O Homem é um ser Social
Pense nas suas atitudes e conduta, se de fato vc faz algo por querer ou apenas por imposição social. Isso define se vc está vivo ou apenas vivendo.
"O Senso Comum (ou Orthosapiência) é o lastro que funda a mente e estrutura a holoesfera social; todavia, a expansão autêntica reside na mestria crítica de dominá-lo, perscrutando-o. É nesse domínio que se encontra a capacidade de manifestar o inteiramente inédito – sem ceder à anomia do caos – e de forjar um paradigma mais funcional e verdadeiramente pantagruélico em sua riqueza de possibilidades."
“O capacitismo aprança a cegueira moral e o atavismo social de uma estrutura que aferra a valoração humana à funcionalidade corpórea, reduzindo o indivíduo a mero instrumento. Enquanto a diversidade funcional for percebida como obstáculo ou desvio da norma, ignora-se que nenhum ser é intrinsecamente circunscrito, e que a essência humana, em sua ontologia e fenomenologia, transcende classificações simplistas. Consoante o Princípio da Incerteza de Heisenberg, cada indivíduo encerra um espectro de potencialidades que subvertem prognósticos determinísticos, perforando fronteiras impostas, transcendendo rótulos e estreiteza de expectativas, evidenciando a inexaurível liberdade do ser.”
“O ageísmo é a distorção social que julga o valor humano pela idade; tanto o jovem quanto o idoso são vítimas de uma cronologia que oprime, esquecendo que a sabedoria não é privilégio do tempo, mas fruto da vivência, da escuta e da consciência em evolução.”
“A hipocrisia social se revela quando a deficiência se torna etiqueta: o indivíduo cuja expressão é genuína e original é celebrado apenas quando reconhecida como limitada; fora desse prisma, sua criatividade única é censurada, atacada ou desvalorizada, expondo a fragilidade da empatia e a tirania implícita das normas de visibilidade.
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A desigualdade social é uma fenda irracional, fabricada pelas mentes humanas ditas, enganosamente, racionais.
Nunca delegue a educação do seu filho a terceiros, essa é uma responsabilidade afetiva, social e emocional sua.
Dizem que Cristo era um líder social,
mas a devoção à miséria é um mal fatal.
Tão repugnante quanto a ganância que cega
a alma e a prende ao luxo superficial.
A pressão social não grita — ela sussurra, condiciona, disfarça-se de conselho e, quando se percebe, já dominou.
OFERTAS OU SOCIAL?
As ofertas alçadas foram estabelecidas para a manutenção da casa do Senhor, para sustentar a Sua Obra. Contudo, tornou-se cada vez mais comum que, a cada novo evento (e são muitos ao longo do ano), seja solicitado aos fiéis novas contribuições para custear jantares, almoços, festas, acampamentos e diversas atividades sociais. Fico pensando nos irmãos que já enfrentam dificuldade para ofertar devido às lutas que estão passando. O que dizer quando alguém é excluído de um retiro porque não pode pagar a taxa? Ou quando deixa de participar de um evento da igreja porque não tem condições de comprar um convite? Infelizmente, isso se tornou realidade em muitas Igrejas. Enquanto isso, é notório o vigor com que se prega sobre o DÍZIMO, não digo propriamente a oferta, porque o foco de muitos pastores é o bendito dízimo. Mas seria igualmente edificante ver a mesma ênfase e eloquência na prática descrita em Atos 2:43-46:
“E em toda a alma havia temor, e muitos prodígios e sinais eram feitos pelos apóstolos. E todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum. E vendiam suas propriedades e bens, e repartiam com todos, segundo cada um havia de mister. E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração...”
Assim como se espera fidelidade dos membros para com Deus (e com razão) seria igualmente coerente que a liderança observasse que dentro da igreja existem realidades financeiras diferentes. E que o exemplo bíblico aponta para repartir “segundo a necessidade”, refletindo o caráter de um Deus que não faz acepção de pessoas. A meu ver, é inadmissível que uma igreja que se intitula do Senhor promova um evento e deixe alguns para trás simplesmente porque não podem pagar. A Palavra continua ecoando:
“... E repartiam com todos, segundo cada um tinha NECESSIDADE.”
Fica a reflexão. Geisel Souza
