O que Nao Elabora se Repete Freud

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"Deus não nos chama para o repouso da autossuficiência, mas para a dinâmica do serviço. A nossa prontidão em agir com o pouco que temos é o que convida o Mestre a realizar o impossível."

"O limite é a fronteira do respeito. Negar um pedido quando ultrapassa suas forças não diminui sua caridade, protege sua integridade. Lembre-se: você não é a 'pior pessoa' por priorizar sua saúde e vida; você é alguém que entende o valor da própria missão. Quem não cuida do próprio jardim, não tem flores para oferecer ao próximo."

“Ser um Líder Eficaz não é sobre ocupar um espaço no topo, mas é sobre abrir caminho para que outros cresçam com integridade."

"Não pare agora; o próximo degrau reserva a sua vitória. Transforme experiência em impulso e transforme o futuro em realidade."

“Nossas dores não são desperdiçadas, mas transformadas em propósito. Ao enfrentar lutas com consistência, a pessoa amadurece e adquire autoridade espiritual. Deus utiliza as cicatrizes das nossas maiores batalhas para forjar uma mensagem de esperança que alcançará outros. Assim, a ferida que ontem causava dor, hoje torna-se a ferramenta de cura e liderança nas mãos do Mestre.”

"Sua maturidade não apenas revela quem você é, mas atua como um filtro para quem caminhará ao seu lado. Entenda: o seu desenvolvimento pessoal é o único motor capaz de impulsionar o seu sucesso ao próximo nível."

"Não espere a noite cair para honrar o que floresceu à luz do dia. A celebração não é um epitáfio, mas um jardim que se cultiva em vida. Honre a alma, a obra e o caminho enquanto a canção ainda ressoa, pois o eco da admiração é o verdadeiro legado da presença."

“A verdadeira paz não é um ambiente sem ruídos, é uma mente com raízes."

"Deus sempre cuida de nossas necessidades e carências, mas Ele não substitui o abraço, o colo, ou aquele ombro amigo que todo ser humano precisa.”

"Mais um dia se revela e não é por acaso que o chamamos de 'presente'. Que possamos desatar seus laços com calma e contemplar o mistério que nele se resguarda."

"Uma fé que não pensa não sobrevive às crises da vida; e um pensamento que não crê não encontra sentido para a existência."

"A verdadeira felicidade não é um tesouro para guardar, mas uma semente para plantar. Quem compreende a sua plenitude deixa de buscar migalhas de atenção e escolhe ser a própria fonte de amor para o mundo."

"Há dias em que acordamos muito motivados, e outros não. Dias em que queremos ver a luz do sol e a beleza da vida; outros em que preferimos ficar mais a sós, calados e pensativos. Não sei como está sendo o seu dia hoje, mas confie: vai dar tudo certo. Coisas boas acontecem para aqueles que não desistem de lutar."

"Sucesso não é copiar o padrão dos outros, é viver a direção que Deus deu a você. Repetir o que todos fazem não é estratégia; é esquecer a sua própria identidade."

⁠Porque mexesse tanto comigo?


Tenho esse jeito meio avoado
Transpasso pra você que não dou atenção
Mas desde do primeiro dia que te vi
Mexesse com o meu coração

Não sei lidar com clareza o que sinto
Como você foi extremamente claro pra mim
Agora sinceramente não sei como lido
Não parece tão fácil assim

Tentei relutar algumas vezes
Porque tal sensação sentir?
Infelizmente o que desejas
Talvez soe para mim
Como algo que não consiga cumprir

O que estás fazendo comigo?
Da minha cabeça não consegues sair
Desde que juntos saímos
Meus pensamentos só focam em ti

O planejado saiu do controle
De forma que eu não consigo explicar
Só sei que foi diferente com você
Mas não sei se estou preparado pra te amar
Será que eu consigo fazer tudo outra vez
Sem se frustrar ?

Sei que não suporto te ver distante
Por mais que eu sinta receio
O que temos não é o bastante

Afirmo pra você que estou tentando
Talvez não seja do melhor jeito
Mas o melhor de mim estou dando

Não sei lidar com alguém disposto a cuidar de mim
Eu não sei como reagir
Talvez não seja o bastante pra você
Talvez não seja o bastante para mim

Tudo bem você querer se afastar
Talvez estamos em tempos diferentes
Não tens culpa se eu não consigo me expressar
Já deixasse claro pra mim o que sentes

Porque achas que eu não me importo?
Depois de tudo que me fizesse sentir
Tenho sentimentos por você de tal modo
Que eu não consigo parar de pensar em ti

