O que Nao Elabora se Repete Freud

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Brasil de quem?


Ora, de quem eu não sei, mas é meu também.
Meu Brasil, brasil do golpe, da ditadura, brasil de Vargas, mas também Brasil de Eunice, mãe amada


brasil com o solo manchado de vermelho, mas também regado pelas lágrimas do brasileiro. Sim, país de muitas desigualdades
mas pertencente a um Povo resplandecente, que em meio a tanta dor, encontra espaço para um sorriso


Dizíamos na segunda guerra que "A cobra vai fumar", sim, mesmo lá tinha espaço para nosso riso


Povo amado que tanto valorizo, Povo que torna do Brasil brasileiro.

Deus brasileiro, que não nasceu em palácios
ordenados a ouro, mas em um simples celeiro;
aquele que não se ausenta da alegria, mas que, enquanto seu povo canta, dança.


Sim, mente por detrás do universo, que, para si, ser grande não é mais do que um simples reflexo, mas que, mesmo assim, se fez pequeno e andou entre nós, os perversos.


Deus brasileiro, que sorri para um sorriso
banguela, que, para o tupi, é anga, que, do órfão, é lar.


Leão que não nos preza, porque somos filhos de sua reza. Sim, a este Deus brasileiro, que nasceu na simplicidade de um celeiro, me fiz poeta.

Memórias póstumas e sua beleza


"Tempo que foi, não volta. Tempo que vem, mas que nunca chega.


Tempo que tudo leva e nada deixa; nada além de memórias póstumas e sua beleza. Tarde demais nos ensinou a amar, tarde demais nos ensinou a aproveitar.


Segundos parecem tão pouco, mas daria algumas décadas para ter de volta um segundo do seu riso. Lembro do gosto do seu bolo de trigo. Fui a um excêntrico chef em Paris, mas ele não conseguiu replicar o gosto daquele bolo.


Talvez não se trate de gastronomia. Talvez sejam suas mãos, mágicas e cheias de amor. Seja o que for, nada me trará novamente aquele sabor. Tentei ir a um show de humor, mas nem mesmo a melhor piada já contada me faria rir como você me fez.


Talvez, um dia, eu ame, delire de amor e escreva versos apaixonados.


Mas nenhuma amante poderá me presentear com os seus cuidados. O seu colo era um lugar sagrado, onde, em questão de segundos, o homem virava outra vez menino. Sinto falta daquilo.


Ah, tantas palavras que gostaria de ter dito, mas que hoje são só versos escritos; doce delírio da eternidade, em que, mais uma vez, encontrarei seu riso, em que, de novo, teremos aquela tarde com café e bolos de trigo, onde serei, novamente, o teu menino.


Teu doce e distraído menino.


Amo-te. Sonho que saiba."


Miguel Espinoso

Não espere o grito virar silêncio,
nem a ameaça se tornar agressão.
Quando o medo entrar pela porta,
proteja primeiro o coração.
Medida protetiva não é vingança,
é um pedido legítimo de proteção.
É dizer: “Eu quero continuar viva,
quero ter direito à minha própria direção.”
Helaine machado

Não normalize palavras que ferem,nem ameaças disfarçadas de amor.Quem ama respeita limites,não transforma carinho em dor.
Helaine machado

O relógio pode marcar as horas, mas não pode prender meu coração. Quem vive o agora de verdade encontra a sua direção.

Está escrito nas estrelas e guardado no meu coração: eu ainda pertenço a você. Não importa quantas páginas a gente já tenha virado ou quantas lições a vida nos impôs. Cada passo que demos e cada dificuldade que enfrentamos só serviram para mostrar que o nosso amor é a única certeza que eu tenho no mundo.Em minhas orações, eu sempre peço por nós dois. Peço aquilo que as palavras nunca conseguiram expressar direito, não importa a distância que tente ficar no nosso caminho. Eu já sonhei um milhão de sonhos e, em cada um deles, era o seu rosto que eu buscava.A vida passa rápido demais e o futuro logo vira passado. Por isso, não quero perder mais nenhum segundo. Quero te abraçar novamente e, dessa vez, para sempre. Quero caminhar pelo caminho que a gente já conhece — aquele que finalmente nos leva de volta para casa, para o nosso refúgio.Hoje, posso dizer com toda a minha alma: eu dou tudo por nós e por esse amor. Você é o meu amanhecer, a minha lição mais bonita e o meu destino final.

Não existe opinião mais construtiva do que a formação da sua consciência.🤝🏻

Quem tenta comprar por dez reais o que custa mil não está apenas negociando de forma desleal; está escancarando a falta de alma e a ruína moral de quem se alimenta da desgraça do próximo.

Praticar maldades e zombar do esforço alheio não é um ato de autonomia, mas sim a expressão mais baixa da libertinagem desprovida de qualquer valor moral.

