O Poeta e o Passarinho
MARINHEIRO DO AMOR
SIDNEY SANTOS
Navegando mar revolto
Arribei porto inseguro
Ficando meu barco solto
Nas ondas do sem futuro
Pés marcando a areia
Cabelos ao sabor do vento
Colo moreno sereia
Encontro do meu momento
Fado da minha calma
Destino do meu caminho
Paz pra minh’alma
Fonte clara de carinho
O sol atrás da colina
Libera um facho de luz
Retido nas mãos da menina
Que agora o barco conduz
BARCO À VELA
Sidney Santos
Barco à vela
Para o pintor, uma tela
Cores lindas em aquarela
Para o escultor
Um troféu
Horizonte e linha do céu
Para o poeta,
Um momento
Canto de liberdade
A seu lado sabor do vento
Para trás, uma saudade
Santos, um domingo de abril de 2012 as 12:30h
Poeta dos Sonhos
Saudade é a dor mais doída que a pessoa pode ter ... é doença que não sara e remédio algum consegue reverter...
Você que tem o dedo duro e alma empedernida pronto a acusar, lembre-se que o dedo que aponta tem contra si três semelhantes e um apontado pra cima que talvez signifique alguma coisa.
Nem cheguei a te tocar mais já posso imaginar,
Estou te vendo em meus sonhos e não quero acordar,
Mesmo não te vendo posso ver sua doçura,
Pois seu sorriso lindo só me faz ir a loucura.
Sonho no dia em que te vê e pra você eu olhar,
Vou ficar admirado sem saber o que falar,
Será fácil eu me apaixonar,
Quando os teus lábios tocar....
Como é lindo o meu sertão
Que me deixa fascinado,
Guardo no meu coração
As lembranças do passado.
Lembro das estrelas deixando o céu tão bonito
Um show de constelação
Iluminava o meu sertão querido.
Lembro do bem-te-vi
E também do sabiá,
Eu fico pensando aqui
Quando é que eu vou voltar.
Aqui, fonte de opiniões, uma frase ou sentimento nunca brotará por ser germinação de repulsa à vida.
Quem oxigena a chama da intolerância, alimenta a vela do preconceito e quem a acendeu.
O segundo é o criminoso vil que atira preconceitos e mata; o primeiro é a energúmena arma que não pensa, mas serve de instrumento da morte.
Não ames quem sou, mas quem eu fui
Soldado das altas terras frias
Nas noites tão ocultas dos dias
Crescendo e me tornando quem sou
Não ames quem fui, mas quem eu sou
Guerreiro que hoje se faz poeta
Da espada largou a sua meta
Mas viver sem ti é que eu não vou
Ao menos eu sei o que quero
Da vida já pouco que espero
Pois já só me resta o sentir
Tentando ignorar o meu amor
Por vezes até com o sorrir
É talvez ignorar a minha dor
