O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
"Haa...se tu soubesses o quanto meche comigo
Vem pra cá, posso te mostrar coisas incríveis
Vamos viajar,para lugares desconhecidos
Quero me aventurar com você, por esse mundo tão bonito
Deite-se aqui
Coloca um som da Lana pra tocar
Pegue um bom vinho
Vamos viver essa noite"
Linda e fina
Desde pequenina
Calma como um lírio
E doce como uma rosa
Floresce na primavera
Que prima linda que me viera
Melhor amiga de Alma
Irmã de peito
A flor que me acalma
Floresce até na água
No mar,na ilha
Como eu te amo prima bela
Marília
Até o final contigo estarei
Você me apoiou
Quando mais precisei
Passaram-se tantas coisas
Tantos anos se tem por vir
Mas você minha prima
Eu quero sempre aqui
Por trás dessa tela tem um par de olhos
Que desenham ternuras revoltas
Como um mar verde agitado, eles olham pra todo lado...
À buscar o que te encanta...
Tens mãos carinhosas, de gestos puros... gentis e ousados
Braços amorosos que acolhem e abrigam de encontro ao peito
Ah... como amo esse seu jeito, de menino se fazer.
Como que encantado de menino à anjo alado...
Pousam suave em meu ninho falado.
Se faz doce o menino...
Se faz anjo e me encanta...
Te digo...
Os dois perfumam a vida
Dessa mulher que suave canta.
No tempo
Amei-te desde sempre em mim
Mesmo que o sempre tenha sido
Um tempo perdido na memória
Apenas o que lembro de ontem
E ontem foi todo o meu tempo!
…Talvez seja eu possuído de virtude
Uma mera crente e doce inquietude
Onde me deposito na vontade Amar
Novo e firme em cada azul do teu olhar!
Vivo na plácida certeza de encontrar
Na alma pura e terna de todo teu ser
Verdadeira e paciente forma de amar
Mesmo quando eu não sei esperar!
… Talvez me perca no tempo
Naquele tempo em que vejo
Dias e noites desfilarem
Sem que o amor se revele
Na fisicalidade dos corpos
Que apenas se desejam!
"A pessoa que adorava comer,
Perdeu o apetite.
A pessoa que sonhava ao dormir,
A ansiedade não deixa mais,
E aquele que amava viver,
Agora está morto"
-Mark Back
MINHA EXISTÊNCIA
Sonhei com um anjo
Quem veio me dizer
Pra onde a gente vai quando acaba o amor
Sera que tudo terminou
E quando chega a noite
Eu me deito para pensar
Que nem o céu
E nem mesmo o inferno
podem tirar esse sentimento de mim.
Eu quero te amar:
Te amar nas minhas horas de tristezas
Te amar quando a alegria chegar
Pois você meu amor é a alegria
E seu amor é a própria Felicidade
Mesmo que eu não tenha mais vida
Na eternidade eu vou te amar
Mesmo que o Amor se torne algo extinto
Quero te Amar
Mesmo que a luz do mundo se acabe
Quero te Amar.
E somente a Vontade de Deus
Sera capaz de tirar todo esse amor
Que alimenta a minha própria existência
Areeiro.
Hoje, o sol escondido, fez sombra na barranca.
O rio brilhou, mais que a nascente.
Espelhou, Santa Rosa, escureceu o céu.
João areeiro, transbordou a barca, planando na correnteza.
Horizonte, incerteza, é o dia de amanhã.
No cais aguarda o retorno, um filho uma mulher.
No entardecer, correnteza bruta, que a vida leva de proa.
A areia é a vida, o pão de cada dia.
Espera Maria, a noite caiu.
O filho chorou, o João não subiu.
A tempestade sem aviso, não permitiu retornar.
Jaguarão levou a barca, areeiro não tem mais a pá.
Maria chorou para o rio, João, que não vai mais voltar.
O corpo nu
Ofendem-se com a corporeidade.
A carne, temerária, é algo a ser evitado.
O nu não me reflete o sofrimento humano,
a transparência do meu coração.
O nu, dizem, denota a exacerbação do desejo.
