O que Nao Elabora se Repete Freud
Se somos o que somos e somos de Deus, não é o que vem de fora que vai nos mudar. Mas se ainda não somos de Deus, de fato qualquer coisa que vier de fora pode sim nos mudar.
Isso é sobre o que vemos, ouvimos e lemos.
Eu acredito no seguinte: A maior parte do povo de Deus não está na minha igreja.
O povo de Deus é constituído dos sinceros que estão na minha religião e dos sinceros que estão em outras religiões.
Não compete a mim julgar quem é quem.
Somos todos feitos de barro, e barro que não é testado pelo fogo se despedaça sob qualquer pressão.
Vai dizer que tu não sentiu prazer em zuar de mim e do Chapolim?
Na verdade, eu sempre quis te fazer feliz, por isso te dedico esta cicatriz.
pra ti ver que no fim eu nem sou tão ruim assim, porque você gostou de gargalhar de mim.
já lembrou que meu corpo sangrou e alegrou até os seus amigos.
pra ti ver que muitas vezes em sorrisos eu estava lá contigo.
Eu sou humorista, eu te fiz feliz, na moral.
Fiquei machucado mas por outro lado foi legal...
Eu não reagi por amor a Gi que é tudo oque eu amei, mas eu voltarei e os derrotarei.
a minha minha revanche será como uma avalanche...
Não entregue-se demasiado totalmente, nem intensamente, pois no fim de tudo, nada será o suficiente, e é o recebe é a palavra “descartável”. Não perca-se a si mesmo/mesma. A inspiração pode virá apenas mais um verso “desinteressante”. Perceba que você é muito mais do que um “objetivo barato”. Você é alma pura e inalcançável.
- Bom Negócio
Depois que acabou, tudo mudou
Do nosso relacionamento tipo iôiô
Dessa vez se foi e não voltou. Queria ter essa sua força e não consigo , fingir que nada aconteceu comigo (ainda dói)
Meu coração está pela metade e estou indo embora dessa cidade.
Tenho certeza que vai ser um bom negócio
Nunca mais olhar nos seus olhos
Nunca mais te vê na minha frente
Espero nem lembrar da gente
Tenho certeza que vai ser um bom negócio
E para te esquecer, se preciso for eu mudo de país, não posso te amar e desfazer de mim ,foi vc que desprezou quem sempre só te fez feliz.
Flaviany Fraga Silva Bomfim
”Hoje te entendo. Quantas vezes te doaste. Quantas vezes te sacrificaste. Quantas vezes não te permitiste. Quantas noites não dormiste. Hoje me basto e me permito. Me permito ter. Me permito ser. Hoje te entendo.”
“Hoje te reconheço nas sombras do que foste. Doaste tanto que quase não restou nada. Agora, ao me preencher, percebo teu vazio. E nele, tua força.”
“O envelhecimento do corpo não impede a juventude da mente. Mas uma alma envelhecida pode obscurecer até os corações mais jovens.”
“Não delegues responsabilidades que a ti pertencem. Não atribuas a outrem a culpa pelos erros que são teus. Não te delegues. Tua liberdade te impõe um triste destino: ser réu e juiz da tua própria vida.”
”Tudo pode mudar em um dia. Tudo pode acabar em um dia. Um dia é tudo o que temos. E um dia, não teremos mais nenhum.”
”Aprendemos, com o tempo, que não é preciso iluminar tudo. Que nem toda verdade precisa ser dita sob refletores. Que há beleza em sussurros. E que a alma, para crescer, precisa germinar longe da pressa e da exposição.”
II. A lógica da mente e o descompasso da alma
A mente ordena, analisa, nomeia. Mas a alma não obedece a essa geometria. Há dias em que o corpo se move com exatidão, e ainda assim algo dentro tropeça. Em que se cumpre a rotina, mas a essência vagueia por labirintos que ninguém vê. Loucura, talvez, não seja um erro da razão, mas um grito da alma diante da razão que ignora a dor.
Há um descompasso entre o que pensamos e o que suportamos. A sanidade, nesse contexto, é um acordo social: parecer funcional, mesmo quando a alma arde. Ser coerente, mesmo quando se sangra em silêncio. Mas há quem não suporte esse pacto. E rompe. Rompe com o discurso, com a lógica, com a aparência. E no romper, revela, com crudeza, que há algo errado não com o indivíduo, mas com o mundo que não acolhe as rupturas internas.
A verdadeira loucura talvez esteja em fingir equilíbrio quando tudo clama por reconstrução. E a sanidade, paradoxalmente, pode ser encontrada no delírio que denuncia. No delírio que, mesmo desconexo, aponta para o que foi negado, rejeitado, silenciado.
O que chamamos de loucura, muitas vezes, é apenas a linguagem de um sofrimento que não encontrou tradução. E o que exaltamos como sanidade, às vezes, é só o verniz de uma desistência quieta. O desafio é olhar sem julgar. Ouvir sem enquadrar. E lembrar que, entre a razão e o delírio, há uma dor que pede escuta, não diagnóstico.
”Não há vitória real na força bruta. Toda opressão tem prazo. Só é livre quem aceita o fim das coisas e, mesmo assim, vive com propósito.”
”Não é pela imposição que se conquista o essencial. Toda forma de dominação é efêmera. A verdadeira liberdade nasce da aceitação do tempo e da busca de sentido no transitório.”
“Não há sabedoria na intransigência. Não há conquistas duradouras por meio da força. Oprimir e escravizar apenas adiam a queda. Liberdade é compreender e aceitar a efemeridade das coisas e, ainda assim, persistir em busca de um sentido.”
“Hoje não é um dia de celebração, mas de consciência. Percebo o tempo em sua nudez, os ganhos silenciados, as perdas em evidência. Não por revolta, mas por lucidez. Há dias que apenas são. E por serem, nos confrontam.”
