quero um céu, um sol e um mar.
Eu quero sentir a liberdade na areia, ao me deitar.
Sentir a brisa me tatear.
Enquanto meu corpo bronzeia, imaginar...
Às vezes temos que sorrir, mesmo que as noites, sejam demasiadamente escuras. Que o sol não tenha luz. Que os dias cinzentos e encharcados nos adoeça a alma. Eu não sou forte, eu tenho Fé.
O que já passou...
Quando eu era criança,
Via o mundo como um caleidoscópio,
O sol refletia alegria,
tinha um olhar de esperança.
Com o passar dos anos,
tudo se tornou uma memória borrada,
via apenas os danos,
virei uma alma condenada.
Como queria voltar a ser criança,
que não tinha uma memória criada,
nem uma mente arranhada,
apenas vivia de alegria e graça.
Há um bater de asas
O sol nasce devagarinho
Seus raios lentamente aparecem por detrás do montes...
Uma brisa suave traz até mim o perfume inebriante de flores...
Mais um dia começa...
Longa será a jornada.
Eu aqui parada... estagnada.
Não tenho forças pra começar o dia...
A noite foi de completa agonia.
Partiste...
Me deixaste tão triste.
Pergunto-me: de que adianta estar pelo mundo se não estás do meu lado?
Meu coração está desconsolado.
A cortina levemente balança com a brisa que entra...
Um pássaro pousa no peitoril da minha janela...
Fica alguns segundos a me olhar com se me dissesse: ‘há tanta vida lá fora’.
Minha alma no peito chora...
Há um bater de asas...
Um bater de asas que me move... meu coração se comove...
Há vida... me decido... vou vivê-la...
Meu coração tão padecido... apertado no peito...
Minha razão: ‘levanta-te... pra toda dor sempre há um jeito’.
PROGRESSO
Estamos nus como os gregos na Acrópole
e o sol que nos mira também os fitou.
Mas fazemos amor de relógio no pulso.
No silêncio do fim do dia
Silenciosamente o sol desaparece numa fenda no horizonte
Tento...não consigo... não consigo meu amor confessar
parece que só o silêncio torna possível,
possível exprimir....
só o silêncio consegue esse amor traduzir.
É tão difícil...
Vencer o silêncio?
Não... não é um silêncio pra ser vencido...
O silêncio entre nós é audível,
é todo o nosso dizível....
é visível e todo colorido.
É tão silencioso....
Entre nós tudo,
tudo é tão intensamente silencioso.
Sabe o que é tão difícil?
... a tristeza que o fim do silêncio pode causar,
estou achando mais fácil
suportar um silêncio que não para de falar...
um silêncio que não cala
porque tem medo de ouvir e não suportar.
só pra me alegrar....
Quem sabe?! No silêncio do fim do dia ouço você me dizer que pra sempre irá me amar?
... e todo meu medo dessa escuridão apagar?
Quando você consegue o seu lugar ao sol as duras penas, e faz com que ele seja respeitado, guardado e protegido. Isto não é bom para as pessoas que não gostam de você. Faça a sua estrela brilhar assim esmo, já que Deus te fornece luz.
Novo dia se inicia...
Que possamos brilhar por onde passamos hoje mais que o sol do meio dia...
Brilhe....
Sorria...
Ame...
De o seu melhor do melhor...
Bora ser feliz..
Dias Fátima
Paranóia x Rotina
Quando o despertador toca a rotina acorda,
O sol aqueceu novamente pela manhã e o café também,
As buzinas cantam, o coração acelera e tudo se repete,
A tarde não passa e a feijoada de toda quarta feira desce mais uma vez,
O cansaço e a noite tem almas gêmeas e o tempo é um sopro entre o abrir e fechar os olhos do anoitecer curto,
Acordei sem acreditar que dormi, então, hoje parece ontem e o amanhã parecerá com o hoje.
Roda de Tereré.
Sob o sol abrasador da fronteira, onde o Brasil e o Paraguai se encontram como irmãos, o tereré é mais que um simples mate frio. Ele é o fio que tece a identidade de um povo miscigenado, de terras que trocam palavras em português e guarani sem que se perceba a mudança. Em Ponta Porã e Pedro Juan Caballero, cidades separadas apenas por uma rua, o tereré percorre mãos calejadas, histórias antigas e lendas que se misturam à realidade.
A erva-mate, nativa dessas terras, carrega consigo memórias de tempos que já foram. Conta-se que os antigos povos guaranis a consideravam um presente dos deuses, capaz de restaurar forças e aproximar amigos. E assim permaneceu, atravessando séculos e chegando às rodas de conversa onde os brasiguaios se reúnem para contar causos. Entre goles da bebida refrescante, misturada aos yuyos colhidos no mercado vizinho, passam-se os relatos de tempos difíceis, de conquistas, de saudades e de esperanças.
Aqui, a fronteira é apenas um detalhe geográfico. São países diferentes, mas os mesmos costumes, os mesmos rostos, as mesmas risadas ecoando entre as ruas. A vida pulsa com um ritmo próprio, onde cada encontro é celebrado com um tereré compartilhado. Porque na alma dessas terras, não há divisões que resistam a uma roda de conversa regada a erva-mate e memórias que constroem um povo.
[...]
ajoelho apenas que meu nome vibre
ainda no teu peito,
que ao contemplares o sol te lembres
que se te queimas é porque penso em ti com fervor.
[...]
Um riso pra esquecer
Um gol pra se gritar
O sol já vai nascer
Mil ondas pra pular
Um voo de beija-flor
Flutuando no ar
O tempo me contou
Que tudo vai passar
