O Amor tem que ser Alimentado
Todo mundo tem uma forma de anestesiar a dor.
Não tem porque criticar o método de cada um.
Tem gente que dorme, tem gente que come, tem gente que fuma, tem gente que lê, tem gente que escreve, tem gente que corre, tem gente que para de comer, tem gente que vai pra igreja, tem gente que toma remédio, tem gente que liga o rádio.
Todos os métodos são certos e errados.
E sempre vai existir um prozac pra cada ser humano.
Não se deve confiar em correntes amarradas ao vento, menina. Não tem nada do outro lado pra te segurar.
Qualquer brisa te leva e você se perde.
Mas essa é a corrente mais resistente, senhor. A que te mantém em cativeiro sem chaves nem cadeados, e, devo dizer, era tudo muito lindo.
Tem ligações que te prendem por 10 minutos e você acha que é uma eternidade, porque são de pessoas tão irrelevantes que nem mesmo um 'oi' faz diferença. E tem aquelas ligações, as valiosas, aquelas que você daria qualquer coisa pra que fosse todos os dias ou que até mesmo essa aquela conversa fosse pessoalmente. Você sente uma saudade imensa em cada palavra e em cada sorriso. São ligações como essas que me fazem querer pegar o primeiro avião e ir direto aonde ela está e querer ver o sorriso dela, ver cada gesto e me sentir unicamente amada. São ligações como estas que me fazem chorar de alegria e até mesmo de tristeza por ter alguém tão importante distante. Caramba Vó, que saudades.
Mas o tempo tem um poder estranho sobre as coisas, e ela perdeu a capacidade de distinguir esperança e imaginação.
E, sabe, quando você acredita, corre o risco de conseguir.
Ela sabe que vai, mas não tem controle algum sobre o tempo.
E é quando ela se perde na imensidão do universo que o medo aparece.
Quantas vidas vão ser necessárias até que a gente se encontre?
O ouro só tem valor, porque os homens combinaram que valeria muito. Do contrário, não passaria de uma pedra dourada. Prefiro valorizar a vida!
Nunca devemos chorar quando se tem um verdadeiro amigo, mas sim devemos partilhar os nossos momentos bons e ruins.
Muitos tem irmãos(ãs) e outros não, mas graças a rua, podemos conhecer pessoas diferentes e "montarmos a nossa própria família".
