O que Nao Elabora se Repete Freud
MARIONETE
Não diga o que pensa.
Tome cuidado com suas palavras.
Certos argumentos devem ser ignorados, talvez omitidos.
Tente não ser imprevisível.
Seja previsível, os governantes adoram isso.
Alimente suas opiniões, mas não às semeie muito, pode causar desentendimento!
Nada melhor do que ser igual à maioria para ser benquisto!
Não se aprofunde muito.
Evite polêmicas desnecessárias.
Quanto mais alienado melhor, o mundo se torna mais gentil, humilde e menos hostil.
Faça tudo o que os outros estão fazendo.
Se eles estão feliz assim, você pode ser feliz também seguindo a mesma trilha, aproveite é um atalho sem esforços, mais prático!
Essa coisa de ter personalidade é besteira, ter personalidade hoje em dia é não ter personalidade, é ser fútil.
Estude só o que a vida vai te cobrar um dia.
Somente o essencial.
Acredite em milagres, as coisas caem do céu tão facilmente!
Use roupas da moda.
Só escute o que toca na Rádio.
Ler é chato, é besteira, coisa de “nerd”.
Acredite no que os pastores e padres dizem.
Pague seu dízimo e fique em dia com Deus.
Nós somos frutos de Adão e Eva.
Não acredite no que a ciência diz.
Leia os jornais, as revistas e durma sossegado, o que estiver escrito ali é a pura verdade.
Faça da TV o seu oráculo, seu mentor intelectual.
Não respeite a diferença, respeite a igualdade.
Se ficar sabendo de um boato ou fofoca, conte para o maior número de pessoas que puder e depois coloque a culpa nos outros.
Afinal tudo fica mais confortável quando a culpa é dos outros!
Decida sua carreira de acordo com o que os seus pais preferem pra você, pois ter um sonho e correr atrás dele é estupidez.
Opte por algo que vai te garantir um salário seguro no fim do mês, de preferência um cargo “meia boca”, mas garantido pro resto da sua humilde vida.
Se ninguém mandar... Deixe pra lá, faça só a sua parte.
Entre o comum e o desconhecido, prefira o primeiro, assim não terá surpresas.
Não se aventure, é perigoso demais! Escolha sempre o caminho mais evidente.
Fique no meio da balança e deixe que os outros decidam por você.
Concorde com a maioria, eles que sempre tem razão, pois são a maioria!
Escute bem o que estou dizendo.
Se eles pularem do abismo, pule também!
Vote em quem as pesquisas apontam favoritismo.
Não se envolva em manifestações opostas a quem esta no poder.
Seja como for, fique do lado dos mais fortes.
Não tenha curiosidade, afinal até o gato morre por ela!
Não questione o porquê disso ou daquilo.
Melhor ser um covarde vivo!
Melhor ser comum!
Melhor ser normal!
Melhor ser mais um!
E por fim vai ser isso, você levando a vida, e a vida te levando... Como um "Burro de Carga", que é obrigado à só olhar pra frente, pra que quem comanda não perca as rédeas e permaneça no controle.
Pois afinal é justamente o que eles querem, e vocês?
O tempo esquece quem partiu, mas o amor dos pais e de Deus permanece. Não perca a vida tentando agradar a um mundo que amanhã não se lembrará de você. ✨🕊️
BOM, eu não tenho religião, nunca me identifiquei com uma! Mas, a religião que conheço sempre diz que a bíblia sagrada, é o único livro confiável que existe, mas existem TROCENTos livros sagrados por aí de OUTRAS religiões pregando as mesmas coisas ou não. Tipo, eu nasci no Brasil, a religião daqui predominante é o Cristianismo, é a que eu conheço e tenho acesso. É normal para mim, porém muito questionável também. Mas, imagina eu ter nascido na Índia, cultuar vários deuses, também seria normal para mim, porque nasci lá e está tudo certo, é o que conheço. BOM, se eu tivesse nascido na Coreia do Norte, por exemplo, não poderia ter nenhuma religião, e sim, está tudo certo, porque é a adaptação que conhecemos desde a infância. Bom, por isso não tenho religião, cada um condena a outra religião por isso e aquilo, e no final, se Deus é Deus, ele criou todos os humanos na terra, independente de religião. Não é porque não sigo tal doutrina, que Deus irá me condenar, como vai condenar, se nunca ouvi falar disso? A fé é individual. Cada um acredita no que acha adequado. Mas, os cristãos que conheço por aqui, querem empurrar goela abaixo "tem que ir para igreja, porque se não não vai ser salvo" bom, eu tenho a minha fé, eu acredito em Deus, eu parei de ir para a igreja porque me julgavam demais e me excluíam de coisas importantes. Quem estava lá no púlpito, fez isso. Então, se era para ter comunhão, não é o que se vê, dentro de um templo, que seria para trocar ideias sobre a vida e a fé. Também vejo gente maldosa, que mata animais, onde está sempre indo pra igreja todos os dias, e faz da sua casa, um inferno, nunca melhoram como pessoas. Eu também não gosto de ficar sempre ouvindo as mesmas coisas e mensagens, e é o que sempre fazem. Eu não quero estar junto de pessoas assim, que fingem ser o que pregam, quando vivem na verdade outra realidade. Bom, se existe Deus, ele vai sempre amar todos, mesmo aqueles que nunca ouviram falar de religião, porque na verdade, não faz sentido, uma pessoa obrigar outra a seguir algo, onde somente ela acha que está correta, e se acha a dona da razão.
UM desabafo! Affs...
Fé não é propriedade privada de nenhuma religião
Se Deus criou seres humanos diferentes, talvez a pergunta mais importante não seja “qual religião você segue?”, mas “que tipo de pessoa você se tornou?”
