O Homem que Nao se Contenta com pouco
Tem certas coisas que eu não sei. É só isso mesmo, eu não sei. Aconteceu, e “pá” e mundo se cedeu. Antes eu acreditava muito no “já estava escrito, já era pra ser”, a famosa ‘lei de maktub’ sabe? Mas agora começo a perceber que não, não estava escrito e se era pra ser, já foi. O que posso fazer agora? Eu simplesmente não sei.
Esteja aqui e agora, não há outro lugar para estar.
Qualquer pensamento futuro ou passado é baseado em uma sensação de realidade, puramente ilusória.
Perceba.
Se errar, não peça perdão, pois quem te perdoa não perdoa com o coração. A dor escorre, mas a mágoa fica.
E não adianta me cobrar tempo. Se não tens tempo para saber, Que o tempo não é tempo de querer. E sim tempo de se fazer. Tempo de se encontrar. Tempo de ser você o único e responsável pelo seu tempo
Em boca fechada nao entra mosca..
mas tambem nao entra tua lingua..
pra brincar de se enroscar na minha..
Não desisto dos meus sonhos
e dos seus, não, por favor;
porque Deus sempre ilumina
os passos de um sonhador!
QUE O AMOR SEJA SEMPRE VENCEDOR
Que o amor seja sempre vencedor,
Não importa as batalhas que ele enfrente,
Que transponha as barreiras, siga em frente,
Com a graça e o poder do Salvador!...
Que o amor seja sempre vencedor,
Pela fé seja heroico, destemente;
Motivo que dá força para o crente
Enfrentar o inimigo usurpador!
Que o amor jamais seja iludido,
que jamais seja na vida vencido
Por prazeres alheios, sem pudor...
Que ele seja o alicerce da verdade,
A razão da maior felicidade,
Mostrando para o mundo o seu valor!...
Quem não beija a sua amada,
o amor anda distante;
ficou preso na alvorada...
nos lábios d'alguma amante!
SONHO DE POETA
Um dia escreverei um poema
que não correrá o mundo
como um cometa,
mas que correrá o estômago
de uma criança faminta
como um prato de sopa.
Um dia escreverei um poema
que não terá nenhuma beleza
rítimica ou estética,
mas que a sua mensagem
será como uma espada de dois fios
que alcançará os corações das pessoas.
Um dia escreverei um poema
que não sairá nos jornais
nem nas revistas de literatura.
Mas que será lido,
relido e cantado,
nos bancos das praças,
nas noites frias,
pelos menores abandonados
e pelos mendigos
debaixo dos viadutos!...
Um dia
escreverei um poema
que será ignorado
pelos intelectuais
e pelos críticos de plantão.
Mas que será aplaudido,
muitíssimo aplaudido,
pelos pobres da terra.