Você me conheceu sabendo quem sou
Sei que não estás acostumado
Com alguém confuso que nem eu
Mas, prometo a você que estou interessado
De conhecer e me apaixonar por cada pedacinho seu

“O medo vem para te paralisar, para te fazer duvidar e para te fazer acreditar que você não consegue. Mas hoje eu quero te lembrar de algo: se você é filho de Deus, você não está sozinho. Não viva como escravo daquilo que tenta te impedir. Deus te chamou para seguir em frente, para confiar e para crer. Mesmo que você esteja com medo, caminhe. Mesmo que você não veja o caminho, confie. Mesmo que você duvide, lembre-se de quem está com você.” (Miss. Célio Machado)

Aqueles que estão no Inferno, levariam qualquer um junto apenas para não ficar sozinhos
-Jesus, Alexandre

pródigo.

Eu não pareço com ele.

Pelo menos não quando me olho.

Algumas pessoas dizem que sim.

Dizem que existe alguma coisa no meu rosto, no meu jeito, em alguma expressão que faço sem perceber.

Eu escuto.

Talvez elas estejam certas.

Talvez exista alguma coisa.

Mas eu nunca soube enxergar.

Quando olho para mim, não vejo ele.

Vejo a mim.

E talvez seja justamente isso que me faça pensar tanto nele.

Porque, se existe alguma coisa que eu realmente herdei, não foram os olhos, nem a voz, nem o rosto.

Foram os vícios.

Os malditos vícios.

Talvez essa tenha sido a única herança que encontrou um jeito de chegar até mim.

E é estranho pensar nisso.

Porque eu não herdei as conversas que poderiam ter existido.

Não herdei conselhos.

Não herdei lembranças de infância ao lado dele.

Não herdei aquelas pequenas coisas que parecem tão banais até você perceber que passou a vida inteira sem elas.

Mas herdei isso.

E, as vezes, parece que meu próprio corpo conhece caminhos que eu nunca quis aprender.

Eu tento parar.

Consigo por um tempo.

Depois volto.

E quando volto, existe aquela sensação incômoda de que talvez eu esteja repetindo alguma coisa que começou muito antes de mim.

É aí que ele aparece.

Não na minha frente.

Dentro da minha cabeça.

No subconsciente.

Naquela parte de mim que funciona antes que eu consiga pensar.

Uma reação.

Um impulso.

Uma escolha.

E, por um segundo, eu paro e penso:

“Isso veio de mim?”

Ou veio dele?

Eu odeio não saber.

Talvez seja por isso que eu não consiga perdoá-lo.

Não é só pela ausência.

É pelo que a ausência deixou.

Porque é fácil imaginar que alguém que foi embora simplesmente desapareceu.

O problema é quando a pessoa vai embora e alguma coisa dela continua funcionando dentro de você.

Aí você não sabe mais se está tentando esquecer alguém ou tentando arrancar uma parte de si mesmo.

E eu não quero ser ele.

Nunca quis.

Não quero olhar para as minhas próprias mãos e encontrar as escolhas dele.

Não quero reconhecer nele aquilo que existe em mim.

Não quero que os meus erros tenham o nome dele escondido em algum lugar.

Mas talvez eu precise admitir uma coisa.

Talvez algumas pessoas estejam certas.

Talvez eu realmente carregue alguma coisa dele.

Só que não é isso que me define.

Porque eu também carrego tudo o que veio depois.

As pessoas que me ensinaram.

As que me machucaram.

As que eu amei.

As escolhas que fiz sozinho.

As vezes em que consegui ser diferente.

As vezes em que falhei.

Tudo isso também sou eu.

E talvez seja essa a parte que ele nunca vai conseguir tocar.

Ele pode ter deixado os vícios.

Pode ter deixado perguntas.

Pode ter deixado uma raiva que ainda não sei onde colocar.

Mas não pode decidir o que eu faço com tudo isso.

Talvez eu nunca consiga perdoá-lo.

Talvez um dia consiga.

Hoje eu não sei.

E talvez eu não precise saber.

Porque perdoar não pode significar fingir que nada aconteceu.

Nem transformar ausência em presença só porque seria mais bonito contar a história assim.

Ele não esteve.

Isso também faz parte da história.

E eu não preciso inventar outra para conseguir seguir.

Talvez um dia eu consiga me livrar de tudo aquilo que herdei sem escolher.

Talvez um dia eu olhe para algum vício e não reconheça nele nenhuma sombra.

Talvez eu consiga pensar nele sem sentir que alguma coisa dentro de mim se contrai.

Mas, enquanto esse dia não chega, eu continuo tentando.

Não para provar que sou diferente dele.

Mas porque quero descobrir quem eu seria se não precisasse passar tanto tempo tentando não ser.