E desejar é perigoso,
faz do corpo ocupações de afeto:
alguém que abraça
e que beija.
A religião se esqueceu do corpo,
preocupada que estava com a saúde d’alma.
Protegida em suas indumentárias.
Olvidam-se que a primeira circunstância para amar
o corpo materializa.
Mas num mundo de corporeidades alienadas
o nu é subversão.
Cubra-te, pois, ó Cristo, a carne crua.
O tempo? (Autor: Wesley Guntzel)
O tempo? Aquele que voa?
O tempo que passa
O tempo à toa
O tempo perdido
O tempo passado
O tempo doado
O tempo é pesado
Nas montanhas do passado...
Tecia em pensamentos um rendado luzidio como as estrelas do céu
enrubescia a pálida face emblemática e vazia
suspirando por amores idos, por amores tidos, por amores falidos
Dizia-se superior a mágica instituição do criador
Amargava a dor, da euforia ao desamor
Chorava calada, escrevia mais nada
e calada, calou para o universo dos versos
preterindo-os apática e esquiva,
por sua eterna insensatez
Não me apaixonei por você
Não me apaixonei por você.
Quando me apaixonei, não foi por você.
Foi pelos seus dentes
Pelo seu cabelo, pelos vestidos que usava.
Hoje você só usa calças
Mudou o corte do seu cabelo
E agora me disse que vai usar aparelho nos dentes
E só agora me dou conta
Que eu não me apaixonei por você como imaginava
Pois você mudou
O você por quem me apaixonei não existe mais
E, mesmo assim continuo apaixonado.
Mesmo assim te amo
Independente dos dentes, do cabelo e das roupas.
Amo em você algo que não sei o que é
Não sei explicar o que, mas amo.
Acho que é você pura
Sua essência, sua alma.
É por você com ou sem complementos,
Que estou apaixonado
É você esse todo que eu amo
Não me apaixonei por algo que possa ser mudado
Quando me apaixonei, eu nem sabia.
Mas era mais que paixão física
Era por uma mulher completa,
Plena, mais que corpo.
Era mais que atração ou desejo,
Era amor.
Corpo e alma, sorriso e dor,
Irritada e calma, calça e vestido.
Você!
Esse mesmo amor
Que por Zeus foi abençoado
Ninguém pode compreender
E só Hera para imaginar
O seu limite
Talvez a imensidão do oceano
No qual irritaria Poseidon
Por tamanha blasfêmia
Por este amor tenho certeza
Atena eu confundiria
Ou por ele uma batalha
Contra Ares teria declarado
Até mesmo Afrodite eu negaria
E para junto de Hades
Iria sem reclamar.
Olhos
Esses olhos que são duas pequenas bolas de gude de Mel, um olhar que diz muito sobre o mundo e pouco sobre si.
Que luzes são essas que embrenham-me, como uma espada nipônica sobre o coração.
Essas bocas que unem a saliência e o pecado, me atrai, que me rouba, que me faz criança quando lhe é dado o doce.
O doce dos seus lábios que me adoça minha alma e acalenta ego.
Boca com boca, nariz com nariz, olhos com olhos. Que delicia te ter em mãos, pequena.
►A Era das Maquinas
O ser humano e suas falhas
Acordando todo dia para suas batalhas
O ser humano e suas muralhas
Mas vejam o avanço que estamos vivendo
Os humanos estão se desenvolvendo
As tecnologias que estão trazendo
As novas maquinas que estão fazendo
Todas essas informações que pelo celular
Estão recebendo.
Estamos vivendo uma vida alienada
Já não pensamos em mais nada
Será que devemos seguir nesta jornada?
Deixamos nossa mente abandonada, largada
Vivemos tempos de avanços
Mas vejam nossos traços
Estamos sendo amarrados
Estamos sendo configurados
Olhem os preços nos mercados
Os valores estão "melhorados"
Juros e mais juros estão sendo gerados
Quando seremos liberados
Logo então seremos degenerados.
