O que Nao Elabora se Repete Freud
“A gentileza não depende do outro, mas do ser que desejas ser. É semente plantada em solo invisível, cujo fruto floresce no silêncio da consciência e na eternidade do espírito.”
“Alguns se bastam em servir. Outros não se contentam apenas em mandar. Assim surge a tirania e a escravidão.”
“O ‘não’ é tomado como ofensa pelo agressor que tenta lhe impor uma tarefa à qual você não se sente obrigado a atender.”
“A angústia em existir sem ser. O desespero em possuir sem me reconhecer. A culpa por errar e não corrigir. O conhecimento que não se traduz em ação. O sentimento que não alcança emoção. O tempo escoado em ilusões. A morte… e o fim. Mas afinal, a morte é mesmo o fim?”
“Um sorriso pode não revelar uma dor. Um olhar pode não expressar uma distância. Uma palavra pode não ressoar um pedido. Um corpo pode não denunciar uma morte. Há existências inteiras que se resumem a isso: uma quase vida.”
“Tempos adversos exigem ponderação, para que não caiamos em armadilhas como o medo, a ansiedade, a sensação de fracasso e a dúvida quanto à própria competência.”
“Tempos difíceis não pedem desespero, mas discernimento. O medo e a dúvida só vencem quando nos falta lucidez.”
“Não é preciso percorrer o mundo para conhecê-lo. As maiores teorias foram concebidas por pessoas que passaram grande parte da vida reclusas.”
”Grandes ideias não nasceram de longas viagens, mas de mentes que, mesmo isoladas, ampliaram os horizontes da humanidade.”
“Ser necessário, mas não prioritário, é um exercício de resiliência para aquele que reconhece sua importância e evita os protagonismos.”
“Saber-se necessário, mas não ser prioridade, exige maturidade de quem compreende seu valor sem precisar estar no centro.”
“Silenciar a dor não apaga o julgamento que carregamos. Enfrentar é o caminho mais duro e mais libertador.”
“A verdadeira profundidade da alma não está apenas em mergulhar nas sombras ou em resplandecer à luz, mas em abraçar ambos os caminhos como partes essenciais de uma jornada de autoconhecimento e transformação.”
”Eu sinto a dor do outro, dor que não consigo aliviar, tampouco aplacar. Minhas palavras e minhas ações tornam-se frustradas, pois algumas injúrias são reflexo de um eu adoecido, que se perdeu e precisa internalizar, se compreender, se confrontar, se reencontrar, se curar. Ainda assim, eu sinto. Eu me sento e a aguardo, para que, em sua volta, ela tenha uma referência e um caminho.”
“O silêncio que busco revela ruídos ocultos. A escuridão que me envolve não me cega, apenas prepara o campo para que a luz do pensamento se acenda. Quando cessam a dor, a aflição e a negação, o que resta é um estado de transcendência que me ocupa e me revela.”
