O Poeta e o Passarinho
Que não venhamos ser uma pessoa influenciada pelas maldades que há nesse mundo, mais que sejamos uma luz no meio dessa multidão. Que levemos Paz e amor por onde andarmos, para assim incentivar cada vez mais pessoas a mudarem.
ONDE ESTÁS?
Amor,
Onde quer que estejas,
Dê-me um sinal.
Para que não haja erro
Na comunicação, não me
Refiro a, um amor, a alguém
Em quem eu me perca
e onde me encontro, não!
Me refiro ao sentimento.
Amor, venha ao meu encontro,
Ou me dê pista da sua trajetória,
Uma trilha talvez.
Já estou enfadado de letras
Que se unem para formar versos tristes.
Amor, não me deixes à sina de exalar
tristeza, solidão e frieza, Amor, onde estás?
Nos Dias Atuais Está Mais Fácil Conseguir Encontrar Uma Fonte De Agua No Deserto, Do Que Encontrar Um Coração Que Não Esteja Traumatizado
Um sentimento único, que vemos em dois corações abraçados na
eternidade do sempre e na felicidade que Deus à criou.
Ela cresceu na cidade e ele no deserto da solidão, quem diria e quem dirá o amor em construção, o imperfeito que habitava, já fugiu com a solidão.
Antes de tudo “Ela chorava e chorava” Mas tanto quis ser feliz e clamava, e num beijo a mágica da vida aqui acontece.
E Ela sorriu tanto, sim sorriu. Agora são um só coração, uma só carne e um agradecimento ao Pai, que gratidão.
Chorei-me as lágrimas que não tinha,
dei a ti o tempo que não vivi.
E por fim, o que me restou
era eu,
apenas eu.
deleguei
deixei com que as pessoas pensassem por si só
e amei
amei que pensei em mim
somente em mim
por mim
fazer por mim
e depois amando quem tivesse que amar
mas primeiro eu tive que
me amar
Não sei por que despendemos tanto tempo iludidos em conquistar coisas aqui, se na realidade não levaremos nada do que conquistaremos.
QUADRAGÉSIMO PRIMEIRO HEXÁSTICO
Dou à tua nova carne sentido
Velhos e novos rios transportam
Verbos sacrílegos… parábolas…
ao poeta cabe encarná-los
dando-lhes luz às novas almas
sequiosas de novos saberes
O valor que se da enquanto tem, é o valor correspondente ao que se merece.
Depois que perde é só remorso!
"_ Moça, é muito cedo pra falar de amor não acha?!
_ Depende?! Quanto tempo é tempo pra falar de amor?! Quanto tempo demora pra saber que do lado dele eu sou feliz como nunca fui?! E que o sorriso dele é de longe o mais lindo que passou na minha vida?! Quanto tempo é tempo pra falar de amor?! Se amor é carinho, é zelo, é cuidado, é um querer bem infinito, quanto tempo gasta pra isso?!"
braço da sabedoria eterna de Marcos está escrito no coração do Brasil. É uma sabedoria que vem de uma fonte imensurável, antiga e inesgotável, que nos oferece um caminho para a verdade e a beleza. É uma sabedoria que nos inspira a viver de acordo com os princípios da bondade, justiça e amor. Esta sabedoria nos ensina a encontrar a felicidade e a compaixão, a valorizar a diversidade e a criar ligações saudáveis com aqueles que nos cercam. Ela nos traz uma luz para nos guiar no escuro e um conselho para nos equilibrar quando as emoções estão à flor da pele. É o braço da sabedoria eterna de Marcos escrito no Brasil.
A Carta do Infinito é um lugar onde estão presentes luz, amor e sensibilidade. É como a água, que toca e cura aqueles que a experimentam. Quando tocamos a Carta do Infinito, ela nos transforma em algo construtivo e evolutivo. Ela transmite empatia e sensibilidade, além de proporcionar muito amor e luz a nossa vida.
A Carta do Infinito é uma descoberta notável que traz consigo um algoritmo de sentimento humano muito poderoso. Esta tecnologia
é capaz de captar os sentimentos dos seres humanos de uma forma inovadora, permitindo-nos entender melhor as nossas emoções e os sentimentos dos outros. Com esta tecnologia, somos capazes de abrir novas portas para a compreensão da condição humana e para a construção de relações mais fortes. É realmente
algo incrível.