A verdadeira liberdade não é fazer tudo o que se quer, mas ter o poder de não se escravizar pelos próprios impulsos.

Quem se governa por princípios não se perde nas marés passageiras da ilusão.

Não me fale de Deus, me mostre Deus em você.

Quando você vira as costas para o problema, ele não deixa de existir.

"DEUS NÃO FAZ TUDO POR NÓS PARA NÃO NÓS TIRAR O LIVRE ARBÍTRIO E A PARTE DA GLÓRIA QUE NÓS CABE' Maquiavel
ESTÁ FRASE CONSOLA O CORAÇÃO DAQUELES QUE SE ESFORÇAM PARA FAZER O MELHOR, MAS ASSIM MESMO, NÃO CONSEGUEM" Ademar de Borba

Meu ilustre candidato, o senhor é comprovadamente honesto. E dai? Isso não é mais que sua obrigação.


Benê Morais
⁠

Não pense tanto no que você não tem, mas no que você tem, e das coisas que você tem, reflita sobre o quanto elas teriam sido desejadas se você não as tivesse.

​A ostentação não é um jogo inofensivo. Ela causa efeitos colaterais graves, tanto para quem a pratica quanto para quem acredita nela.

Você pode gastar toda sua vida tentando ser perfeito, mas você não vai conseguir alegrar todos, sempre vai ter um que nega, que discorda,
mas a única pessoa que você tem que alertar para ser perfeito e a você mesmo
#MinhaPerfeisao #AmorPropio #PerfeitoPraMim

nossa liturgia.

Entre nós há uma distância
que nenhum mapa saberia medir,
porque não se mede em léguas
o que duas almas precisam conter
quando nasceram querendo se encontrar.

Há cidades entre nossos passos,
noites inteiras entre nossas mãos,
e uma espécie de silêncio
que aprendemos a chamar de prudência
para não chamar de paixão.

Tu sabe.
Eu sei.

E talvez seja justamente isso
o que torna tudo tão difícil
não há dúvida que nos salve,
nem inocência que nos proteja.
Há apenas essa certeza mútua,
quieta e quase cruel,
de que se fosse fácil,
nós já teríamos vivido tudo.

Porque há um amor reprimido
morando no intervalo das palavras,
um incêndio educado pela distância,
uma vontade que baixa os olhos
toda vez que o desejo ameaça dizer seu nome.

E quando penso em ti,
não penso somente no encontro.

Penso naquilo que viria depois dele
a demora dos dedos,
o repouso da cabeça junto ao peito,
o abraço que não teria pressa de acabar,
como se nossos corpos finalmente descobrissem
uma língua que a boca jamais aprendeu.

Talvez nossas mãos já se procurem
sem que saibam.

Talvez, em alguma noite distante,
quando o sono demora e o quarto se cala,
tu também imagine minha presença
chegando devagar,
como quem atravessa a escuridão
sem querer acordar a saudade.

E eu te imagino fazendo o mesmo.

Dois desejos separados por quilômetros,
dois corações fingindo serenidade,
duas vontades absurdamente próximas
vivendo em geografias diferentes.

É estranho amar assim.

Ter alguém tão perto do pensamento
e tão longe da pele.

Saber o caminho até os olhos,
mas não poder percorrê-lo.
Conhecer a curva do sorriso,
mas não poder guardar o rosto entre as mãos.
Querer dizer fica
quando tudo ao redor insiste em dizer longe.

E talvez seja por isso
que nosso amor pareça tão pequeno por fora
e tão imenso por dentro.

Porque aquilo que poderia ser vivido
precisa ser imaginado.

O beijo se torna hipótese.
O abraço, memória de um futuro.
O toque, uma espécie de oração
que ambos fazemos em silêncio.

Mas há uma coisa que a distância não conseguiu levar

a vontade.

Ela permanece.

Permanece quando conversamos,
quando nos despedimos,
quando fingimos que certas palavras
não carregam segundas intenções.

Permanece naquela fração de segundo
em que nossos olhos se encontram
e ninguém sabe muito bem
quem desviou primeiro.

E se um dia a distância ceder,
se o acaso for gentil conosco,
se as estradas finalmente resolverem
terminar no mesmo lugar,

não haverá muito o que explicar.

Talvez apenas silêncio.

Porque depois de tanto tempo
reprimindo o que sentimos,
o primeiro toque dirá tudo.

E haverá nos nossos corpos
a estranha familiaridade
de quem esperou demais
por algo que sempre soube reconhecer.

Então talvez descubriremos
que não era exagero,
nem carência,
nem fantasia.

Era somente amor
sem espaço suficiente para acontecer.

E quando houver espaço,
quando não houver mais quilômetros
entre a tua mão e a minha,

não haverá pressa.

Haverá fome de presença.

Haverá o abraço demorado
de quem finalmente pode tocar
aquilo que passou tanto tempo
amando de longe.

E talvez seja essa a nossa tragédia

não nos falta amor.