O que Será de Mim
Ilusão
meu coração
transborda de preocupação
Hoje e amanhã
Não sei o que será de mim
Só mais um dia
Com vontade de dormir𖤐
Já parou pra se perguntar: o que será de mim ?!quando se é jovem,pensamos em um futuro inserto,onde temos medo do amanhã, mas o amanhã de ontem é hoje, e quando vemos já passamos; porque somos passageiros e inconstantes!
Nada, nada mesmo vai mudar o meu olhar sobre você, tu sempre será pra mim uma pessoa incrível, nem com todos os elogios do mundo seria possível te descrever, enfim, que bom que lembrou de mim ontem, depois do seu contato até consegui dormir.
Se os próprios sonhos embotam a vida
o que será de mim
sem a possibilidade de criá-los?
Se as próprias asas tornam-se feridas
o que será de mim
sem a chance de usá-las?
Se os próprios dedos forjam a mentira
o que será de mim
sem a possibilidade de amá-los?
Se as próprias vozes ocultam a lida
o que será de mim
sem a possibilidade de encontrá-las?
Foste
um dia
uma flor
de sol no meu
jardim, que mesmo
não tendo sido, será para
mim, sempre... eterno amor.
Se não sou por mim, então quemserá por mim? E se não sou pelos outros, então o que sou?
Rabbi Hillel
A previsibilidade dos homens nem sempre será para mim,
Sou de mudanças constantes, sigo o fluxo que há em mim.
Atenho-me aos detalhes, onde escolhas se formam,
Sinto o mundo em sua essência, onde as emoções me tomam.
Entrego-me sem reservas, com paixão que me inunda,
E em minha dedicação, me perco, me afunda.
Lentamente, vou esvaindo, como a luz ao entardecer,
Mas no processo, sou tudo o que sou, tudo o que pode me fortalecer.
O que será de mim?
Será que te amar foi
Um erro
Me sinto condenado
Por ser um apaixonado
Mas sou assim O que
fazer?
Quem sabe te esquecer?
Sei que não vai acontecer
Terei que viver a frustração
de não poder te ter.
Amor Idealizado
Não sei o que será de mim
Por um amor
Que só eu sinto
Um amor exagerado
Que me faz sentir viciado
Em meio a rua,
Parado estou
Pensando em você
Meu grande amor
Me apaixonei
Idealizei
um amor que nunca foi meu
um amor que não era real
Inventei sonhos e uma história sem igual
Será que tudo isso é loucura?
Ou apenas uma paixão sem cura?
Agora estou sozinho, sem você
Apaixonado por quem nunca me quis ter.
Em meio a solidão, mesmo assim
Canto, Respiro poema enfim
O resultado será para mim como acreditar, mediante a minha fé, ela se torna grande ou pequena, fácil ou difícil, possível ou impossível.
Metamorfose
Abriste a caixa de Pandora
E agora, o que será de mim?
Faça algo que acalante esses males
Que me está a consumir.
Puseste-me neste desespero
Nesta desconfiança bombástica
Neste desconforto intolerável.
Sou essa borboleta pequena
De asas incontroláveis
Incerta dos desejos.
Caça-me com a tua rede entomológica
Tira-me dessa dança louca
A viver atrás de uma da lanterna iluminada.
Quero acreditar na luz e não consigo
Ela pode ser a minha maior inimiga
Mesmo assim a sigo
E na armadilha posso cair.
Desafoga-me dessa desconfiança
Sem arrogância
Com palavras de esperança.
Faça de mim os teus desejos
Não disfarce as verdades com lampejos
Para fazer-me acreditar.
Saia do teu invólucro de lagarta
Transforma-te em borboleta
Venha me beijar.
Tu sabes que sem ti eu não sei viver, não sei o que será de mim sem o teu calor para aquecer minhas noites frias, a chave do meu coração foi entregue a ti, amor, quem vai abrir...
Estou parado aqui a pensar o que será de mim se eu não enfrentar. Eu não quero parar no meio e nem quero guardar receio. Quero continuar a enfrentar e pensar em não desistir, enfrentar para sempre e nunca parar.
O que será de mim, se eu não te entendo
o que será de mim, se eu não te compreendo
você me faz sofrer, você me faz chorar
Eu queria muito, mas não posso te amar
você é muito estranho, difícil de lidar
você é complicado, difícil de decifrar
Mas mesmo assim é difícil de largar,
pois acho que o problema sou eu, em me incomodar
O que será de mim, se você não me entende
o que será de mim se você não me compreende
Tenho sempre presente comigo a certeza do fim...O futuro que me espera não sei, o que será de mim?
Existir...ser...estar...Num dia sentir-se vivo, noutro, nos braços da morte despertar!
