O Homem que Nao se Contenta com pouco
hoje sei que na sua vida, há um homem que conquistou seu coração, não há homem que se faça por completo na sua vida.
o mundo deixou-me perdido? o homem perdeu a compreensão, onde não sabem decifrar minhas palavras, e nem sabem compreender meus sentimentos. talvez eu consiga descrever a realidade deste mundo. ou deixo o mundo descrever quem sou.
O sonho de um menino vive na mente de um homem que não se importou com o tempo. Apenas acreditou em realizar.
Não subestimar a incapacidade do homem e sua ignorância! Não fere minha percepção de enxergar, o mal em cada um. julgam pela boca dos outros, sem saber do caráter, sem conhecer a verdade, nunca olhou nos meus olhos, tão pouco conhecem o meu pensar; nem ouvistes minha voz, nem mesmo compreenderes minhas palavras; tão pouco sabes o quão valioso é o tempo.
Será que o homem se importa? Não. Ninguém vai se importar com a dor causada por cada atitude! Ninguém vai se importar com sua dor. Nem mesmo irá pensar no que lhe faz chorar, tampouco com seu sofrimento. O homem tem a capacidade de não ser capaz de demonstrar sentimento ou finge que não o tem. O ego de ser machão nos leva ao erro, o erro de se achar melhor, de não se importar com ela que dedicou seu tempo e amor, que todos os dias demonstrou seu carinho. Sabe aquela mulher que juramos amar e cuidar? O que mais magoa uma mulher é o egoísmo e o fato de sermos insensíveis. Fazê-la chorar é o que fazemos de melhor. Se o homem soubesse que fazê-la sorrir e todos os dias provar que a ama é a única coisa que realmente importa. "Homem não é aquele que conquista várias mulheres, mas sim aquele que conquista várias vezes a mesma mulher." Pena que ainda faltam homens assim.
Às vezes, um homem deve fazer o que tem que ser feito. Razão e livre-arbítrio não são opostos, mas se conectam: a razão ilumina e o livre-arbítrio decide. É justamente nessa obediência à razão que o homem se torna verdadeiramente livre.
O livre-arbítrio do homem em direção ao verdadeiro bem não está apenas ferido, mutilado, débil, inclinado, enfraquecido; mas também aprisionado, destruído, e perdido: E seus poderes não estão apenas debilitados e inúteis a menos que eles sejam assistidos pela graça, mas não tem poder nenhum exceto se excitados pela graça divina.
A incoerência calvinista é de assustar!
Mateus 20.28: tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por MUITOS (do grego πολυς-polus).
Romanos 5.15: Todavia, não é assim o dom gratuito como a ofensa; porque, se, pela ofensa de um só, morreram MUITOS (do grego πολυς-polus), muito mais a graça de Deus e o dom pela graça de um só homem, Jesus Cristo, foram abundantes sobre MUITOS (do grego πολυς-polus).
Se seguirmos a ilógica calvinista de que em Mateus 20.28 MUITOS não é TODA a humanidade, isso significa que NEM TODOS (MUITOS) em Romanos 5.15 foram feitos pecadores?
Agora é se surpreender com as cambalhotas para distorcer os textos e tentar adaptar ao calvinismo.
A questão que cada homem e mulher devem meditar não é o que faria pelo Senhor se tivesse mais dinheiro, mais tempo ou educação; mas o que faria com as coisas que tem. O que importa não é o que você é ou o que você tem, mas se Cristo é o centro da sua vida.
Acorda garota! Todo homem que está atraído somente pelo seu corpo não tem nenhum interesse em seu coração.
A única coisa que um homem e uma mulher de Deus podem se orgulhar é saber que não há absolutamente nada neles para se orgulharem.
Não há problema algum em uma mulher ser submissa á um homem que ama da mesma forma que Cristo amou a igreja.
Esses são os traidores tanto de Deus quanto do homem. Esses não são outros do que os primogênitos de satanás; os filhos mais velhos de Apollyon, o Destruidor. Esses estão muito acima da categoria dos degoladores comuns; já que eles são assassinos das almas dos homens. Eles estão continuamente povoando os reinos da noite; e quando eles seguirem as pobres almas que eles destruíram, o inferno se moverá nas profundezas para encontrá-los na sua vinda!
Sermão do Monte, Parte XII.
