O Homem é um ser Social

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O ser humano é um animal racional, complexo e social, que habita os mais variados ambientes do planeta Terra.

São dois tipos de escravos que cometem falta social: Ócio: O escravo vai ser agredido e punido por senhor comandar, incriminar e orientar; Negligência: Se o escravo tiver com falta de esforço, honra e cuidado do campo, ⁠vai ser indenizado e condenado por culpa do senhor.

O ser humano é um quê, tais como: Ser social, ser racional e ser cultural; Juntos somam as funções do seu animal.⁠

A meta era chegar na assistência social, que ficava no centro.


Mas, não tínhamos nenhum dinheiro.


E, era torcer para não estar fechada.


Retornamos, ao outro lado da avenida, pedimos carona no ônibus até certa distância.
Um motorista muito legal, entendeu a situação e pediu para que a gente entrasse.


Entramos, ele deixou a gente há pelo menos umas 2 horas de onde queríamos estar.


Mas, ao dar meio dia, perguntando todos que apareciam pela frente onde ficava o local, conseguimos chegar...


Avistei o segurança...

Por convenção social, costumamos responder que está tudo bem, mesmo quando não está. Porém, nem sempre precisamos, ou devemos expor nossas dificuldades a todos. Há dores que pedem discrição e há confidências que só fazem sentido diante de quem realmente pode acolher.

Posição social, dinheiro, diploma, carro, casa, pouco me importa numa pessoa, únicacoisa que me importo é com seu CARÁTER!!!
* * *

Quando conheço uma pessoa, não me importa o seu dinheiro, sua posição social, seu diploma, sua casa, seu carro!!!


O que me importa de verdade é unicamente seu CARÁTER!

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!

Hoje testemunhei uma situação que revela o caráter coletivo de nossa convivência social. Um porteiro, diligente em sua função de manter a ordem, se dirigiu a um veículo que estava estacionado em local proibido para orientar o condutor. Ainda assim, o motorista ignorou sua presença: não respondeu, não justificou sua ação e sequer reconheceu a autoridade ou a educação básica envolvida naquela interação.


Esse episódio pode parecer trivial para alguns, mas nos mostra algo essencial: o respeito mútuo e o senso de responsabilidade cívica não são meras formalidades — eles são pilares que sustentam uma sociedade funcional.


Mesmo diante da indiferença e da falta de reconhecimento, o porteiro manteve sua postura profissional, cumprindo seu dever com disciplina e integridade. Isso nos lembra que o verdadeiro valor do trabalho não depende da aprovação imediata dos outros, mas da consciência de que nossas ações refletem princípios maiores — ordem, respeito e dignidade.


Assim, observamos que o exercício do dever, mesmo quando invisível ou ignorado, fortalece o tecido moral de nossa comunidade. A dignidade pessoal se enraíza na consistência entre o que se sabe ser certo e o que se escolhe fazer, independentemente da reação alheia. E nesse espaço entre ação e reconhecimento, reside a verdadeira natureza do respeito e da civilidade.

A Hipocrisia também é uma etiqueta social⁠

“A rede é social, não um catálogo de validação emocional.”

“Namoro não é troféu de rede social, é parceria fora das câmeras.”

Fomos enganados quando assinamos o contrato social (troca) da liberdade pela segurança?
O poder se sobrestou e o dinheiro veio à eles como recompensa.

Independentemente da classe social, no fim, toda relação se sustenta em trocas e interesses.

"Reflexão de vida: "Crônica Social"


"Lembra da alegria dos dias simples? Que parecem não voltar mais...
Aonde os dias eram menos frenéticos, que não roubavam tanto o nosso tempo, e nem mexiam com a nossa mente.
Não se falava em depressão, e parecia que as pessoas eram mais contente.


Dias simples aonde as brincadeiras
garantiam a diversão:
no pular amarelinha que empolgava tanto a gente,
no pique-esconde,
no joga-pião,
no morto ou vivo,
no passa-anel,
no rouba-bandeira,
na queimada de bola na rua,
no pula-corda,
nas cantigas de roda... Dias simples que não voltam.


Onde, para ser feliz, não precisava de muito, onde a violência nem era lembrada porque o respeito pelas pessoas se aprendia dentro de casa...


Aonde, na escola, a palmatória era temida sem causar traumas, nem despertava gatilhos, tão pouco revoltava os que dela experimentaram — que diga isso os grandes mestres formados, homens e mulheres que se lembram desses dias até com saudades.


Dias simples, mais cheios de dignidade.
Onde não tinha espaço para bullying, porque todos eram alegres. Por isso, não existiam divã, tão pouco psicólogos, onde não se via crianças marginalizadas, tão pouco jogadas em calçadas.
Porque, na mente das pessoas, só existia felicidade.
Onde os crimes mais graves que se cometiam eram subir em árvores, pegar frutas do quintal do vizinho, jogar pedra em passarinho.


Onde as profissões mais almejadas eram: médico para curar, bombeiro para salvar, professor para ensinar...
E quando se falava em religião, muitos queriam ser padre ou pastor.


Dias simples, sem correria, sem nenhuma tecnologia que a geração "X" tanto aproveitou.
Dias simples que caíram no esquecimento, onde a geração "Y e Z" não sabem o que é isso. Até parece uma geração brilhante, mas que não sai do lugar...
Condicionados a tão pouco, presos em suas casas sem aproveitar os dias simples, onde a mente sobrecarregada sofre impacto, criando fantasmas por causa da alegria dos dias simples que faltou."


@Suednaa_Santos

No dia do fim, independentemente de idade, gênero ou posição social, e mesmo que eu me aprofunde ou busque significado em tudo que a vida representa ou no que a partida significa, eu jamais me resignarei à morte.


Em minha fé, creio que a vida aqui na terra é uma provação, um teste, uma seleção, não para sofrer ou ser feliz após a morte, mas para determinar a magnitude da recompensa da alma generosa, que compartilhou alegrias, semeou esperança e esbanjou empatia ao longo do percurso.


A vida prossegue, mais intensa, com maior presença e com muita luz, lá do outro lado, em outra estação na qual desconheço o local exato, mas que está à disposição de todos.


Só o saberei quando eu também a atravessar; enquanto isso, podemos fazer o melhor possível por aqui.

Ser assistente social é comprender a dor de quem sofre, buscando fazer valer as políticas públicas sociais.

Olhar para o outro não é um ato de reconhecimento social, mas de violação mútua. É o momento em que a máscara da civilidade cai e sobra apenas a matéria viva, crua e assustadora do outro — que, no fundo, é um espelho de nós mesmos.

Um programa social tem o intuito de amparar pessoas de baixa renda, combater a pobreza e reduzir a desigualdade. Em 2025 o Brasil teve o recorde de 94 milhões de pessoas recebendo algum auxílio do governo, quase metade da população. Em resumo, quanto mais pessoas precisam de auxílio, maior o nível de pobreza de uma nação, o governo falha, quando seu programa social que tem, como pauta, o auxílio e a dependência de uma pessoa, ao invés de trazer a possibilidade de uma liberdade financeira. Programa social funciona quando os seus dependentes diminuem e não quando eles aumentam.

Livros são um prazer do convívio social.