O Mundo me Espera
“Não sei quantos amores perdi
Não sei quantos amores deixei
Só sei que amei
E amei
Sem esperar nada em troca…”
Daniel F.
Minha companheira solidão
Dou um suspiro e uma fechada de olhos como quem espera a picada da agulha de uma injeção, sentindo em cada neurônio e certeza da dor; assim eu faço em todo entardecer quando as nuvens acima de mim são tingidas por cores de fogo, embora como em minhas veias em seus interiores reina um mundo de açoites frios e congelantes.
Ela sempre chega nessas horas, sempre contra minha vontade, com suas vestes cor de desesperança, munida com instrumentos de fazer tristeza e em seus olhos a verdade infalível da minha angústia. Solidão é o seu nome, embora ela seja especialista em me fazer companhia todas as noites. Também tenho o cigarro e a bebida que me acompanham, mas, é ela a solidão que realmente consegue entrar em mim sem bater e correr junto com meu sangue, apertar meu coração e por fim sair pelos meus olhos em forma de lagrimas, dor e tristeza.
Mas, o que posso fazer para impedir suas indesejáveis visitas? Sendo que mesmo rodeado de pessoas ela: a senhora solidão está sempre ao meu lado, debruçada sobre meu ombro.
Sabe você, aquele feto que a sua mãe esteve esperando por nove meses e agora é você quem está esperando?
Sempre insegura; à espera de um abraço... Ansiosa ela aguarda. Não por um abraço qualquer. Mas sim, por aquele abraço que um dia, ela aprendeu a gostar. Aquele que consegue envolve-la inteiramente... Ocupando todos os seus espaços. Que afasta seus medos... Aquele, que acalma seu coração, que aplaca sua dor... E acaricia sua alma tão cheia carências...
(Alessandra Alcântara)
Não pense na convicção com alguma incerteza
Pois a desilusão espera o seu quase
Para que o seu talvez se transforme
Em uma frustração;
Saiba ter boas escolhas para que
As oportunidades não fujam
E não se dê por satisfeito;
Não acredite na distância, mas sim nos seus sentimentos...
Existente-mente a paixão queima com alguma razão
O amor ensandece por certo motivo;
Arvorei
E de tudo um pouco
Se plantar regue, nasce e cresce
Galhos folhas flores
Espera que dá pássaros, eu e outros
Que olha e colhe frutos!
E tudo servirá para todos!
Eu me sinto um passarinho preso,
um amor incorrespondido,
um homem sozinho, á espera de um carinho,
uma rosa sem as pétalas,
um poema sem versos,
Um verso sem palavras,
É assim que eu me sinto sem voce, um nada sem todo o nada.
A Espera de um milagre aqui estamos...
Não desistimos,insistimos,e não abriremos mão das nossas vitorias...
Porque ainda que tudo falhe DEUS não falhará!!!
Uma diferença entre uma garota e uma MULHER: Uma só espera que você seja fofo, já a outra espera um HOMEM.
Suas relações não dão certo porque você espera compreensão e respeito, de alguém que ainda não quebrou a cara o suficiente para te oferecer isso que talvez nem você mesma tenha.
Não se faça de vitima incompreendida, olhe pra si e perceba que existe a probabilidade de que seja você a maçã podre que estraga a relação.
"Quando você vier haverá o encontro
da sua busca com a minha espera.
E o seu abraço será a moldura do meu corpo.
E a minha boca o pretexto
para o seu mais demorado beijo.
E a gente vai brincar de se desmaterializar
dentro da música, de desatar auroras.
E eu vou inventar uma madrugada eterna
pra quando você tiver que ir embora no dia seguinte.
E você vai inventar um domingo que vai durar pra
sempre porque tenho preguiça das segundas-feiras.
E a gente vai rir dessa maldade da demora do tempo
pra fazer essa brincadeira de desencontro:
Quase nos deixou descrentes...
A gente vai rir dessa maldade porque o nosso amor
será a coisa mais bonitinha do mundo..."
Encontrei você por acaso
num desses encontros casuais
que a gente não espera nada demais.
Não teve cavalo branco, nem baile no castelo
Tudo bem, não importa.
O que vale é que está aqui,
iluminando os meus dias.
Te chamo de príncipe,
Mas, às vezes, penso que você é um anjo
porque cuidar de mim é o que faz de melhor.
Não cobiço nem disputo os teus olhos
Não estou sequer à espera que me deixes ver através dos teus olhos
Nem sei tão pouco se quero ver o que vêem e do modo como vêem os teus olhos
Nada do que possas ver me levará a ver e a pensar contigo
Se eu não for capaz de aprender a ver pelos meus olhos e a pensar comigo
Não me digas como se caminha e por onde é o caminho
Deixa-me simplesmente acompanhar-te quando eu quiser
Se o caminho dos teus passos estiver iluminado
Pela mais cintilante das estrelas que espreitam as noites e os dias
Mesmo que tu me percas e eu te perca
Algures na caminhada certamente nos reencontraremos
Não me expliques como deverei ser
Quando um dia as circunstâncias quiserem que eu me encontre
No espaço e no tempo de condições que tu entendes e dominas
Semeia-te como és e oferece-te simplesmente à colheita de todas as horas
Não me prendas as mãos
Não faças delas instrumento dócil de inspirações que ainda não vivi
Deixa-me arriscar o barro talvez impróprio
Na oficina onde ganham forma e paixão todos os sonhos que antecipam o futuro
E não me obrigues a ler os livros que eu ainda não adivinhei
Nem queiras que eu saiba o que ainda não sou capaz de interrogar
Protege-me das incursões obrigatórias que sufocam o prazer da descoberta
E com o silêncio (intimamente sábio) das tuas palavras e dos teus gestos
Ajuda-me serenamente a ler e a escrever a minha própria vida.
