O Homem é um ser Social
Carta a uma amiga que sugeriu em uma rede social, querer se casar .
depois de notar como foram as investidas dos rapazes e senhores, verifiquei que poderia ter uma chance, pois agiria assim:
Prezada (nada de querida num primeiro momento) amiga, lendo seu perfil de postagens, percebi algo que me chamou bastante atenção, que gostaria de se casar. Confesso que de imediato viajei na ideia, pois também comungo do mesmo desejo. Assim gostaria de candidatar-me para me conhecesse melhor e permitir-me também conhecê-la um pouco mais.A principio as suas fotos e seu modo de agir, mostram uma mulher interessante e especial. Pois bem, quero convidá-la para logo mais à noite sairmos para um jantar, passarei com meu motorista particular em sua residencia por volta das 21:00 hrs (prefiro com o motorista, pois assim podemos quebrar o gelo do primeiro encontro), ficando um pouco mais à vontade, podemos inclusive apreciar o céu maravilhoso e perfumado de nossa amada (peguei do Greca) Curitiba. A ideia é poder saborear um vinho todo especial em sua presença, bem como curtir amenidades, levando um papo qualquer. Desprovido da necessidade de dirigir, podemos nos tocar levemente com as mãos enquanto conversamos,quem sabe começa aí um relacionamento mais apurado e gostoso.Como sou um homem fino e educado (modéstia à parte) fique tranquila, jamais a colocarei em uma circunstancia constrangedora. Óbvio que devemos deixar as coisas seguirem o rumo natural.Saliento porém que tenho um pequeno problema, pois sou muito rico e confesso que isso às vezes causa inconvenientes, mas estou confiando em seu charme e delicadeza, para esse detalhe não mudar qualquer intenção. Ao chegarmos no restaurante,meu maior desejo será vê-la brilhar, nos passos que a conduzirão à nossa mesa.(acho que estou apaixonado).Espero que seja uma noite extremamente agradável e reveladora..
Para terminar, espero não ter causado uma impressão falsa e descabida, pois tenho certeza que além das estrelas que posso lhe dar, ainda tentarei conquistar o mundo para fazer dele, um reinado, onde só você será a minha rainha.( já estou aceitando o convite de casamento)
Para comemorar e eternizar o encontro, levarei um presente que ficará como recordação do momento vivido. uma joia que espero, aprecie bastante, apenas como um mimo. (a joia fica por conta da sua imaginação)
Rapazes, mandar recadinhos, tipo oi gatinha , estou aqui... ou o "Lacrou". me ajudam bastante, por favor continuem...
Mulheres gostam de sucesso, carinho, romantismo e amor.
e para isso me preparei a vida inteira
A palavra amor é um acordo social, uma forma de nomear quando afeto e compromisso se encontram. Mas como cada pessoa sente o mundo de um jeito único, o amor que alguém diz sentir nunca é exatamente igual ao meu. Ele nasce das experiências, das perdas, do corpo e das expectativas de cada um. E aí surge o dilema: nunca conseguirei saber se o amor do outro é parecido com o meu. A angústia vem dessa dúvida. Posso ser amado pelo nome “amor” mas talvez nunca pelo que realmente sou por dentro, pelo meu jeito único de sentir. Ninguém consegue amar uma cópia perfeita do meu sentimento. Só eu sei como meu amor existe dentro de mim.
A máscara social é um fardo de chumbo mais opressor do que a própria dor visceral que ela foi forjada para ocultar.
Filhos x Meio social
A falha no contexto familiar pode interferir de forma negativa na sociedade.
Filho rebelde, aluno desrespeitoso.
Filho irresponsável, profissional relapso.
Filho agressivo, cônjuge autoritário.
Filho individualista, indivíduo egocêntrico.
Uma boa educação familiar é o melhor caminho para a construção de um meio social harmonioso.
13/07/26
Se os dirigentes de Moçambique estivessem verdadeiramente comprometidos com o bem-estar social, colocariam a qualidade da educação e as condições de saúde entre as prioridades nacionais. Um país não se desenvolve apenas com estatísticas favoráveis, mas com cidadãos bem formados e com acesso a serviços de saúde dignos.
É igualmente necessário repensar a proliferação de escolas privadas e institutos de formação que funcionam sem padrões rigorosos de qualidade, sem responder às necessidades do mercado de trabalho e orientados, sobretudo, pela obtenção de lucros. A educação não pode reduzir-se a um negócio.
A iniciativa privada no ensino é legítima e pode contribuir para o desenvolvimento do país. Contudo, deve estar comprometida com a qualidade, a acessibilidade e a responsabilidade social. Seria desejável incentivar instituições que ofereçam ensino gratuito ou propinas compatíveis com a realidade económica da maioria da população, em vez de transformar o direito à educação num privilégio reservado a quem pode pagar.
Quando o lucro se torna o principal objetivo da educação, o conhecimento perde valor, as desigualdades aumentam e o futuro da nação fica comprometido. A educação deve formar pessoas, não apenas gerar receitas.
FURUCUTO, P. D., 2026.
Nem sempre é posição social e quase nunca é dinheiro. Na maioria das vezes o mais importante é o simples; seja uma atitude ou uma palavra amiga. Nesses casos, acredite, quem menos tem é o que mais oferece.
A loucura da vida que mostra verdades e mentiras torna o costume da hipocrisia social irrelevante aos olhos da razão;
As redes que foram criadas, para intensificar o social se tornam áreas de exclusão, intolerância e ignorância!
GEOMETRIA SOCIAL
O X da questão é cada um ficar no seu quadrado, evitando círculos viciosos e triângulos amorosos!
... o mais eficaz
programa social de que se
tem notíciaprovém do estímulo e
da energia do trabalho, que nos resgata
da humilhante condição de pedintes
e nos transforma em prósperos
artesãosdos nossos
destinos!
"O valor não é uma lei do universo. É uma ferramenta social — uma régua que inventamos para medir os outros. O paradoxo terrível? Foi essa invenção arbitrária que nos convenceu de que precisamos ser medidos para existir."
"O evangelho não é um projeto de reforma social, mas também não é indiferente à sociedade; ele transforma o coração humano e, por meio de pessoas transformadas, produz frutos concretos na vida social."
(Rm 12.2; Mc 8.36)
Liberdade como máscara: o psicopata social.
A liberdade que muitos celebram às vezes é só um disfarce. Há quem use autonomia como licença para moldar-se ao gosto alheio, manipulando sorrisos e histórias para escapar de responsabilidades. Esse é o “psicopata social”: não o monstro das manchetes, mas a pessoa que vê relações como tabuleiro, onde empatia é peça descartável. Sua liberdade parece arrojada — viver sem amarras, seguir só o próprio desejo — mas é uma liberdade vazia, construída sobre a negação do outro.
Ao transformar escolhas em espetáculo, confunde-se autonomia com impunidade. Quem observa sente o perigo: a confiança se rompe, e a comunidade perde terreno. A verdadeira liberdade não é ato solitário; é contrato silencioso de cuidado. Reivindicar espaço não autoriza ferir; ser livre implica reconhecer que minha liberdade encontra limite no corpo e na alma do outro. Só assim a autonomia deixa de ser máscara e vira compromisso: viver plenamente sem destruir, criar sem manipular, respeitar sem desculpas.