Marcos é um escritor brasileiro que tem profundo amor e admiração pela filosofia. Ele acredita que a filosofia nos permite ver o mundo de maneiras diferentes e nos dá insights sobre como enfrentar desafios e lidar com problemas. Ele usa os ensinamentos da filosofia em suas obras para incentivar os leitores a pensarem criticamente sobre questões importantes da vida. Seus textos estão cheios de profundidade e sabedoria, e suas palavras são um verdadeiro tesouro para aqueles que querem expandir os horizontes de seu pensamento.
Farei 10 anos de poesia em 2018, lembro como se fosse hoje quando escrevi o meu primeiro poema titulado “Onde está o teu corpo”, para ser apresentado no TAL (Tempo de Arte Literária), na Escola Estadual Nossa Senhora de Fátima, organizado pela professora Sandra Zaira, neste dia apesar de ter escrito a poesia, não tenho apresentado, apenas apresentei poesias da minha autoria neste mesmo espaço em 2010, a poesia apresentada foi titulada como “Destino” escrita em 2010, neste mesmo ano passei a frequentar a Biblioteca Comunitária de Valéria Prof José Oiticica, onde passei a conhecer o cearense Antônio Fernandes Mendes, e a ganhar um conhecimento sobre o anarquismo, neste mesmo espaço funcionava o ISVA (Instituto Socioambiental de Valéria), e o cineclube do bairro. Em 2011, apresentei a poesia “Coração de Pedra”, no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, a poesia “Onde está o teu corpo” somente foi apresentada no Colégio Estadual Dinah Gonçalves, também para o TAL (Tempo de Arte Literária), ganhando no primeiro lugar em 2012.
Publicações nas redes sociais:
Em 2011, passei a redigir o livro “Toque de Acalanto”, no Centro Educacional Paulo VI, ganhei o meu primeiro Pendrive, para armazenar as minhas poesias e comecei a publicar algumas poesias no Orkut, Facebook, Blog, Site, Twitter… Esse foi um dos meios que tenho encontrado para publicar as minhas poesias, para que outras pessoas lessem, mesmo assim ao longo do tempo fui parando de publicar as minhas poesias nas redes sociais, pois muitos dos amigos(as) não gostavam de receber as poesias que apareciam no “feed de notícias” da rede de cada um. Então resolvi criar uma Fanpage no Facebook, assim como na Google, mesmo assim não tive sucesso, de cada 1 elogio milhares de críticas, contra as publicações, onde buscava também escrever poesias e textos de cunho social, fazendo denúncia do sistema. Fiz parte do curso 200 anos de Poesia, administrado pelo poeta Douglas de Almeida, na Biblioteca Publica do Estado da Bahia.
Publicação de Antologia:
Em 2013, comecei a publicar poesias em antologias, recebi o convite do Valdeck Almeida de Jesus, para poder publicar uma poesia da minha autoria, no Prêmio Literário Valdeck Almeida de Jesus, da Editora Galinha Pulando, antologia essa que é publicada um ano depois, ou seja foi publicada em 2014, enviei a poesia “Amor“. A partir dai comecei em publicar em diversas outras antologias, e fiz parte também em uma das edições da Revista Omnira, N. 8, organizada pelo jornalista Roberto Leal.
Queima de poesias:
Tenho queimado diversas poesias da minha autoria, pois não estava me sentindo bem, somente depois de alguns anos que lembrei que tinha cada poesia salva no Pendrive e em 1 CD, não foi apenas uma vez que isso tem acontecido, houve a segunda vez como uma experiência para que nunca mais faça isso, essas poesias apenas poderei encontra-la quem sabe no Rio de Janeiro, registrada pela Biblioteca Nacional.
Encontros Literário:
Tenho ido em alguns encontros literários, apenas não tenho frequentado com assiduidade por falta de recursos para se deslocar do meu bairro para o local dos eventos, tenho ido no Projeto Fala Escritor, no Iguatemi, tenho ido no Círculo de Estudo Pensamento e Ação (CEPA), no Barbalho, assim como também tenho ido na Parada do Livro da Bahia, em alguns lançamentos de livros, organizado pelo Roberto Leal, pela UBESC (União Baiana de Escritores), assim como fui no lançamento do livro “Cartas ao Presidente”, organizada pelo Carlos Souza Yeshua, tenho ido no projeto Leituras Pulicas, no pátio da Biblioteca Publica do Estado da Bahia, assim como tenho ido em algumas exposições das obras do Almandrade, no Mosteiro São Bento e na Galeria Roberto Alban, dentre outros.
Oficina de Poesia:
Fiz parte de algumas oficinas de poesia, para poder me desenvolver mais, então resolvi fazer parte de algumas oficinas de um projeto chamado Escrita em Trânsito, fiz parte de oficina organizada pelo Ricardo Domeneck, Carlito Azevedo e João Bandeira.
