O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
E se eu te dissesse
Que o deixa andar não deixou de existir
Veja os corruptos a brincar de tentarem se impedir comissões de anti-corrupção criadas por corruptos a subornarem-se entre eles pr'a multiplicar os lucros [...]
In, As mentiras da verdade
E se eu te dissesse
Que o teu diploma de engenheiro não é pra hoje
Enquanto saem 100 economistas, engenheiros saem 2
Lares universitários abarrotados de gente
Vai ver as pautas à vermelho e os docentes indiferentes [...]
In, As mentiras da verdade
E se eu te dissesse
Que neste país os estrangeiros é que mandam, têm o emprego e o salário que querem ainda mandam
meia dúzia de nacionais pr'a rua.
É o neocolonialismo da maneira mais crua [...]
In, As mentiras da verdade
E se eu te dissesse
Que a cor da tua pele conta muito
Quanto mais clara, mais portas que se abrem é absurdo...
Os critérios de selecção pra emprego
Vais pra empresas tipo bancos e não encontras nem um negro [...]
In, As mentiras da verdade
Eu irei ao inferno para resgatar você de seus pecados. Subirei aos céus para te ver pela ultima vez. Farei um pacto com Deus em prol de sua alma: a minha pela sua, para te ver lá de cima e te proteger de todos os seus fantasmas e de
Encontrando a paz em sua alma, todo o resto vai encontrá-lo em si.
Deus, quando eu tenho o imenso privilégio de testemunhar a
pureza do seu amor em cada
detalhe da natureza, os meus
olhos ficam marejados porque
aminha alma fica transbordando
de gratidão.
Se eu publico, logo existo.
A necessidade patológica de busca pela aceitação nas redes sociais retrata personalidades tímidas e infantilizadas.
No fundo, são crianças impúberes amedrontadas, feiosinhas, solitárias, desesperadas por um elogio de quem quer que seja – ainda que bem mentiroso – como acontece em regra.
Existem dois de mim: existe o “eu novo”: vida louca, rock and roll na veia e que vive de maneira intensa e até mesmo inconsequente, já que o meu “eu velho” deve, no futuro, consertar as merdas que eu faço hoje.
Pois é, existe sim o “eu velho”, que não se excede, que guarda dinheiro, que não sabe o que é vida louca, que jamais viaja, que não acorda de ressaca e que espera, ansioso, para aproveitar as coisas inerentes ao “eu novo”. Isso quando ele tiver tranquilidade.
Mas afinal de contas, o que é tranquilidade?
E se não der tempo do “eu velho” acudir o “eu novo”?
E se o “eu novo” morrer antes que o “eu velho” possa materializar-se em um ser humano intenso?
E se o “eu velho” simplesmente estiver entediado e não quiser sair na defesa do “eu novo”, relegando-o ao ledo esquecimento?
Afinal de contas, quem explora quem na minha cabeça?
Penso que o ideal é que os dois um dia se conheçam, e que tomem uma cerveja juntos, em algum boteco leviano, em pleno centro da cidade.
Todo santo dia eu pego uma mesma avenida em um mesmo horário para ir ao mesmo trabalho.
A avenida está sempre engarrafada,
Devo praguejar contra o mundo?
Devo buzinar e agredir os outros motoristas?
Afinal de contas, por qual motivo deveríamos sentir a mais profunda ira por algum fenômeno que já havíamos anteriormente previsto e que já nos é tão conhecido?
Essa dose de veneno – tola e desnecessária – pode nos matar a todos algum dia.
Enquanto você apenas maldizia a mim e as demais pessoas, eu sentia o suor impregnado em minha camisa surrada, comprada à prestação, e ainda enfrentava os vilões e os canhões no quintal.
Muito em breve minha camisa não será mais surrada – e os vilões e canhões no quintal – serão neutralizados.
E quanto a você?
O que me contará de novidade?
Isso mesmo: tente “fugir” do mundo, vá para uma ilha deserta ou no meio da floresta. Só que eu já lhe antecipo: a sua concepção de “mundo”, aquela que é fruto do conhecimento adquirido e de experiências pretéritas, acompanham você por toda a vida.
E daí a sua grande “fuga” tornar-se-á, imediatamente, a mais tola das utopias.
Tal qual a história do menino que foge de casa escondendo-se no sótão de sua própria casa, levando consigo alguns refrigerantes e biscoitos de chocolate.
A bagagem que você carrega em sua mente é mais um volume do instinto de sobrevivência.
E você o utilizará por certo.
Eu te amo ontem enquanto choravas a minha ausência
Eu te amo hoje enquanto anseias a minha volta
Eu te amo amanhã enquanto felizes estás por eu estar aqui
Eu te amo pois sinto a necessidade de te amar,
E te amo simplesmente por te amar!