Existe uma coisa que considero muito mais valiosa do que possuir todas as respostas:
não permitir que ninguém pense por você.
Nem uma igreja.
Nem um líder religioso.
Nem um livro.
Nem uma tradição.
Você pode ouvir, estudar, questionar, comparar e depois decidir aquilo que sua consciência consegue sustentar.
Porque, se existe um Deus que realmente conhece cada ser humano, talvez Ele também conheça a diferença entre alguém que rejeita Deus e alguém que simplesmente se recusa a fingir que possui certezas que não possui.
E talvez a pergunta mais honesta que você possa levar consigo não seja “qual religião está certa?”, mas:
“Se Deus realmente conhece meu coração, o que Ele encontra quando olha para a pessoa que estou me tornando?”
Se Deus é realmente Deus, ele não precisa de um ser humano para defendê-lo.
E uma fé que precisa constantemente humilhar outras pessoas para provar que está certa talvez esteja defendendo mais a própria identidade do que o próprio Deus.
No fim, você pode continuar sem religião e ainda assim fazer perguntas profundas sobre Deus, morte, consciência, existência e propósito.
Talvez você nunca encontre uma resposta definitiva.
O mundo continua girando sem nós. Não perca seu tempo precioso tentando ser perfeito para quem te substitui tão rápido. ✨⏳
A felicidade é para ser vivida no presente. Não existe deixar para ser feliz no futuro. Abrir mão dela é viver de um passado inexistente.
“Pedagogia do Discernimento: educar não é ensinar o que pensar”
Nunca tivemos tanto acesso à informação. Isso não significa que aprendemos a discernir.
A educação pode transmitir conhecimento, desenvolver habilidades e ampliar repertórios. Mas permanece uma pergunta anterior a todas essas tarefas: como alguém aprende a decidir quanto peso aquilo que recebe, pensa, sente ou acredita merece ter sobre sua compreensão, suas decisões e suas ações?
É nesse problema que se situa a Pedagogia do Discernimento.
Discernir não é desconfiar de tudo. Não é rejeitar autoridades, emoções, tecnologias ou conhecimentos anteriores. É aprender a perceber, distinguir, regular e reconstruir. É examinar não apenas o objeto — uma informação, uma fonte, uma ideia —, mas também o sujeito diante dele: suas crenças, memórias, emoções, interesses e interpretações.
Por isso, desaprender não significa apagar o que foi aprendido. Significa reconhecer quando determinado modelo perdeu sustentação suficiente para continuar exercendo a mesma autoridade sobre nós. Reaprender é reconstruir sem transformar a nova conclusão em dogma.
Em tempos de inteligência artificial, desinformação, excesso de conteúdo e disputas por atenção, talvez uma das funções mais importantes da educação seja justamente esta: não determinar o que merece ser pensado, mas ensinar a examinar quanto do que pensamos merece continuar nos governando.
A Pedagogia do Discernimento, proposta por Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse (Carlos Eduardo Balcarse), apresenta o discernimento como capacidade educável, multidimensional e situada, articulando educação, pensamento crítico, metacognição, autonomia epistêmica, autoridade epistêmica, consciência e aprendizagem reconstrutiva.
Artigo científico: Pedagogia do Discernimento
Autor: Carlos Eduardo Garcia Moreno Balcarse — Carlos Eduardo Balcarse
Revista JRG de Estudos Acadêmicos, 2026, v. 9, n. 21, e093789.
DOI: 10.55892/jrg.v9i21.3789
ARK: 57118/JRG.v9i21.3789
Carlos Eduardo Balcarse
“Educar para pensar é importante. Educar para discernir é ensinar a não entregar ao próprio pensamento uma autoridade que ele ainda precisa justificar.”
Sobre a minha sogra e sua falta de limite...
"Entender a origem de um comportamento não significa justificá-lo.
Você pode pensar:
“Ela provavelmente sofreu coisas na vida.”
e simultaneamente:
“Ela não tem direito de reproduzir sofrimento nos outros.”
As duas coisas podem ser verdadeiras.
Trauma pode explicar.
Não absolve.
Religião pode explicar algumas convicções.
Não dá autoridade sobre a vida dos outros.
Ser mãe pode explicar uma preocupação.
Não dá direito de controlar adultos.
Ser dona da casa pode estabelecer algumas regras dentro do espaço dela.
Não dá direito de determinar como você deve existir dentro da sua própria casa.
Nem todo frequentador de igreja é hipócrita, assim como nem toda pessoa que não frequenta igreja é automaticamente mais espiritual, bondosa ou consciente.
No fim, caráter continua sendo caráter.
A pessoa pode estar no púlpito ou na cozinha.
Pode carregar uma Bíblia ou não carregar nenhuma.
Pode cantar durante duas horas ou passar o domingo inteiro em casa.
O que importa para avaliar o ser humano é muito mais amplo do que sua presença num culto.
Você não precisa decidir se a igreja deles, é boa ou ruim para decidir que não quer fazer parte dela.
Pode haver pessoas maravilhosas ali.
Pode haver pessoas hipócritas.
Pode haver ensinamentos com os quais você concorda.
Pode haver outros dos quais você discorda.
Pode haver acolhimento para algumas pessoas e experiências ruins para outras.
Tudo isso pode coexistir.
Você pode simplesmente dizer:
“Esse não é o lugar onde quero viver minha espiritualidade.”
E isso é suficiente.
Eu estaria sendo desonesta se dissesse que não percebi a presença de Deus na minha vida neste ano. Houve dias difíceis, mas Ele nunca me abandonou.
