O Amor tem que ser Alimentado
Antes Que o Infinito Tenha Fim
Tem coisas simples que me doem a alma. Me recuso a acreditar que uma energia tão forte e prevalente não estremesse outros seres. Saber que as pessoas podem ser frias e mentirosas sem sentir um pouco de vergonha de sua falta de honestidade… talvez sejam mal compreendidas, mas não se importam em explicar a forma certa de serem interpretadas, mesmo tendo pessoas interessadas em saber o que elas têm de melhor.
Tem coisas simples que me doem a alma. Como a vida é longa, mas tão curta. É limitada, mas eterna, pois a cada segundo existe um infinito: 1,1 — 1,2 — 1,(mais uma infinidade de números)… rápida, mas infinita, a não ser que determinemos que haja um fim. E então, ele haverá.
Me doem na alma coisas simples, mas que talvez sejam grandes. Como eu gostaria de viver. Viver de verdade. O mundo está à beira de colapsar, pois adultos imaturos não sabem viver em harmonia e, então, se sentem no direito de destruir sonhos e limitar o infinito de cada um.
Me dói na alma coisas simples. Como me prender em determinação achando que terei tempo de desfrutar da minha vitória. É triste saber que não vivi enquanto ainda havia tempo. Que ninguém nunca ouvirá algum poema meu com o coração. Como nunca beijei na boca de verdade, como minha mãe me aconselhou. E como vivi meus últimos anos tão infinitamente tristes. Eu queria ter conquistado mais, mas perdi o fio da meada.
o mundo é um palco do saber, só aprender quem tem a capacidade de aprender com as quedas e conquistas que o mundo nos oferece.
A vida tem o seu verdeiro sabor quando estamos com a pessoa que amamos e queremos levar para vida toda, Se tiverem briga resolvam.
Se há orgulho,entenda que isso só estraga tudo. Vocês não estão juntos para competir,mais sim para completarem um do outro.
Portanto amem-se muito porque a vida passa rápido.
Pessoas com mentes mais poderosas têm objetivos na vida.
Procura trabalhar por um grande sonho e não só para um salário.JFM
A escola tem abandonado a formação humanista e crítica, cedendo ao pragmatismo do mercado e negligenciando a educação moral.
A pandemia de COVID-19 tem sido descrita como o maior experimento cognitivo-comportamental da história da humanidade. Apesar do aumento da solidariedade entre as pessoas, um fenômeno extremamente positivo, as consequências desta crise se manifestam em diferentes escalas temporais: no curto, médio e longo prazo.
As implicações abrangem uma crise humanitária, o surgimento de teses negacionistas, o medo crônico do contágio e da morte, o fortalecimento de comportamentos gregários e tribalistas, uma crescente desconfiança, o aumento do conformismo e da rigidez moral, uma sensação de ameaça generalizada, o fechamento de fronteiras e a manifestação de um sistema imunológico comportamental.
As consequências emocionais são variadas e incluem irritabilidade, um sentimento difuso de perda de controle decorrente da angústia e da impotência, ansiedade, negatividade, discórdia e polarização. Além disso, observa-se um aumento significativo da violência doméstica e a emergência de problemas nas relações sexuais.
Quando percebemos que o outro depende de nós e tem medo de nos perder, a conquista e a sedução tendem a desaparecer.
O fenômeno contemporâneo tem envolvido os indivíduos em intricadas redes identitárias, notoriamente restritivas em sua complexidade.
Em alguns casos, a abordagem frequentemente adotada revela-se insuficiente, caracterizando-se pela superficialidade e, ocasionalmente, falta de sentido.
Observa-se uma propensão à recorrência de clichês inerentes ao grupo de afiliação, muitas vezes antes de uma compreensão abrangente de todas as nuances em jogo, o que evidencia a necessidade premente de uma reflexão mais profunda e uma análise crítica sobre tais dinâmicas sociais.
A transição da autoridade patriarcal para abordagens mais democráticas nas famílias tem gerado novas dinâmicas, onde a falta de valores claros e limites resulta em confusão e superficialidade nas relações familiares.
Antes de expressar insatisfações por não ter recebido atenção, considere que o outro também tem ocupações.
Na ONU, cinco vozes têm veto e poder, com esse freio, a justiça tende a esmorecer. Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido, no jogo do silêncio, guerra e paz dependem de interesses bem definidos.
Quando tudo é permitido e nenhuma escolha tem peso, a liberdade se torna fardo, e a existência, um território estéril, onde nada importa de verdade.
O capitalismo tem como vertente principal a propriedade privada e o mercado livre. Apoia-se nas contradições e ambivalências humanas, celebrando o individualismo.
O socialismo, assentado no coletivismo e composto por múltiplas correntes que oscilam entre o ideal igualitário e o controle rígido, ainda busca sua aplicação plena.
Essa abordagem pragmática — focada no real, sem idealizações, lidando com a vida como ela é — fez do capitalismo o sistema predominante globalmente, enquanto o socialismo permanece marcado por utopias e controvérsias.
Ecos do Atraso
A estrada não tem piedade de quem tenta recuperar, em minutos, o tempo que se perdeu no espelho da vaidade.
A pressa nasce do tempo mal planejado, o perigo cresce no pé acelerado.
Quem vive correndo contra os ponteiros, faz do tempo seu oponente,
do volante, arma potente, e da pressa, tragédia iminente.
Mas o imprevisto — esse que todos culpam — só vira rotina onde falta disciplina.
Porque sair com tempo é sabedoria,
e estar vivo é sempre mais urgente
do que chegar na hora.
Não é no volante que se compensa o relógio. A velocidade no asfalto é convite ao velório.