Eu não posso mudar o Mundo, mas posso agir de maneira que as coisas melhore para os estão mais próximo de mim, assim nossos dias podem ser melhores.
26/01/202'
Davi Fácio
Ei, pergunta ...
Ce não se cansa de mim ?
Eu sou muito chata, só vivo reclamando dos meus problemas, só vivo cheia de problemas, se parar pra pensar na verdade eu não sou nada . Nada do que você imagina.
Mas se caso a ideia que você tenha de mim na sua cabeça, seja uma garota depressiva sem vontade de viver, bem ... aí você está certo .
Não sou fofa
Não sou gentil
Não sou legal
Não tenho a voz "bonita"
Não sou bonita
Não sou interessante
Não tenho nada a oferecer para os meus amigos, a não ser a minha inutilidade
Não faço nada direto
Bem, uma coisa eu faço... mesmo sem querer ... sou boa em cometer erros e fazer cagadas.
"Apenas as pessoas que eu amo, realmente me conhecem."
Quando eu tinha 20 anos, minha história foi contada.
Antes do nascer do sol, quando a vida era solitária.
Me perguntam: Por que sumiu das redes sociais?
O que posso dizer é que " Eu to indo atrás do que acredito e preciso abrir mão de coisas que ocupavam meu tempo!
A vida é curta demais para eu ficar no mundo virtual só observando!
Quero ir avante e além. Fazer história e deixar um legado!E se não conseguir isso, pelo menos contribuir para fazer a diferença na vida de uma pessoa já será o suficiente.
Tenho pouco tempo então, com licença...
Bora mudar o mundo, uma pessoa de cada vez.🌺
Quando deixar de viver o “SE”, você viverá!
Se eu fizer isso.
Se eu fizer aquilo.
Se eu não fizer isso.
Se eu não fizer aquilo.
Se isso, ou se aquilo.
Da mesma maneira existe o pode ser.
Pode ser que será.
Pode ser que não será.
Em várias situações o SE, e o PODE SER, se fazem presentes.
Viver a vida de suposições, não é viver.
A vida de suposições existe.
Quando você não decide viver o momento, pode ser, será?
Viva!
Viva e ponha intenção no seu viver!
Quer viver de fato, realmente?
Tenha atitude.
Haja.
Não pense tanto.
Apenas faça.
Existe este pensamento:
Eu quero, eu posso, eu consigo.
A partir do momento que você achar dificuldade, tenha certeza de que você não terá forças para continuar.
Então lute pelo que você iniciou.
Confie no que você está planejando.
Não desista por nada.
Caminhos Sombrios
Deabulando pelos fragmentos das minhas lembranças, eu retorno "mentalmente" ao lugar que o deixei.
Revejo-o sentado a beira de um caminho, um caminho sem fim e sem curvas, e o princípio da história se faz presente.
Quantos sonhos se perderam ao longo desta caminhada, quando a ideia inicial era seguir em frente. Nunca entendi o porquê ele entulhou tantos nós no coração, que nem as próprias mãos souberam ou se dispuseram a desatar. Erroneamente pensei ter poder para desatar esses nós, em quase todas as tentativas neste sentido, falhei.
Tentando transformar a utopia em realidade, por um momento sentei-me ao seu lado, minha alma inquieta, não me permitiu esperar.
O crepúsculo e o prenúncio da chegada da noite e o caminho já envolto em sombras, me convida a continuar.
Estendo-lhe a mão para seguirmos em frente, diante da sua indecisão eu lhe digo;
As cartas estão na mesa, não há mais nada a dizer, nenhum ás a mais a jogar. Não quero mais viver no seu mundo e não o quero passeando no meu.
Segui sozinha...
Não lamento o que perdi, não se perde o que nunca se teve.
Mas isso é uma outra história...
RENÚNCIA COM SABOR DE FEL
Eu sempre fui depende de amores. Eu sempre fui depende do seu amor. Eu nunca conseguiria me despedir do seu olhar, jamais desligaria o telefone sabendo que aquela era a despedida definitiva.
Aquele ultimato catastrófico fatal, foi o único capaz de romper os nossos laços, o jeito ideal de libertar amarras recíprocas, o único jeito para eu me encontrar sem você.
Renúncia com sabor de fel, ofertas de imagens fictícias, tudo ligando eu de volta a você.
Perdi meu apego, meu chão, me perdi. Maquiava o amargo do desamor até encontrar força para responder ao seu adeus
Obrigada por me ensinar a viver sem você, nem em lembranças apareça novamente.
Ps: não me arrependo de te magoar. Matei teu sentimento em legítima defesa. Seja feliz bem longe de mim.
To: vênus
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