O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Eu sou o diamante que voce deixou na poeira
Eu sou o futuro que voce perdeu no passado
Parece que eu nunca fui comparada
Não notaria se eu desaparecesse
Voce roubou o amor que salvei pra mim
E eu o vi dar a outra pessoa
Eu encontrei a luz que voce tirou de mim
Não poderia me amar se tentasse?
Eu ainda não sou boa o bastante?
Eu ainda não valho tanto assim?
Sinto muito pela forma de como minha vida acabou
Desculpe o sorriso que estou usando agora
Será que queima saber que usei toda a dor?
Será que dói saber que voce é o combustível da minha chama?
Não olhe para trás,não preciso de seus arrependimentos
Graças á Deus voce deixou o meu amor para trás
Não poderia me mudar se tentasse.
Metade.
Eu sou meta.
Me desculpe, sou assim.
E não fale,
Que isso não faz parte de mim.
Eu tenho medo.
Não adianta, vou continuar a sofrer.
Eu sou tão seco,
Que não aguento ser você.
Eu sou assim.
Oh, mais que dó.
Eu sou alecrim,
E também jiló.
Eu sou uma mistura,
Uma mistura de emoção.
Eu sou tão fuga,
Que me desespera a paixão.
Eu sou metade,
Metade de tudo que me vêm.
Você é infinita.
E eu?
Não suporto ninguém,
eu sou metade.
Caçadores de coisas
impossíveis. Eu canto
os dedos que transformam
e se transformam. Canto
as marítimas mãos
de Magalhães. As mãos
voadoras de Gagárine.
Procurai-me no mar
procurai-me no espaço.
Estou no centro da terra.
Meu nome é cinza. E espalha-se
no vento. Sou adubo
fermentação floresta.
E cintilo nas armas
Eu sabia que tinha de haver um sítio
Onde o humano e o divino se tocassem
Não propriamente a terra do sagrado
Mas uma terra para o homem e para os deuses
Feitos à sua imagem e semelhança
Um lugar de harmonia
Com sua tragédia é certo
Mas onde a luz incita à busca da verdade
E onde o homem não tem outros limites
Senão os da sua própria liberdade
esse mundo foi corrompido
ainda acredito em salvação
mas eu não sou parte dela
essa é só uma opinião,
acreditar que eles não são maus
eu escolhi essa opção.
Esquecer
As palavras não saem,
Os sentimentos caem,
O tempo agiu,
O sorriso mentiu,
Eu esqueci,
Porém aquilo vivi,
Quando eu crescer,
Eu irei finalmente florescer,
E assim irei esquecer.
Em qual espelho ficou perdida á minha face?
Eu não sou,mais "EU"!
Eu me perde de mim
Eu não sei em qual gaveta guardei ó meu sorriso falso!
Você não sabe!
O que eu tive que superar, e ainda sair com uma droga de sorrisão falso no rosto
E ó motivo pelo qual ainda estou aguentando e bem simples,vc
Culpado Eu
Culpado sou eu de não seguir paradigmas domesticados
Em não seguir diretrizes alinhadas a uma conduta esperada
Culpado sou eu de ser um ser livre como a fuligem espalhada pelo vento
De ter a mente aberta a experiência de viver vontades polêmicas
Culpado eu? De ser apenas eu?
De me sentir no direito de minhas próprias escolhas
E revirar o momento em busca da experimentação plena
Culpado de ser apenas o que eles gostariam de ser, mas não tem coragem
Logo eu, notoriamente desafiador de regras
Eu que mesmo imprudente não me arrependo de nada
E que mesmo impulsivo, nunca feri ninguém
Logo eu, culpado de ser quem sou
Mas logo eu, julgado por tantos
Sou o primeiro a estender as mãos ao libertado
O agora libertado que antes fora meu opressor
A supri-lo com todo meu amor.
Me sinto no fundo de um poço, eu grito por ajuda e ninguém responde ao meu pedido.
Então começar a chove, e o poço vai enchendo de água, então pergunto:
- vai começar de novo?, Estou cansada de me afogar! Estou cansada de gritar por socorro e ninguém me ajudar! Foda-se então!!!.......
Então, enchendo aos poucos, me sufocando aos poucos, as pessoas voltam a ver somente as minha superfície e não minha profundezas.....
SER EU
Eu vi o mar revolto,
Vi o vento em fúria,
Vi o homem inquieto,
Vi o mundo frenético,
Vi a criança desprendida,
Vi o jovem intrépido,
Vi o velho sábio,
Vi a lua branca,
Vi o sol raiar,
Senti a chuva,
Senti medo,
Acreditei no amor,
Decepcionei-me com ele,
Tornei a investir nele.
Hoje nasço diariamente
No riso franco de meu filho,
No olhar terno de minha mãe
No lábio doce de minha amada,
Nas conversas enriquecedoras com os amigos,
Nas lembranças saudosas de tempos bons,
No colo do Redentor, onde mora o genuíno amor.
Eu tempestade
E se sinto minhas gotas caírem na terra, me sinto viva.
Se clareio os céus em meio a escuridão me faço guia.
Se meus gritos se fazem estrondos em meio ao silencio, me encontro fria.
E se me embalam os ventos, secam também minhas magoas.
Mas se é de secura minha situação, me vejo rachar e cair em pedaços pelo chão.
Daqui o céu não se enxerga, pois a densa poeira cobre a claridade do dia.
Me faço noite.
Mesmo assim nada passa.
Os ventos cortam a pele como se carregassem pequenas laminas frias.
Me faço então poesia. Aceito a condição de tempestade sem vida.
No campo de arames eu me expus,
Percorri e fui levado,
Não desci a ladeira,
Mas subi a colina,
Mata fechada piquei,
Ventos me entortavam,
A névoa dificultava minha visão,
Os animais todos sorridentes,
Fiz meu assento,
Participei da festa,
Arranhado estou,
Mas pronto para outra.
Você dita meu ritmo enquanto eu sigo suas regras nocivas e nefastas;
Não me subjugue, sou apenas um contrarregra alucinado em busca da maior das leis;
A do retorno.
Era uma vez
O sol que brilha no meu mar, Oh areia que queima meus pés eu amo esta com você, oh meu céu que trás a paz em meu ser, oh minha amada que só com você posso me sentir como se estivesse na minha praia todos os dias como uma história com finais felizes.
Sabe aquele “eu te amo’’”?
Bom, apague-o!
Te peco, por favor,
O apague só lhe peco isso
Leve como ultimo pedido.
Já te machuquei já me machuquei
Já basta de dor e sofrimento
Pra ver se acaba de uma vez por todas
Com essa dor,
Vamos deixar a poeira baixar
Depois quem sabe vamos
Falar um "oi"
Só quero te esquecer, depois do que você fez, vamos parar para não acontecer
Isso eu aqui...
Escrevendo essa carta e chorando
Não quero mais
Então por favor
Apague aquela frase.
Você não me leu direito. Não entendeu quando falei que não me mostro pra qualquer pessoa. Eu quis dizer que me revelo para poucos. Você fez uma leitura rasa e míope. Que pena... pra você.
- Flavia Grando -
Ela é minha amante perdida no tempo
Tempestades e vendaval, eu tô dentro
Sonhos e mentiras, é esse meu acalento
Eu tô amargurado, mano cê não tá vendo?
Me afogando no ego, eu tô morrendo
Acorrentado pelos meus medos, tô me perdendo
Feridas que não saram, ainda doendo
Pensamentos infames, me corroendo.
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