O Copo Nao esta meio Cheio

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Igual a um copo que ao cair se quebra no chão,
és um coração magoado.
Depois de quebrado não há nada o que possa ser feito...

⁠Paciência é como enchermos um copo com água, precisamos manter o limite para que não transborde.

⁠Em meio a escuridão olhe para o céu, sol e lua sempre vão estar lá para te iluminar

A razão é a taça, e a emoção, o vinho. Simples assim.

Vou beijando esse copo, abraçando as garrafas
Solidão é companheira nesse risca faca
Enquanto cê não volta, eu tô largado às traças
Maldito sentimento que nunca se acaba

Depois que a água do copo transborda qualquer gota afoga.

⁠“Um copo com água mata sua sede, um mar inteiro lhe afoga.”

Que esta semana reserve boas surpresas.
Não se esqueça de que nem sempre a vida caminha na direção certa dos nossos sonhos, portanto, é preciso dar o primeiro passo.
Sonhe e faça acontecer, e, se preciso for, recomece a cada dia.

"Nossa salvação é a morte, mas não esta".

(O aforismo mostra nossa possibilidade de morrer e renascer no decorrer de uma mesma vida.)

A distancia entre nos não esta em metros, esta nas palavras distas na hora errada, nas palavras que não foram ditas na hora certa, e nas palavras que jamais serão ditas.

Todavia já está ficando tarde e, em atenção às próprias peles, essas moças tão metódicas lembram agora uma à outra que já é hora de apagar a luz.

O que valeu a pena está destinado à eternidade.

A nossa maturidade intelectual está diretamente relacionada com a nossa capacidade de compreender que no fundo, mesmo que as pessoas nos decepcionem, elas são seres humanos que nós devemos valorizar e respeitar as diferenças, e acreditar que se nós não conseguimos ajuda-las a corrigir as rotas da vida, elas tem o direito de continuar sendo o que são, esperamos que as lições da escola na vida possam trazer-la a reflexão, o que a educação, o que os conselhos e as orientações não conseguiram fazer.

O rei está rodeado de pessoas que só pensam em diverti-lo e em impedi-lo de pensar em si mesmo. Porque, se pensa em si mesmo, é infeliz, por mais rei que seja.

– Você está apaixonado, - murmurou ele emocionado, dando um tapinha nas minhas costas. – Coitadinho!

Pois que dedico esta coisa aí ao antigo Schumann e a sua doce Clara que são hoje ossos, ai de nós. Dedico-me à cor rubra muito escarlate como o meu sangue de homem em plena idade e portanto dedico-me a meu sangue. Dedico-me sobretudo aos gnomos, anões, sílfides e ninfas que me habitam a vida. Dedico-me à saudade de minha antiga pobreza, quando tudo era mais sóbrio e digno e eu nunca havia comido lagosta. Dedico-me à tempestade de Beethoven. À vibração das cores neutras de Bach. A Chopin que me amolece os ossos. A Stravinsky que me espantou e com quem voei em fogo. À "Morte e transfiguração", em que Richard Strauss me revela um destino? Sobretudo, dedico-me às vésperas de hoje e a hoje, ao transparente véu de Debussy, a Marlos Nobre, a Prokofiev, a Carl Orf, a Schönberg, aos dodecafônicos, aos gritos rascantes dos eletrônicos – a todos esses que em mim atingiram zonas assustadoramente inesperadas, todos esses profetas do presente e que a mim me vaticinaram a mim mesmo a ponto de eu neste instante explodir em: eu. Esse eu que é vós pois não aguento ser apenas mim, preciso dos outros para me manter de pé, tão tonto que sou, eu enviesado, enfim que é que se há de fazer senão meditar para cair naquele vazio pleno que só se atinge com a meditação. Meditar não precisa de ter resultados: a meditação pode ter como fim apenas ela mesma. Eu medito sem palavras e sobre o nada. O que me atrapalha a vida é escrever.
E – e não esquecer que a estrutura do átomo não é vista mas sabe-se dela. Sei de muita coisa que não vi. E vós também. Não se pode dar uma prova da existência do que é mais verdadeiro, o jeito é acreditar. Acreditar chorando.
Esta história acontece em estado de emergência e de calamidade pública. Trata-se de um livro inacabado porque lhe falta a resposta. Resposta esta que espero que alguém no mundo me dê. Vós? É umas história em tecnicolor para ter algum luxo, por Deus, que eu também preciso. Amém para nós todos.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

O Homem Escrito

Ainda está vivo ou
virou peça de arquivo
sua vida é papel
a fingir de jornal?

Dele faz-se bom uso
seu texto é confuso?
Numa velha gaveta
o esquecem, a caneta?

Após tantos escapes
arredonda-se em lápis?
Essa indelével tinta
é para que não minta
mas do que o necessário
é uma sigla no armário?

Recobre-se de letras
ou são apenas tretas?
Entrará em catálogo
a custa de monólogo?

Terá número, barra
e borra de carimbo?
Afinal, ele é gente
ou registro pungente?

E quando a gente está amando, até os pequenos detalhes se tornam os mais lindos do mundo.

LUZ DO DIA

Às vezes acreditamos que a felicidade está nas estrelas
E então descobrimos que ela sempre esteve ao nosso lado
Tão presente quanto a luz do dia
E que precisava apenas de um olhar,
Que só precisava de um pouco mais de atenção...

Esta experiência, esta vida, é nossa única chance de sermos nós mesmos.