O mundo está sendo dominado
O pobre, discriminado
O rico, iluminado
O revolucionário, marcado
O mente-fraca, alienado
Nós somos os culpados disto
Vejam só para isto
Já era previsto
Nós nos metemos nisso
Temos que aguentar e saber lidar
Devemos, do mundo, cuidar
Para ele não se acabar
Não devemos mais duvidar
E de nossas mentes, largar
Devemos que liquidar, trucidar
O mal olhar
Vamos começar a pensar
Ou melhor, repensar
Estudar, ajudar, MUDAR!
"Molho as pontas dos dedos e apago a vela.
Ouço um chiado bonito e findo.
Por que há tanto silêncio no escuro?
As ilusões estão impregnadas de sebo.
Simulacros de uma luz indiferente às dores dos cegos.
Pobre vela que necessita da escuridão para ser aquela que vela.
Escrevi este poema permeado de triste beleza para dizer que não são as palavras melancólicas na sintaxe que fazem um verso triste.
É a tristeza dessas velas que só se enxergam quando tudo em volta fenece.
Ora, é o belo que há nas tristezas que deixa a dor suportável e dá luz própria à cada vela que se apaga".
(Em sua página oficial no Facebook)
Ainda sinto o gosto dos seus beijos,
sinto suas mãos me tocando.
Sinto, e vejo.
Vejo seus olhos brilhando,
me olhando.
Seu sorriso estampado,
bobo, apaixonado.
Vejo você,
tantos anos depois,
da mesma forma que te vi
naquela primeira vez.
Um menino,
agora adulto.
Que não cansa de me conquistar.
Memória
Não me lembro de tudo.
Na verdade, não me lembro de muito.
Lembro do começo
Da inocência, da experiência
Do esforço, da decepção
Da persistência, da vitória.
Me lembro do novo
Do medo, do respeito
De grandes amigos, hoje esquecidos
De coisas irrelevantes
De conversar, de brincar
De amar, de chorar
Também de estudar e aprender
De competir, de ganhar e de perder
Da família Garança, dos Excelentíssimos senhores Comandantes
Da farda e dos desfiles
Me lembro da rotina
De ter tempo para tudo
De não ter tempo para nada
Me lembro do ônibus e da Vam
De fazer tudo, sonhando em não fazer nada
Me lembro dos campus, das cantinas e das práticas
Da solda, do código e das máquinas
De amigos e também das vinhadas.
Engraçado, não me lembro do concurso
Me lembro dos trotes e das provas
Da diferença entre aquário e mar
De colegas e semidesconhecidos
De aprender e trabalhar
De que ser júnior, é ser gigante pela própria natureza
E é também nadar contra a correnteza
De clientes, de projetos, de professores
Do sentimento de Dono
Me lembro do macarrão e do Açaí
Como me lembro do macarrão e do Açaí.
Me lembro do Alemão e da Alemanha
De dias indecisos, quentes e frios
De não entender, de quase entender, de sonhar entender
Me lembro das bikes, dos trens, dos aviões e dos ônibus
Das viagens e dos viajantes
De grandes amigos, de eternos instantes
De tudo me lembro em flashes
Com nostalgia realizo
Que todo tempo é finito
Que todo tempo é único
Que a memória é fugaz
Mas que o sentimento é profundo.
Ah!
Via que caia
caindo?
Como isto? Sem paraquedas?
Enquanto uma pétala de rosa,
me disse,
caio contigo,
daí perguntei,
o que fazes aqui?
também caí,
como caíste,
Deus me mandou,
acompanhar-me?
sim,
para que possas renascer,
onde?
Em seu Reino,
Onde a morte não existe,
Acabaste de cair no Paraíso!!!
A NOITE
Almas circulam nas ruas
Sonhos regozijam seus donos
Passa oculta em meus medos
Questiona o que somos
A sombra, pretume das cores, enaltece o luar
Vela, adormece, retarda o meu despertar
Faz o disfarce das dores, me perder sem notar
No sentimento, confundo
No teu silêncio, o barulho
Transcrita oculta em meus dedos
Num sono profundo
Uns dizem que ela resguarda
Outros, porém, que ela é tara
Do apaixonado poeta
Na noite que vara.
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