O Mundo Inteiro Nao Vale o meu Lar

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Eu procurei no meu coração e não confiei nele, essa é a minha vergonha. Eu não podia simplesmente ficar parada e deixar você me destruir. Talvez você tenha me ensinado isso. Mas acabou agora. Eu ganhei. Eu estou em segurança.

⁠Eu sei quem sou, e não estou sendo meu sonho, não admito mais isso, palavras machucam, mas são como cascas arrancadas para que eu posso sair da arvore irradiada no chão, sou um pedaço da grande luz, estou saindo do meu próprio buraco, não só por mim , mas porque tenho que ser a luz das pessoas, tenho que iluminar porque nasci para ser luz, não tem como fugir, mas tenho primeiro que me explodir e renascer melhor. E vou!

⁠"As vezes não sei se a sinceridade é a minha melhor qualidade ou meu maior defeito."

Quem não valorizar meu lado bom vai aprender a conviver com o ruim mesmo.

Não sou de guardar muita coisa.
Apenas o essencial.
somente o que cabe no meu coração.
só o que me traz reciprocidade.

Meu silêncio é a dedicatória a quem me humilha. Te desejar o pior não resolveria meus problemas, nunca o fará; seria só uma forma de inutilmente amenizar a fúria, me afundaria muito mais imergindo na desgraça.

Ha dias em que eu prefiro não dizer nada... Mas gosto de cantar, musicas que falem pelo meu silêncio.

Não me julgue pelo o jeito que eu me visto, ou pelo o meu modo de agir, a minha realidade,e minha dignidade não estar na aparência- e sim no meu CARÀTER.

Não sei lidar com baixa autoestima! Sempre entro em conflito com o meu orgulho e amor-próprio...

O aniversário não é tão mais querido
talvez será por que tenho tão pouco amigo,
Meu nome em germânico significa homem nobre e famoso.
é relativo.
meu conceito vem nessa base,.
mais onde fica o alicerce.
importa ter .
saber que posso contar com apenas um ao em vários
me apanhar pela costa.

“Quando não escrevo, meu universo se reduz, sinto-me na prisão. Perco minha chama, minhas cores”.
— Anayde Beiriz


Assim sou eu... Necessito escrever!

Meu cavalo e meu cachorro


Meu cavalo e meu cachorro
Não regalo, não troco e não vendo.
É bom ficar sabendo
Que não tem pila no mundo
Que compre o meu Clinudo,
Muito menos o meu Guaipeca.


Desconheço nessa vida
Quem me seja mais parceiro,
Mais fiel, mais companheiro
Na lida, na mangueira, no galpão,
Nas horas de solidão
E nas funções de campeiro.


E quando vamos ao bolicheiro,
Um espera pelo outro.
É assim desde potro,
E de cusco criado guacho,
Um roendo meu barbicacho,
Outro patinando lá na cocheira.


Mas eu me apeguei às porcarias
Que pra mim são como gente,
Mais serventia que muito vivente
Que anda a esmo pra nada.
Com eles eu dou risada,
Choro nos dias tristes,
Mas a felicidade existe
Quando vejo os dois na volta:
Um levando minhas botas,
O outro tirando o buçal.
Nem aparentam animal,
E com franqueza lhes digo:
Não há melhor amigo.


É verdade, não leve a mal.
O Guaipeca parece falar,
E o Clinudo só pra indicar:
Na sombra da figueira
Relincha com a forneira
Só pra vê-la gritar.


E pode até parecer
Que eu, por certo, tô louco,
Mas me importa muy pouco.
Só me ponho preocupado
Com esse mundo mal domado,
Por certo mal enfrendado,
Ou tardaram na puxada,
Erraram no bocal,
Nesse reparte desigual
Donde reina pila e ganância,
Que transforma grandes estâncias
Em pedaços de piquete.


Eu, no mais, só um jinete
Que gosta do meu Clinudo
E do Guaipeca orelhudo,
Já velho, quase sem dentes,
Que deixo jas pra semente,
Apenas a tradição:
Rancho, mangueira, galpão.


Nesse pedaço de campo,
Donde a luz dos pirilampos
Ainda à noite aparece
Pro índio fazer uma prece,
Que o pampa é chão sagrado
Pra aprender com o passado,
Que o pouco ainda é um regalo,
Que um cusco e um cavalo
Têm valor e têm estima.


Assim se declama e se afirma,
Nesses versos macanudos:
Não vendo o meu Guaipeca,
Muito menos meu Clinudo.


Renato Jaguarão

É no meu silêncio que te encontro
Os meus barulhos só conseguiram
te afastar de mim.
Eu não sei amar exato
e não aprendi a segurar meus impulsos
Meu lado certo é imperfeito .
Mas nem por isso deixo de sonhar.
Paula Monteiro

A esperança perdida

Quem sou?
Não sei.
Talvez o vento
Levou o meu nome.
Só não sei pra onde.

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Eu não vou perder o meu tempo, tentando explicar qual é o lado correto, se é o lado da direita ou o da esquerda, nos separam em oposição, porque assim fica fácil de nos dominar. Que a sociedade seja pela sociedade!

Desculpa...

Desculpa!
Se o meu amor por ti
Não é eterno,
Passamos as mãos
Em uma ilusão contínua,
Mas tudo quer dar um basta.
Desculpa!
Se não sei ou não soube
Dar-te meu amor,
Apesar de existirem
Muitos afetos...

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Moça do meu sonho

Não sei quem era,
Mas tinha uma noiva
Nas areias
Do cais

Era uma virgem
Dona de um olhar
Casto, de um corpo terno
De um jeito singelo.

Não sei por que
O sonegar.
De tanto negar,
De tanto brincar.

Tinha uma marca
Danúbia
De um corpo adulto
De uma alma jovem

O vestido pesava
Mas estava só
Não sei mais onde...
Naquele altar!

Valter Bitencourt Júnior
Toque de Acalanto: Poesias, 2017.

Se meu corpo não pode fugir, pelo menos minha alma pode.

⁠Cuido do meu jardim e sigo meu caminho como quem não tem pressa de chegar. A cada dia, compreendo um pouco mais: não é sobre alcançar, não é sobre estar em algum lugar. O destino sou eu.

Antes que esse dia acabe eu tentarei tocar seu coração e se hoje eu não conseguir, dedicarei os meu dias para isso. Até que seu coração se abra pra mim. Te amo!⁠