Porque eu não sou ele.

Mesmo que exista alguma coisa dele em mim.

Mesmo que às vezes eu me reconheça em coisas que gostaria de não reconhecer.

Mesmo que o subconsciente ainda saiba o nome dele.

Ele pode fazer parte daquilo que explica de onde eu vim.

Mas não precisa fazer parte daquilo que eu vou me tornar.

E talvez seja isso que eu esteja tentando aprender:

eu não escolhi o que herdei.

Mas ainda posso escolher o que fica.

SE
- BIANCA RODRIGUES

Se os outros perderem a razão,
não tenhas tanta pressa de perder a tua.
Há emoções que chegam como tempestades,
mas se tu estiveres dentro de ti, não se molharão.

Se te julgarem, escuta.
Talvez exista alguma verdade na acusação;
ou exista apenas a necessidade do outro
de colocar em ti aquilo que não suporta em si.

Aprende a diferença.

Nem toda crítica merece resposta.
Nem todo silêncio significa rejeição.
Nem toda rejeição significa falta de valor.

Às vezes, nós tentamos transformar
incerteza em certeza,
porque a certeza, mesmo dolorosa,
parece menos ameaçadora que o desconhecer.

Então espera.

Não pense que esperar seja covardia,
porque nem todo impulso
é um chamado.

Se desejares alguma coisa com toda a força, permite-te desejar.
Mas não entregues tua existência ao teu desejo.

Querer não é possuir.
Perder não é deixar de ser.

E esta é uma das maiores
e mais desagradáveis descobertas da vida:

você pode fazer tudo corretamente
e ainda assim as coisas darem errado.

A vida não assinou contrato comigo e nem contigo.

Há fatos que não conhecemos, e nem controlamos, histórias que ainda não foram contadas,
corpos que adoeceram,
pessoas que vão se mudar, em algum momento,
circunstâncias que simplesmente acontecem.

Não transformes o acaso em tragédia.
O acaso faz parte do trajeto.

Se vencer, desfruta
mas não construa uma identidade sobre a tua vitória.

Se perder, sofra
mas não construa uma identidade sobre a tua derrota.

Você não é o acontecimento.

É também aquilo que faz
depois que o acontecimento termina.

E quando perder alguém,
um sonho, uma oportunidade
ou aquela versão sua
que acreditava saber para onde estava indo,
não se apresse a chamar isso de fim.

Há coisas que precisam morrer
para que deixemos de viver em torno delas.

Recomeçar não é voltar ao ponto inicial.
É só continuar diferente.

Se ninguém reconhecer teu esforço,
ainda assim será teu esforço.

Se todos te aplaudirem,
desconfia um pouco da própria vaidade.

O aplauso é agradável,
mas é um péssimo lugar para fazer morada.

Aprende a permanecer
quando não houver plateia.

A ser gentil sem ser submisso.
A ser firme sem ser cruel.
A dizer não sem transformar o outro em inimigo.
A dizer sim sem abandonar a si mesmo.

E, sobretudo, aprende isto:

sentir intensamente não significa precisar agir imediatamente.

A emoção pode ser verdadeira
sem ser um alarme de incêndio.

A raiva pode existir
sem escolher tuas palavras.

O medo pode existir
sem escolher teu caminho.

A tristeza pode existir
sem decidir teu futuro.

Tu não precisas lutar com cada emoção.

Elas só precisam ter um bom condutor.

E talvez seja isso que significa
tornar-se humano:

não eliminar o caos,
mas aprender a reduzir a velocidade
enquanto ele estiver passando.

Porque ninguém escolhe todas as circunstâncias
que encontrará nesta vida.

E quando chegar o último minuto,
não será importante saber
quantas vezes venceu,
quantas pessoas te admiraram,
quantas certezas acumulou,
ou quantas batalhas suportou.

Penso eu que importe apenas isto:

quanto de ti permaneceu teu
depois que a vida tentou te transformar
em alguém que você não queria ser.

E se, apesar de tudo,
ainda conseguir olhar para o mundo
sem precisar possuí-lo,
olhar para os outros
sem precisar decrescê-los,
olhar para tuas feridas
sem transformá-las em identidade,

então talvez tenha aprendido
a mais difícil das artes:

não controlar a vida,
mas não entregar a ela
o governo de quem você é.

Não tenho uma alma indizível, mas confesso que sempre carreguei um olhar de confissão silenciosa. Meus olhos frequentemente denunciam aquilo que minhas palavras, por mera civilidade, ainda procuram preservar. Tenho ouvidos atentos à exiguidade cognitiva e observo, quase com assombro, a desenvoltura com que alguns transitam pela própria ignorância.